"Deus me respeita quando eu trabalho. Mas me ama quando eu canto."

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quarta-feira, junho 01, 2011

sexta-feira, abril 15, 2011

A Christie’s & Liz Taylor

Leilão milionário 

liztaylor
A Christie's anunciou que irá leiloar as joias de Elizabeth Taylor, avaliadas em 150 milhões de dólares. Será uma série de leilões, cujas datas ainda não foram anunciadas e além das joias, também serão leiloadas obras de arte, roupas e objetos pessoais da atriz, falecida no dia 23 de março deste ano.

Toda a renda será revertida para instituições que trabalham no combate à Aids, seguindo uma cláusula do testamento de Elizabeth Taylor.

terça-feira, março 01, 2011

Natalie Portman repudia comentários de Galliano

A atriz Natalie Portaman, que venceu o Oscar de melhor atriz por “Cisne Negro”, divulgou um comunicado na noite desta segunda-feira (28) em que se desaprovava a conduta de John Galliano, diretor criativo da Christian Dior. O estilista enfrenta acusações de racismo em Paris. Na segunda, o tablóide britânico “The Sun” divulgou imagens de Galliano, alcoolizado, em que dizia “eu amo Hitler”, no mesmo café em que teria proferido insultos antissemitas a um casal.

“Estou profundamente chocada e enojada pelo vídeo com comentários de John Galliano divulgado hoje. À luz deste vídeo, e como uma pessoa que tem orgulho de ser judia, eu não serei associada ao Sr. Galliano de maneira alguma. Espero que ao menos estes terríveis comentários nos lembrem de refletir e combater estes preconceitos que ainda existem e são o oposto de tudo o que é belo”, disse a atriz

Natalie apareceu a cada intervalo da cerimônia do Oscar, no domingo, em comercial do perfume Miss Dior Chérie.
entre nos Natalie Portman A atriz Natalie Portman aparece na primeira foto da campanha do perfume Miss Dior Chérie, um dos clássicos da maison francesa
Fonte: uol

John Galliano é demitido da Christian Dior após dizer que "amava Hitler"

entre nos John Galliano John Galliano após desfile na semana de moda de Paris (05/03/2010)


O estilista John Galliano foi demitido da grife Christian Dior nesta terça-feira (1º), informou o jornal francês "Le Monde".

“Em razão do comportamento de caráter particularmente detestável de John Galliano no vídeo divulgado na segunda-feira, a maison Christian Dior decidiu por sua demissão imediata e iniciou o processo de desligamento”, disse a grife em comunicado, em referência às imagens divulgadas pelo tablóide britânico The Sun, em que o estilista dizia “eu amo Hitler”.

A Dior havia suspendido Galliano na sexta-feira, após acusações de racismo por insultos antissemitas que teria proferido a um casal no café La Perle. Foi neste mesmo café, no boêmio bairro do Marrais, em Paris, que o vídeo foi gravado, no fim de 2010.

"Nós repudiamos em absoluto os comentários feitos por John Galliano, que são totalmente incoerentes com os valores da Christian Dior", afirmou o presidente da marca Sidney Toledano em comunicado.

John Galliano ocupava o posto de diretor criativo da grife francesa desde 1996, com a saída de Gianfranco Ferré.

A última coleção de Galliano para a Dior será apresentada nesta sexta-feira, às 14h30 (horário local), durante a semana de moda de Paris. O estilista também desfilará o Inverno 2011 da marca que leva seu nome no domingo, às 17h.

Na noite de segunda, a atriz Natalie Portman divulgou comunicado em repúdio aos comentários de Galliano. A vencedora do Oscar de melhor atriz por "Cisne Negro" é atual garota-propaganda do perfume Miss Dior Chérie.

quarta-feira, fevereiro 23, 2011

Oscar 2011 – Os indicados

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Indicada(o)s:

Melhor filme

Cisne Negro
O Vencedor
A Origem
O Discurso do Rei
A Rede Social
Minhas Mães e meu Pai
Toy Story 3
127 Horas
Bravura Indômita
Inverno da Alma

Melhor diretor

Darren Aronovsky – Cisne Negro
David Fincher – A Rede Social
Tom Hooper – O Discurso do Rei
David O. Russell – O Vencedor
Joel e Ethan Coen – Bravura Indômita

Melhor ator

Jesse Eisenberg – A Rede Social
Colin Firth – O Discurso do Rei
James Franco – 127 Horas
Jeff Bridges – Bravura Indômita
Javier Bardem – Biutiful

Melhor atriz

Nicole Kidman – Reencontrando a Felicidade
Jennifer Lawrence – Inverno da Alma
Natalie Portman – Cisne Negro
Michelle Williams – Blue Valentine
Annette Bening – Minhas Mães e meu Pai

