"Deus me respeita quando eu trabalho. Mas me ama quando eu canto."

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quinta-feira, junho 02, 2011

Se proteger de jornalistas

Dicas para o homem comum, o classe-média, não ser vítima do bullying jornalístico


Por Reinaldo Azevedo


Dei em outro post algumas dicas para alguns especialistas que navegam na contra-corrente da metafísica influente (e, pois, quase sempre com a verdade) se proteger do jornalismo que os quer usar apenas como o “outro lado” que justifica uma tese. estúpida. E prometi algumas orientações para que também o homem comum possa se proteger de jornalistas. Preciso explicar algumas coisas, claro! O que chamo “homem comum” é aquele coitado de classe média que subiu um tantinho na vida e pode, inadvertidamente, topar com um desses amigos do povo que estão fazendo reportagem de comportamento e tendência para as edições de domingo. Então vamos ver.

Leitor, você é aquele ser desprezível que mora num bairro bom; que ganha a vida com o suor do seu rosto; que tem prazer em andar num carro bacana porque, afinal, fez por merecer; que se esforça para manter os filhos numa boa escola; que junta uma grana para viajar para o exterior a cada três, quatro anos e que NÃO TEM EMPRÉSTIMO SUBSIDIADO DO BNDES? Cuidado! O amigo pode ser vitima do bullying da imprensa esquerdopata, de  um golpe conhecido como “Boa Noite, Laura!”, que é a variante jornalística do “Boa Noite, Cinderela”. Quando acordar, já lhe levaram a reputação.

E quando isso ocorre? Sempre que houver alguma questão que sugira um confronto entre ricos e pobres. Sim, querido leitor de classe média:  os “ricos”, para essa turma, não são aqueles milionários ou bilionários que estão à sua esquerda e financiam as ONGs verdes e socialistas e votam no PT. Esses são “companheiros”. O inimigo público do pobre é… VOCÊ! Quando aquela figura estranha encostar de bloquinho na mão perguntando sobre o incômodo de os mendigos usarem a praça como dormitório, diga que “não”. Poderiam até dormir na sala do seu apartamento; é que falta espaço… Ouse: “Dormir ao relento é um dos direitos que igualam ricos a pobres, já que as moradias confortáveis não podem igualá-los”. Repita o raciocínio, que tem alguma complexidade, porque a pessoa que o entrevista não entendeu direito.

Cuidado nos aeroportos! O golpe “Boa Noite, Laura” vai tentar saber, como quem não quer nada, se você não sente saudade do tempo em que as salas de embarque eram menos cheias e se cumpriam, quase sempre, os horários. Um ser normal diria “sim”, e isso seria tomado como evidência de seu preconceito contra o povo, que agora anda de avião. Poetize:  não há conforto que pague a alegria da comunhão de classes — a B, a C e a D, já que a “A” não responde a esse tipo de indagação porque tem avião ou aluga jatinho.  Tente outra frase de efeito: “Já que, infelizmente, são tantas as desigualdades na terra, que, ao menos, o céu nos faça a todos iguais”. Repita.  Ela não entendeu de novo. Ensaie uma análise que apele à infraestrutura: “Precisamos de mais investimento neste novo Brasil”.

A praia também o expõe ao bullying jornalístico. Nunca dispare coisas como “Farofeiro enche o saco!” ou “Porra! Por que eles não tocam essa música na praia que os pariu?!” Isso tem cheiro de intolerância de classe. A professora Heloísa Ramos poderia até ver uma variante do “preconceito lingüístico”. Conceda que o som é até bem animado e que o funk da cachorra, da cadela e da vaca tem a sua poesia. Seja enigmático:  Tati Quebra-Barraco é mais complexa do que parece. E pare por aí porque também não é bom exagerar.

Se quiserem meter uma estação de metrô na porta do seu prédio, afirme que isso é bom, que essa história de propriedade é uma etapa superada da civilização; que você acredita na “função social da propriedade, à qual a nossa Constituição se refere seis vezes, lembra?” A pessoa fará de conta que sabe do que se trata. Por conseqüência,  o MST é um movimento justo e pacífico, e o certo é haver invasões de propriedades privadas urbanas também.

Se lhe perguntarem se há empregada doméstica em sua casa, responda como Marilena Chaui fez um dia: “Não, querida(o), eu não levo a luta de classes pra dentro de casa”. Com aquela resposta, ela evidenciava não saber o que é “luta de classes” nem na acepção marxista, mas o jornalista que vai entrevistá-lo, com certeza absoluta, também não sabe.  Citar Marilena pega bem.