Melhor trilha sonora

Alexandre Desplat – O Discurso do Rei
John Powell – Como Treinar o seu Dragão
A.R. Rahman – 127 Horas
Trent Reznor e Atticus Ross – A Rede Social
Hans Zimmer – A Origem

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Agora é esperar pelo dia 27 para conhecer os vencedores.

domingo, janeiro 23, 2011

Tom & Jerry

Tom & Jerry - Cat Concerto: 
Realizado em 26 de Abril de 1946, este clássico da animação é um exemplo de qualidade técnica.
Ainda em 1946 venceu o 'Academy Award' como melhor curta-metragem na Cartoons.

quinta-feira, janeiro 14, 2010

Rede Globo em “indisponível”!

viver_a_vidaFonte: Coturno Noturno

“Acaba de sair um merchã do filme do Lula na novela das 20 horas, da Rede Globo. Cada ação custa no mínimo R$ 500 mil. Será que agora vai? Vai para quem? Quem paga? É BV da Petrobras ou do BB? Este país virou uma PuTaria!

Se ainda existe oposição no Brasil, deve entrar com uma ação para saber quem pagou e quanto custou o merchandising do filme do Lula na novela das 20 horas da Rede Globo. Ou vão ficar com medo da Globo?”

*

Ao tentar acessar o capítulo na íntegra para rever a cena sobre o merchandising, deparei com a seguinte informação: “Conteúdo indisponível” Este vídeo não pertence mais ao catálogo do Globovídeos”

O acesso não é permitido nem para assinantes, que como eu, pagam mensalmente para assistir a qualquer hora, a qualquer dos programas que a Rede transmite, excluso BBB.

Por quê será!?

VV

segunda-feira, janeiro 04, 2010

Minha Musa, um Exemplo!

01_fernanda

Fernanda é tudo que sobrou do que sempre me ensinaram. A sombra dos quarenta graus à sombra. Procurem os gestos no vocabulário, olhem Fernanda: estão todos lá. Sua vida é um palco iluminado. À direita as gambiarras do perfeccionismo. À esquerda os praticáveis do impossível. Em cima o urdimento geral de uma tentativa de enredo a ser refeita todas as noites, toda a vida. Atrás os bastidores, o mistério essencial. Embaixo, o porão, que torna viáveis os mágicos e onde, faz tanto tempo!, se ocultava o ponto. Em frente o diálogo, que é uma fé, e comove montanhas.

Gênio da espécie teatronicus fanaticus, é tal o talento de Fernanda que nunca consegui saber se é bonita. É. Mas pode ser que esteja só representando. Pois se a pusessem no Santos, no lugar de Pelé, tenho certeza de que o interpretaria com tal perfeição que marcaria um gol de lençol. (A Seleção não sabe o que está perdendo). Da ambiguidade da arte que pratica fico pensando se é mais difícil ser sincera na vida depois de todas as mentiras no palco ou ser autêntica no palco depois de todas as perfídias da existência.

Chamam-na de atriz de fôlego; é de reparar que nem respira. Pois, nos adventos, remói. Embora nem sempre como antigamente. Já que há o risco do abismo na exibição de cada noite. A expressão corporal adquiriu, nela, a força do verbo. E a palavra, dita por ela, vem multifacetada. No cinema sua cabeça é grande, no palco é bem pequenininha, demonstração swiftniana (pirandelina) da relatividade nas propostas. Fer-nan-da, cinco sílabas mágicas como as três de fe-li-ci-da-de: e sempre a pomos onde estamos. Tem um riso que sublinha, um olhar que diagrama, ombros de mulata e uma vaga assessoria do divino. Pois crê em Deus, inda que não LHE dê excessiva intimidade; se um dia ELE não aparecer ela veste o manto e faz o SEU papel.

Nunca saiu do Brasil mas esse é o seu mundo. Tem raras iras, todas, porém, postas à prova. Com dois filhos, outros tantos pais, o dobro de avós e o quádruplo de bisavós, sua ascendência é o infinito. E os filhos crescem, lhe ampliando a vida, em anos e memórias. Magra, branca, fugidia, tem, contudo, a coragem da ossatura e o prolongamento moral que o espírito empresta aos fêmures e aos cúbitos.

São poucos os que, como ela, conseguiram chegar aos 18 anos em menos de quarenta. Em Alagoas, meio século atrás, teria sido outra Maria Bonita. Em Rouen, há quatrocentos anos, teria convencido Joana D'Arc a escapar da fogueira. Veste-se como quem não vai a lugar nenhum e tem toda razão - o acontecimento é ela. Parca de excessos, é perdulária em antonímias. Seu demagogo predileto é muito humilde. Sua cor predileta é a cortesia. Sua única ambição é a ubiquidade. Do Engenho de Dentro ainda carrega um ligeiro sotaque. Se fosse homem queria ser mulher.

Esmiúça os contrastes e aceita ternamente as vacilações dos que nunca abdicaram. Cínica diante da Glória resiste sempre às apoteoses do outrora quinto ato. Mas seu ato de viver não tem paredes: há sempre gente assistindo à sua multiplicidade. Tem certas dúvidas: nenhuma delas certa. É corriqueira todo dia, costumeira quase todos os dias, ocasional nem sempre, e mítica, só para nós que lhe conhecemos a quinta essência. Psicanalista e confessor, sobe no palco, desnuda o inconsciente coletivo e redime uma arte que muitos dizem extinta. E eis o segredo: crê no texto, tem fé na direção, comunga com a platéia e sabe que, no dia do Juízo Final, os críticos serão todos perdoados.

Seu rosto conserva recordações que a memória esqueceu. Reparem: às vezes seu sorriso chega tarde para uma expressão de alegria. Ou sai antes do fim da euforia, dublagem existencial errada que deixa notarmos os arcanos de sua melancolia. Pois dói, eu sei, aqui assim, lá nela. Dois seios, como em toda mulher. Ânsia de muitos seios, como a Loba de Roma. A sabedoria do passo, a negação positiva, o pouco de culinária que ainda lembra são os seus enigmas para uma personalidade do outro lado.

Sem não ser o que é, pode ser outra coisa, na saudade antibovarista de uma vida total. Explicando melhor: tomou a parte pelo todo, sendo o todo impossível. Explicando inda mais: fez da fatia o bolo e comeu-o inteiro, deixando porém um pequeno pedaço de sonho para todo mundo.

Já interpretou Mirandolina, "madame" Warren e Arlete Pinheiro. Se fez Montenegro, se casou com Torres e, do alto dessas pirâmides, há quarenta peças os dois se contemplam. Desgarrada da geração em que nasceu, flutua acima daquela em que vive, nessa terra-de-ninguém em que é perigoso estar só sem estar mal acompanhado: diz-me quem és e eu te direi com quem não andas. Aplaudida em toda parte não regateia aplausos ao público que a freqüenta. E busca, nos desvãos dessa troca, a verdade da Glória. Que não fica, não eleva, não honra, nem consola. E uma parte da qual pode ser até que esteja na bilheteria. Sabe que uma atriz está sempre na iminência de ser uma mera atriz. Acha imperfeita uma língua que só tem cama e não tem camo, homem poltrão sem mulher poltrona, e síntese anacrônica e não ternuras múltiplas praticadas sob o consenso popular aferido por meio do votodiretouniversal obrigatório. Repetem o que ela diz mas o difícil é repetir os seus silêncios. Pois não sei quantos idiomas fala mas cala, essencialmente, nessa que é, meu Deus, a língua nossa! Conserva o que a nutre, extirpa o que lhe tolhe.

Crê no perigo da ausência, que nunca tem razão, por isso sempre está e sempre fica, ou deixa alguém de muita confiança. E já tem tudo arrumado para o grande dia. Só não vai de comenda porque quem a condenou perdeu o que não tinha. Mas, como recordação da infância, ainda pula amarelinha nas adjacências. Corda, porém, só em casa de enforcado. Sua última opção é estar com a vida quando quase ninguém mais respira. Algumas decisões: a de morrer de pé, como um batavo. A de brincar de Deus, como um bandido. A de apostar no destino, dando ao gato seis vidas de vantagem. E, após o final, poder escutar no silêncio e no escuro, o último espectador que se afasta nas aléias desertas.

millorEm seu 3x4


Quando da comemoração de seu octogésimo aniversário, eu, tão sua fã, não tive oportunidade de comemorar esse marco! Comemoro agora, quando comemoro, além, que ela há em minha, em nossas Vidas.
Parabéns Amada!

quarta-feira, dezembro 30, 2009

"Está tudo dominado"


LULA, FILHO DO BRASIL


Texto da Profª Aileda de Mattos Oliveira


Chega-nos ao conhecimento mais uma demonstração de desequilíbrio psíquico do pífio representante da nação brasileira. A partir de sua ascensão, foram-se perdendo valores que cultivávamos como habituais normas de conduta. Essas mudanças são consequências das alterações semânticas, aceitas pelos órgãos jornalísticos, hoje, também, pouco afeitos à limpidez das idéias. Tais alterações são produtos dos erros de raciocínio e da falta de intimidade vocabular, que a incontinência verbal do senhor feudal, pela repetição, torna-as vernaculares. Tudo isso, aliado à esperteza de um espírito pusilânime, tem o poder de corromper os alicerces de todos os poderes da República.

Se a mentira passa à verdade; se o corrupto contumaz deve ser respeitado por não ser um homem comum; se uma organização terrorista, que inferniza os trabalhadores rurais, torna-se uma instituição lutadora em defesa dos direitos dos sem-terra, é transformar os antônimos negativos em palavras representativas de uma nova ética em curso.