Se o indagarem sobre cotas raciais nisso e naquilo, ainda que você seja um ser humano normal, desses democratas que acreditam que todos devem ser iguais perante a lei, minta. Afirme que o caminho mais curto para a igualdade é promover a desigualdade. Se quiser, pode até apelar a alguns ministros do Supremo, que andam dizendo que é preciso tratar desigualmente os desiguais.

Eu poderia passar a noite aqui a dar dicas. Os temas são inesgotáveis. Sob nenhuma hipótese revele gostos e hábitos de consumo, por exemplo. Se disser que gosta de tomar um Prosecco de vez em quando, vão tratá-lo como um cafona pretensioso e ignorante, porque quem é do riscado tem dinheiro é para tomar champanhe de… Champagne!  Não sendo um daqueles contemplados com juros subsidiados do BNDES, petistas roxos, eventuais contratantes dos serviços de consultoria de Antonio Palocci, você não tem dinheiro para certas extravagâncias.

Bem, queridos,  a essa altura, o agente do “Boa Noite, Laura!” está furioso porque a pauta está caindo, e domingo é dia de publicar essas matérias mais descontraídas, de comportamento e tendências. Terão de pegá-lo de algum jeito. Eu os protegi até aqui da pecha de “reacionários”. Nervoso, o ser que o entrevista tentará em seguida provar que, bem…, algum dinheiro você ganhou, mas é um ignorante! Aí virá a tentativa para desqualificá-lo intelectualmente. Mas esse terá de ser outro post.

terça-feira, maio 31, 2011

POLÍTICA EDUCACIONAL DO MEC: FALAR E ESCREVER ERRADO É O CERTO

Dentre tantos absurdos, talvez o maior deles
Sônia van Dijck

Custa-me crer nos absurdos que acontecem no Brasil. Mas, a verdade dos fatos é indiscutível: o MEC adota livro como objetivo de ensinar a falar e a escrever errado.

Não tenho o menor interesse em discutir conceitos de dialetologia ou de sociolinguística com os autores, pois sei que o projeto não obedece a interesses científicos, mas políticos. Vi, em um telejornal, a Profa. Heloísa Ramos, corajosamente, adequando conceitos e princípios linguísticos para justificar o nefando projeto do MEC, e sua concordância com tão escandaloso equívoco. Não me interessa refutar os argumentos equivocados da Professora, pois ela é só instrumento da política educacional do governo petista e está sendo paga para fazer seu papel.

Deixo que o Prof. Evanildo Bechara dê a lição que a Professora e demais autores não aprenderam na Universidade.

O que me interessa é chamar a atenção para o bem organizado projeto de condenação dos alunos que passam e passarão pelo sistema público de educação. Falando e escrevendo errado o vernáculo, os estudantes de hoje e do futuro não terão oportunidade no mercado de trabalho e nem de crescimento intelectual. Falando e escrevendo “nós pega o peixe”, eles jamais serão engenheiros, médicos, vendedores, advogados, porteiros, enfermeiros, professores, jornalistas, bancários e mais muitas outras profissões e empregos lhes serão impossíveis.

Não tenho notícia de que haja ou tenha havido algum governo de algum país que planejasse e implementasse projeto tão cruel, como se isso pudesse ser apelidado de projeto educacional. O Brasil consegue ser surpreendente e nefasto com um discurso pretensamente politicamente correto.

Com pompa e circunstância, o MEC do governo petista quer assegurar que os futuros cidadãos fiquem privados de empregos, de crescimento intelectual, de relações culturais; no futuro, o MEC deseja que os brasileiros estejam no estado de barbárie linguística e sejam incapazes de entender um edital de concurso, por exemplo; salvo se o edital informar que “os candidato deve apresentarem os seguinte documento”.

Nem Hitler, com sua mente diabólica e homicida, realizou um projeto desse tipo para dominar a juventude nazista, ganhando simpatias e aplausos dos pouco letrados daquela época.

Com pompa e circunstância, em uma palhaçada do politicamente correto, o governo petista organiza um exército de futuros adultos privados de proficiência no vernáculo, cuidadosamente preparado no sistema público de ensino, que servirá aos interesses do estado brasileiro que está sendo forjado desde 2003, em conformidade com as lições Gramsci.