Para que se consuma o novo dicionário da sordidez política brasileira, necessário se torna conhecer, a fundo, em todas as dimensões, o seu autor, personagem central de sua própria propaganda político-eleitoreira.. O autoendeusamento torna-o réu confesso do desequilíbrio de que acima nos referimos. Considerar-se a si próprio Filho do Brasil, é exigir a legítima paternidade, a um país que já sofreu todos os vexames do filho que não passa de um bastardo. Como se não bastasse as ofensas de sua diplomacia, ofende-se mais ainda a nação, anunciando a sordidez de cobrar do país a herança que acredita ter direito e pretende obtê-la, através da delegação de poderes de seus iguais, nas urnas em 2010. É mais uma indenização cobrada ao país, considerado culpado pelo filho ilegítimo, pela tendência inata de sua família, de não ter vocação para o trabalho. O filme que ilustra a vida do responsável pela obra de estropiamento da língua, “coincidentemente” será levado à exibição em primeiro de janeiro de 2010.

Regredimos ao populismo desenfreado do brizolismo e percebemos, claramente, a existência de dois Brasis: o que trabalha e estuda para o desenvolvimento nacional e o que vive de estelionato político, sorvendo os impostos pagos pelo primeiro dos Brasis. Em toda imoralidade, encontra-se a logomarca da Globo, que não pode perder dividendos, mesmo que seja patrocinando um retorno aos filmes da velha fase macunaímica da miséria colorida. Não há outro digno representante deste (para mim) repugnante personagem da baixa estima brasileira, criação de Mário de Andrade, que o etílico Lula.

Alguém da escória da personagem do filme em questão deve ter sido o idealizador do título e da narrativa. O embriagado de álcool e de poder tomou posse do Brasil e está alijando, aos poucos, a parte consciente da sociedade, mas ainda sonolenta, para os esconsos vãos que se tornarão guetos dentro em pouco, se não tomarmos uma veemente atitude. Já imagino este filmeco sendo veiculado no agreste, nos sertões, arrebanhando os ingênuos e estimulando-os ao analfabetismo, à bebida e à rebelião. A pressão para um conflito entre brasileiros está se fazendo prenunciar no horizonte. Esta indecência de filme, se consentirmos, se não reagirmos, se não clamarmos contra a mídia que lhe dará vida, poderá servir de estopim para tomadas de posição sérias que não vão deixar de fora a guarda particular do ébrio presidente: o MST.

Como dizem os traficantes do Rio, "está tudo dominado". Eles sabem o que dizem, infelizmente. Tudo está dominado, porque está corrompido pelo dinheiro fácil em troca da traição e da sabotagem. Apenas por patriotismo, sem levarmos nenhuma vantagem, porque pertencemos a outro grupamento ético, que não leu o glossário lulista, sabotemos o filmeco do palhaço de Garanhuns, desde já, para que, no ato da divulgação, caia no ridículo o Filho bastardo do Brasil, que bem poderia ser o Filho de outra coisa que já sabemos o que é. Embora não pareça, o caldeirão da divisão de classes já começou a esquentar. Como não tem a coragem de seu comparsa Chávez e é um poltrão como o Zelaya, usa desses artifícios ultrapassados, mas que caem como uma luva sobre a multidão de ignorantes do interior do país.

Aileda de Mattos Oliveira
Prof.ª Dr.ª de Língua Portuguesa
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

O "comovente" filme que relata a vida de Lula conforme bem lhe apeteceu ser contada, terá sua providencial estréia com a chegada do Ano Novo, ano eleitoral..."tá tudo dominado"!

quinta-feira, outubro 01, 2009

O filme de Lula, o filho do Mal

“O cinema está no ramo da prostituição”
INGMAR BERGMAN

Por: IPOJUCA PONTES

Numa noite de junho de 2005, Zé Dirceu, então chefe da Casa Civil do governo petista, considerado pelo procurador-geral da República como o chefe da “Quadrilha Organizada” operante no Planalto, reuniu-se em ambiente domiciliar, no Rio de Janeiro, com representantes da “classe artística”, entre eles o lobista Luiz Carlos Barreto, o ariete-mor do cinema caboclo.

A tropa de choque do cinema, como sempre à cata de privilégios e regulamentações coercitivas, queria, com urgência, maior volume de verbas públicas para tocar a cornucópia da fortuna. O clima era de tensa expectativa. Depois da choradeira de praxe, o chefe da Casa Civil - logo depois varrido do cargo por força das denúncias do deputado Roberto Jefferson - arregaçou as mangas e encarou friamente a platéia ansiosa. Só então, dedo em riste, foi incisivo na sua convocação para fazer do cinema um ativo instrumento da propaganda oficial. Disse ele: “Organizem-se e cheguem a nós”.

O ex-guerrilheiro (sem guerrilha) não precisava chegar a tanto, afinal todos ali presentes não tinham outra intenção senão servir ao governo Lula, mas LC Barreto, cobra criada nos pântanos pouco ortodoxos de “O Cruzeiro” do “Dr. Assis”, captou a mensagem. E logo após o interregno de alguns filmes sem o menor apelo, “matou no peito” a produção cinematográfica que ele, rápido no gatilho, transformou num “negócio de ouro”: “Lula – o filho do Brasil”, melodrama adaptado da “biografia autorizada” de Denise Paraná (assessora política de Lula na campanha contra Collor, em 1989), publicada pela Fundação Perseu Abramo, organismo criado pelo PT para dar suporte ideológico (marxista) aos “companheiros de luta” e lavar a cabeça dos “inocentes úteis” em âmbito universitário – está implícito, também com apoio das generosas verbas públicas.

Como por milagre, aos 80 anos, o lobista Barreto tinha em mãos, para abrir os cofres bilionários da Ambev, Odebrechet, Embraer e das grandes empresas nacionais, todas dependentes da boa e má vontade de Lula, a chave-mágica da “comovente história de um menino miserável do Nordeste que chegou à presidência da República” (depois de passar, já se vê, pela escola matreira do sindicalismo vermelho).

A primeira tarefa de LC Barreto ao levantar o esquema foi anunciar o orçamento daquele que se diz ser o “mais caro filme brasileiro de todos os tempos”. Numa conta de chegar sempre elástica - sobretudo quando se trata de levar à tela a vida de presidente de um “Estado forte”, em pleno gozo das funções -, de início a produção de Barreto foi orçada em R$ 12 milhões, em seguida revista para R$ 16 milhões, e logo depois elevada para R$ 17 milhões e R$ 18 milhões – sendo muito provável que “Lula, o filho do Brasil”, quando do seu lançamento no ano eleitoral de 2010, ultrapasse a casa dos 30 milhões de reais, pois, como o lobista gosta de afirmar, é um “sujeito que pensa grande”. (De fato, com o dinheiro que já arrastou dos cofres públicos para fazer cinema, desde os tempos da Embrafilme dos militares, desconfio que o lobista, se quisesse, poderia construir não sei quantos palácios da Alvorada, embora tenha “pipocado” na hora de comprar o espólio da estatal do cinema).

Um articulista de “O Globo”, Zuenir Ventura, comunista light sempre a serviço da patotagem cinemanovista, escreveu que o melodrama de Barreto, em fase de acabamento, “mexe com a emoção e vai encharcar o cinema de lágrimas”. Sobre isto, tenho poucas dúvidas: o apelo emocional do relato de mãe e filhos menores sobrevivendo em meio à miséria, se tratado com o mínimo de talento, sempre rende um bom caldo. (Sem esquecer que o infatigável Barreto, se quiser, ainda pode avançar com apetite de hiena em cima do “tíquete cultural” recentemente anunciado pelo Minc, outra prodigalidade fiscal criada pelo governo, capaz de atrair para o seu “negócio de ouro” filas de milhões de lacrimejantes).

No entanto, devo ponderar ao leitor que, por si só, o fato de Lula ter sido retirante não explica sua ascensão política: uma coisa é o Luiz Inácio criança sacolejando num pau-de-arara ou comendo o pão que o diabo amassou como engraxate nas ruas de Santos, e outra, bem outra, é o Lula sindicalista, figura disponível enfronhada até os ossos na catequese comunista das “eclesiais de base” do Frei Betto, Casaldáliga e D. Cláudio Hummes, ou o Lula ventríloquo emprenhado pela gororoba da pseudociência dos bem-remunerados marxistas da USP - uma gente na sua totalidade fanatizada pelo materialismo dialético, todos eles egressos de movimentos comunistas derrotados durante décadas pela vontade do povo brasileiro e dos milicos.

Sim, há um aspecto fundamental neste caldo biográfico que o “negócio de ouro” de Barreto na certa não irá distinguir, isto é: que o filho de Dona Lindu, o rapazote angustiado pela fome e pela incompreensão do mundo, nada tem a ver com o pivete que tomou o dinheiro do patrão para fazer hora extra e depois, sem trabalhar, mandou o patrão “tomar no cu”; ou com o operário ignorante, mas maleável que, conduzido por mãos comunistas, freqüentou cursilhos (na Alemanha Oriental, entre outras plagas) especializados no fomento ao ódio de classe; nem muito menos com o companheiro escolado, feito líder sindical com o apoio maquiavélico do General Golbery (mentor do contragolpe de 1964), a encher a cara de cachaça e tomar a grana de Murilo Macedo, o ministro do Trabalho da ditadura militar.

No prefácio do livro de Denise Paraná, o uspiano “utópico” Antonio Cândido (no parecer preciso de Oswald de Andrade, um “chato-boy”), citando outro comunista, o antropólogo Oscar Lewis, tenta explicar a existência de Lula-filho-de-D. Lindu e do Lula-agente-do-PT como uma transição natural da “cultura da pobreza” para a “cultura da transformação”, cuja síntese histórica será o advento do comunismo (“a sociedade na qual a distribuição dos bens seja pelo menos tão importante quanto a sua produção”, diz ele).