Revolução?! Não! O PT não faz revolução; molda a sociedade que deseja manipular contaminando o sistema público de ensino com sua proposição populista de “respeito” à linguagem popular e familiar e coloquial das camadas menos escolarizadas atualmente. O governo petista, calmamente, pretende criar milhões de brasileiros que, quando chegarem à vida adulta, serão incapazes de ler e entender um jornal, uma revista e, principalmente, um livro de História, escritos em vernáculo. Esses futuros adultos não terão competência para apreciar Machado de Assis, Graciliano Ramos, Drummond, Vinicius, Érico Veríssimo e outros. E os ilustres autores do livro perverso, como bons peões do governo petista, poderão perguntar: “E quem precisa apreciar a Literatura elitista, golpista, burguesa?” – “Por que os adultos do futuro precisarão ler um livro de História, se eles não terão direito a discutir os fatos históricos, pois viverão apenas com as informações divulgadas na forma de “os cidadão deve comparecerem ao comício da liderança nacional, para que todos escute as verdade a serem revelada.”
Bem sei que as boas escolas privadas jamais cairão nessa farsa de ser válido ensinar a falar, a ler e a escrever errado, como princípio pedagógico. Quem puder colocar seus filhos em boas escolas particulares, terá salvo parte dos futuros adultos da barbárie linguística. Então a Literatura elitista, golpista e burguesa de Machado, Graciliano, Drummond, Érico, Cecília Meireles e outros ainda terá alguns leitores. Jornais e revistas elitistas, golpistas, burgueses, que usarem a correção da Língua Portuguesa ainda poderão ser lidos e as notícias serão compreendidas por alguns futuros adultos.

Não resisto e mando um recado para a ilustre Profa. Heloísa Ramos e demais autores: "vocês ouvira os galos cantar e não sabe onde está os galo". Vocês nada sabe de níveis de linguagem. Vocês não entende nada da função da escola. Mas, vocês compreende perfeitamente esse meu recado escrito no dialeto do MEC petista, usado no livreco de ocês. Se vocês quiser me responder, por favor, escreva na Língua Portuguesa que seus professor dos tempo antigo e ultrapassado tentaram ensinar a vocês.

Segundo François Lyotard,
linguagem é poder. A equipe de autores desse maldito livro sabe disso; por isso, aceitou servir de instrumento para o governo petista. Com seu tristemente brilhante trabalho, os ilustres autores tornaram o tarefa do professor de português uma atividade inútil: ninguém precisa ir à escola para aprender a falar e a escrever “a gente fomos, mas o pessoal saíram”.
                                              
Sonia van Dijck
Fonte: email

quinta-feira, maio 05, 2011

Guerra ao terror não acabou

Quatro dias depois da morte de Osama bin Laden, Barack Obama visita Marco Zero para homenagear vítimas do 11/9

Secretária de Estado americana diz que guerra contra o terrorismo não acabou

 

Mulher chora ao visitar o Marco Zero, onde ficavam as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York, na segunda-feira, um dia depois da morte de Osama bin Laden
Mulher chora ao visitar o Marco Zero, onde ficavam as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York, na segunda-feira, um dia depois da morte de Osama bin Laden (Michael Loccisano/Getty Images/AFP)

"A batalha para conter a Al Qaeda e seus aliados não termina com a morte de Osama bin Laden", lembrou Hillary

Quatro dias depois da morte do terrorista Osama bin Laden numa operação militar americana, o presidente dos Estados Unidos visitará, nesta quinta-feira, o Marco Zero, em Nova York, onde ficavam as torres gêmeas do World Trade Center derrubadas nos atentados de 11 de setembro de 2001. O ataque, ordenado por bin Laden, completa dez anos em alguns meses.
De acordo com a Casa Branca, Barack Obama depositará uma coroa de flores no local onde morreram 2.752 pessoas quando terroristas da Al Qaeda atingiram as torres com dois aviões. Ele também deve se reunir com familiares das vítimas dos atentados, mas não vai conceder discursos públicos durante os atos, segundo seus assessores.
Aproveitando o embalo do “espírito de união nacional”, o presidente convidou seu antecessor George W. Bush para participar dos atos, mas o republicano recusou o chamado. "(Bush) agradece o convite, mas em sua etapa pós-presidencial optou por permanecer afastado dos holofotes", indicou seu porta-voz, David Sherzer.


Mensagem – Também nesta quinta, A secretária de Estado americana Hillary Clinton afirmou que a batalha contra o terrorismo não termina com a morte de Osama bin Laden, durante uma entrevista coletiva com o chanceler italiano Franco Frattini em Roma nesta quinta-feira. "Não esquecemos que a batalha para conter a Al Qaeda e seus aliados não termina com sua morte", declarou Hillary.
Apesar do alerta, a secretária, que está em Roma para participar de uma reunião do Grupo de Contato sobre a Líbia, destacou a importância da operação. A chefe da diplomacia americana disse que a morte do ex-inimigo número 1 dos Estados Unidos constitui uma mensagem “inequívoca" da determinação da comunidade internacional de se opor ao terrorismo.

Fonte: Veja

terça-feira, abril 26, 2011

Ontem: Requião, o destemperado :((

Tu sabe com quem tu tá falando? SEI, SIM ...


...  é um dos sujeitos que eu pago para trabalhar pouco, ganhar muito, e ainda pensa que não me deve satisfações.
 