Conversa mole, trololó de acadêmico (fanático) para inocular o vírus revolucionário na cabeça dos trouxas! Como qualquer observador pode vir a concluir, Lula e o PT (encarado como uma “quadrilha organizada” pelo que resta da efetiva consciência nacional) são produtos diretos do arreglo histórico, ainda hoje prevalecente no Foro de São Paulo, entre os intelectuais comunistas da USP, religiosos apóstatas da Teologia da Libertação e esquerdistas radicais envolvidos com o terror rural e urbano.

(Se o leitor quer detalhes, foi justamente um desses integrantes da elite intelectual comunista, remanescente da antiga “Esquerda Democrática” (PSB), o abastado Mário Pedrosa (trotskista histórico), que, interpretando a vontade dos pares, escreveu em 1978 a negligenciada “Carta a um operário”, convocando o sindicalista do ABC a urgir forças para fundar o Partido dos Trabalhadores, necessário, segundo ele, à materialização do “socialismo democrático”. Na verdade, não poderia ser de outro modo: esfacelada nos distintos campos de batalha, inclusive no da luta armada, restava à “intelligentsia” cabocla criar um preposto convincente para chegar ao poder e socializar o País.)

Bem, em parte graças à permissiva “teoria da descompressão” de Golbery, quase trinta anos são passados desde a fundação do PT, e aqui estamos todos na ante-sala (melhor seria dizer, saloon) do reino fantasiado por Marx, Lenin, Gramsci, Mao e Fidel Castro. Nele, Lula, o filho “espiritual” de Betto, Candido, Pedrosa, Buarque e Carvalho (entre outros) labora, sem medir recursos, para destruir por dentro a “democracia burguesa”.
Neste período, o filho acalentado dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse (os componentes do arreglo acima enumerados e mais o poderoso exército da mídia comprometida com o feitiço revolucionário), feito presidente, tornou-se um animal político da mais baixa categoria, capaz de tudo e mais alguma coisa no propósito de criar “um outro mundo possível”.

Basta conferir: com Lula no poder o Brasil tornou-se, de forma premeditada, um dos países mais corruptos do mundo, onde a população se deixa escravizar seis meses ao ano para, entre outras mazelas, financiar o incontrolável aparelhamento da máquina pública, a bilionária propaganda enganosa, os “movimentos sociais” criminosos, as incontáveis ONGs parasitárias, o fausto palaciano, os partidos políticos de aluguel, programas sociais fraudulentos, etc., para não falar no enriquecimento súbito e milionário de amigos e familiares – tudo a funcionar com a precisão de um cronômetro suíço, como de resto recomenda a boa prática do “socialismo democrático”.

Como consequência desta escalada para “a construção de uma sociedade mais justa e solidária”, que se esmera no cultivo da moral revolucionária, cujo objetivo é solapar os alicerces da cultura ocidental e da ética cristã (não matar, não mentir, não roubar...), a nação se agiganta num convívio de irmão siamês com o narcotráfico, o tráfico de armas, os escândalos diários e os incessantes assaltos aos cofres públicos - tudo no reboque de um judiciário politizado e de um aparato policial, salvo hiato, contaminado pela moralidade criminosa dos Donos do Poder.

Pois bem: é neste clima de diluição moral e de completa mistificação ideológica, no qual o cidadão indefeso precisa ser logrado a todo custo, que vai ser lançado em 2010, ano das eleições presidenciais, “Lula – o filho do Brasil”, o “negócio de ouro” de Barreto, uma indisfarçável peça de propaganda a serviço do culto à personalidade.

Quem duvida?




segunda-feira, setembro 28, 2009

Brigitte Bardot

Hoje ela completa 75 anos

Até onde pode suportar o sofrer ...o ser humano?

Roman Polanski é preso por pedofilia

O diretor franco polonês, alcançado na Suiça, é fugitivo da justiça americana há 31 anos

Polanski realizou muitos filmes importantes como A Dança dos Vampiros (1967) "O Bebê de Rosemary" (1968), "Chinatown" (1974), "Tess" (1979), “Lua de Fel” (1992) ,"O Pianista" (2002)

O premiado diretor de cinema Roman Polanski foi detido na Suíça por um mandado de prisão emitido há 31 anos nos Estados Unidos.

Leia matéria sobre no "the passira News" clic aqui


(!!!?) Me causa surpresa e tristeza. Homem talentoso, tendo passado por tanto sofrimento e perdas em sua vida... – Será? Seria? Terá sido?

Ainda não descreio do ser humano ao ponto de crer, mas...

Somos todos humanos.


segunda-feira, setembro 14, 2009

Morre o ator Patrick Swayze

“...Eu quero durar até que se descubra uma cura”.

Não deu tempo.

patrick-swayze Patrick Swayze nos deixou pacificamente hoje, com sua família ao seu lado, depois de enfrentar os desafios de sua doença nos últimos 20 meses", dizia o comunicado divulgado pela assessora de imprensa, Annett Wolf.

O ator estava com 57 anos. Mesmo após ser diagnosticado o câncer, ele continuou trabalhando. Escreveu suas memórias em parceria com a mulher e gravou The Beast, série dramática produzida pela A&E.

Em entrevista em janeiro deste ano a uma rede de TV americana, pouco antes de mais uma internação para tratamento da doença, Swayze ele disse saber que teria pouco tempo de vida, mas se mostrava otimista. "Eu diria que cinco anos seriam algo bem desejável. Dois anos parecem prováveis, se você acredita nas estatísticas. Eu quero durar até que se descubra uma cura”.

Carreira - Patrick Swayze estreou nos cinemas em 1979, depois de tentar ser, entre outras coisas, ginasta, violinista e dançarino de balé clássico. Seu primeiro grande sucesso no cinema veio com o musical Dirty Dancing - Ritmo Quente (1987), com Jennifer Grey. Pelo papel, foi indicado ao Globo de Ouro.

Três anos depois, estrelou outro grandeghost_movie_musical sucesso, Ghost - Do Outro Ladoda Vida, com Demi Moore, o que o firmou na condição de um dos grandes galãs de Hollywood. Um ano depois, ganhou o título de Homem mais Sexy do Ano pela revista People.

O ator Patrick Swayze, conhecido por seus papéis em Dirty Dancing e Ghost, morreu após uma batalha de quase dois anos contra câncer de pâncreas, informou a imprensa americana nesta segunda-feira.

"Unchained Melody."


*

sexta-feira, agosto 14, 2009

sexta-feira, julho 31, 2009

Está Morto e Insepulto

E quantas suposições... “asneirosas”!


"Michael Jackson não morreu"

Michael J cordsp.blogspot.com

1. Ele estava ótimo e ensaiando 3 dias antes da “morte”;
2. A ambulância dos bombeiros demorou quase uma hora para remover o “corpo” de sua casa para o hospital, mesmo sabendo que nenhum procedimento mais complexo poderia ser feito na residência;
3. O médico dele ficou desaparecido por dois dias após o “anúncio” da morte.
4. Caixão fechado (nem o caixão do Papa ficou fechado o tempo todo);
5. Ninguém da família chorava de verdade. Nem conseguiam fingir, inclusive a filha pequena – obrigada a dizer alguma coisa;
6. Dívidas monumentais.
7. As máscaras, de uso constante, serviam para preparar o sósia que estava doente e em estado terminal, enquanto Michael cuidava de providenciar um novo rosto, para viver anônimo daqui por diante.
8. Quem ligou para o 911 estava calmo demais.
9. Em agosto ele ia ou vai lançar uma música chamada RESSUREIÇÃO!
10. Ninguém sabe pra onde seu corpo foi levado após o memorial.
11. Os médicos não falam a causa da morte.
12. O presidente dos EUA que era fã do astro só se pronunciou sobre o fato uma semana depois.
13. Um médico particular que abandona a própria carreira para se dedicar a um único paciente, justamente na hora mais crucial não acompanha seu “único” paciente ao hospital?
14. Por que o nome de MJ não foi citado na ligação?
15. A demora no resultado da autópsia, nem no IML do Rio onde tudo funciona a carvão… é tão difícil reconhecer uma overdose?
16. Após a cerimônia a família “enlutada” foi “comemorar” num restaurante badalado.
17. Antes dele chegar ao hospital a CNN já dava Michael como morto.
18. Deixa um testamento em um fundo que o empresário e sócio administram.
19. Nos EUA existe uma lei que se tentarem te matar duas ou três vezes você pode mudar sua identidade e até forjar a própria morte.
20. Um grande estoque de coisas que ele (MJ) tinha leiloado para pagar dividas foi comprado por um suposto colecionador anônimo.
21. Por que alguém que não faz shows desde 2006 teria uma turnê marcada, coincidentemente, para cerca de uma semana depois de sua morte?
22. O plano já teria sido traçado há muito, como mostra a letra de sua música
Morphine, que fala sobre ataque cardíaco, morfina e sobre o remédio Demerol.
23. No telefonema de emergência, em NENHUM momento o nome de Michael Jackson foi citado, apenas de um “homem que estava mal”.
24. Elizabeth Taylor, que era amiga íntima, disse que o evento do memorial era um “circo”.
25. Um caixão possivelmente vazio foi apresentado no espetáculo da despedida coletiva onde os ingressos não foram cobrados, “foi quem quis”. Ninguém judicialmente pode contestar nada.
26. Trabalhadores da fronteira dos Estados Unidos com o México, diz que Jackson e um homem não identificado teriam deixado o país na noite de sua morte.
27. Seu atestado de óbito fala apenas que o morto é um homem negro morto por causa ainda indefinida.
28. Produtos relacionados aos shows de Michael Jackson que deveriam ocorrer na O2 Arena, em Londres, estão sendo comercializados normalmente – mesmo após a morte.
29. O empresário e sócio não vão ao velório, sequer o médico particular se faz presente.
30. Depois do velório, em vez de levarem o caixão para o cemitério sumiram com ele!!!
31. Na ligação para a emergência, quem liga diz que o homem desmaiado está deitado na cama, e que o médico tentava reanimá-lo. Uma pessoa formada em medicina não saberia que massagem cardíaca deve ser feita em uma superfície dura?
32. Antes de ‘morrer’, assina um contrato para uma série de apresentações. Diz que não leu o contrato, compromete-se a 50 shows, pensando que eram apenas 10.
33. Michael usava até mesmo nomes falsos para conseguir a medicação que ‘precisava’.
34. Sabe-se de que uns tempos pra ca, Michael usava manequins e até mesmo o sósia pra despistar a imprensa.
35. Antes dele chegar ao hospital a polícia já estava lá interditando a passagem de todos.

Algumas se repetem e não se completam... eu preferia que esse exímio bailarino, sim, ainda estivesse“entre nós”, mesmo que vivesse dentre muitos “nós”...como viveu.

Fonte: e-mail

sexta-feira, julho 17, 2009

Free at last!

Um ser mitológico

Michael Jackson free Por Tony Belloto


Do ser mitológico diz-se que nasceu em meados do século XX. E que, tendo nascido homem, foi aos poucos transformando-se numa mulher..

No fim, tornou-se um ser de aspecto hermafrodita, com sexualidade indefinível.

Sabe-se que o ser mitológico nasceu negro e morreu branco. Foi, na infância, um adulto: compromissos profissionais, responsabilidades, obrigações e pressão foram experimentados desde cedo em doses altas.

Na maturidade, tornou-se uma criança: gostava de brincar, passear em carrosséis e montanhas russas, ter crianças por perto e jamais compreendeu exatamente do que se tratava o tal "mundo dos adultos".

Do ser mitológico diz-se que foi acusado de abusar sexualmente de crianças, o que nunca se comprovou. O que se sabe com certeza é que foi brutalmente espancado pelo pai, na infância, e submetido por este a tortura e pressão psicológicas.

É comprovado que durante sua existência o ser mitológico ajudou crianças pobres e doentes, não só com dinheiro, mas com carinho e compreensão verdadeiros.

Com essas crianças comunicava-se da mesma forma com que são Francisco de Assis conversava com passarinhos.

Do ser mitológico compreende-se que revolucionou a música pop mundial ao elevar a música

negra (é importante lembrar: não importa quantas transformações e mutações tenha o ser sofrido em sua existência, ele nunca deixou de ser um grande, talvez o maior, artista da música negra norte-americana) a um status nunca antes alcançado: qualidade musical irresistível, ousadia de produção, competência e muito - muuuiiito - suingue.

Quincy Jones, músico, maestro e arranjador de excepcional talento, ajudou o ser mitológico

nessa jornada. Do ser mitológico aceita-se que tinha habilidades múltiplas - dançava, cantava e compunha como poucos - e que com elas conseguiu apaixonar pessoas do mundo inteiro, independente de suas raças, classes sociais, nacionalidades, religiões, crenças etc.

Dele compreende-se que foi coroado rei pelos humanos e amado por estes como um anjo.

A morte chegou-lhe como alívio, inadaptado que era ao mundo estranho que o amou e não o compreendeu.

Na morte sabe-se que a imprensa, que o criticara impiedosamente nos últimos anos de vida - e tanta atenção dera a suas bizarrices, idiossincrasias e excentridades - acabou por reconhecer que o que prevalecerá de seus feitos será tão somente a brilhante música que concebeu, cantou e dançou.

Diz-se por fim que, ao morrer, o ser mitológico livrou-se do corpo que era ao mesmo tempo depósito de dons e talentos e também de dores e sofrimentos.
E que se lembrou, no último instante de vida, da frase do discurso de um grande e admirável conterrâneo: free at last!

CD....... Off The Wall, de 1979, o primeiro disco da fase adulta do ser mitológico, e primeira parceria com o produtor Quincy Jones. Está tudo ali: a riqueza da música negra, desenvolvida em décadas de trabalho por gravadoras como a Motown - e a mistura com elementos de rock e pop.

É um disco que aprendi a amar graças a minha mulher, Malu - a quem dedico esta crônica -, uma das maiores devotas de Michael Jackson de que se tem notícia.

Ela já passou essa paixão aos nossos filhos, também admiradores do grande músico negro norte americano.

MJ free at last

Tony Belloto

Fonte: e-mail

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