 

Leia matéria de  Jurema Cappelletti 
 

sábado, fevereiro 19, 2011

Ex-guerrilheira e ex-terrorista, livre, leve e solta

Dilma, um jeito Chávez de ser

Por The passira News

Na sua coluna no Estadão, Dora Kramer, realça que o governo Dilma, utiliza-se do estilo bolivariano de Hugo Chávez, para governar sem congresso. Embutindo no projeto que institui o novo salário mínimo, o governo introduziu um dispositivo que proíbe o congresso de discutir o valor do salário mínimo, de agora em diante, que passa a ser regulado apenas pela vontade do executivo. Não é lindo?DilmaChavez-RobertoStuckertFilhoPRInspirada no seu guru, Hugo Chávez, Dilma, dá os primeiros sinais de que quer governar sem Congresso

Com era se esperar, na primeira oportunidade que lhe foi concedida a ex-guerrilheira e terrorista Dilma Rousseff exibiu sua inclinação totalitária, optando por tentar governar sem o crivo do Congresso Nacional, tão comum nas ditaduras, que estão caindo no Oriente Médio, nos regimes fortes disfarçados de democracia estilizada reinante por essas bandas da América Latina.
 
Anteontem, junto com a aprovação do projeto de lei do novo salário mínimo na Câmara, os nossos deputados federais aprovaram um dispositivo do que retira do Congresso a discussão do valor do mínimo até o fim do mandato de Dilma Rousseff.
 
O dispositivo é inconstitucional, golpista e assemelha-se a “Lei Habilitante” que Hugo Chávez conseguiu aprovar no Congresso da Venezuela, dando-lhe poderes para governar, durante 18 meses, por decreto, sem necessitar de aprovação do parlamento.
 
Dora Kramer estranha que os nossos parlamentares sejam tão submissos ao Executivo que abram mão “de suas prerrogativas e ainda defenda ardentemente o direito do Palácio do Planalto de fazê-lo ao arrepio da Constituição”.
 
”O truque é o seguinte: fica estabelecido que conforme a política para o salário mínimo até 2014, os parâmetros para se chegar à proposta do governo são aqueles acertados com as centrais sindicais em 2007 - PIB dos dois anos anteriores mais a inflação do período -, sendo o valor fixado por decreto ano a ano”.
 
Assim pelos “pelos próximos três anos, se o Senado aprovar o projeto tal como está, o governo fica livre dessa discussão no Congresso. Uma graça o principal argumento do líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira: a medida elimina a "burocracia"”.
Conclui-se que os próprios parlamentares, eleitos para representar os interesses do povo, consideram-se “meros carimbadores das decisões do Planalto e veem o debate no Parlamento como um trâmite burocrático”.
 
Depois disso ficou fácil compreender porque o PT escolheu o notório “propineiro” João Paulo Cunha, para presidir a “Comissão de Constituição e Justiça da Câmara”, responsável de examinar a constitucionalidade das leis que vão ser debatida no Congresso, que examinou o tal dispositivo embutido na lei do salário mínimo, e não achou nada demais.
 
João Paulo Cunha e esposa Maria Regina Cunha, respondem no STF no processo do mensalão, por lavagem de dinheiro, peculato e corrupção passiva. Enquanto presidente da Câmara, ele usava a mulher como “mula” para sacar o dinheiro que o bandido Marco Valério, dono da agência SMPB, depositava no Banco Rural em Brasília. O objetivo era privilegiar a agência na licitação que tramitava no Congresso Nacional.
 
A única voz destoante para evitar a aprovação da excrescência foi a deputado Roberto Freire (PPS/SP), que não teve apoio nem da base governista, como era de se esperar, muito menos da oposição, cada vez mais estranha. Freira ameaça recorrer ao Supremo Tribunal Federal com uma ação direta de inconstitucionalidade, caso o Senado aprove a lei como está, “baseada no dispositivo da Constituição segundo o qual o valor do salário mínimo deve ser fixado por lei” e não por decreto, como sugere Dilma.
 
”Argumenta Freire: “se for por decreto presidencial, só o poder público será obrigado a cumprir. A sociedade e a iniciativa privada poderão ignorar, pois seu parâmetro é a Constituição e não o Diário Oficial”.
Alguns parlamentares mais extremados chegaram a argumentar simplistamente que "se o cálculo está fixado em lei e o governo tem maioria no Congresso, o debate é sempre inútil". Chocante que eles se autoeliminem, sem nenhum pudor.
 
Se for assim, com cartas marcadas e subserviência absoluta, mais prático e mais barato seria, deixar de hipocrisia, e fechar de vez o Congresso Brasileiro.

quarta-feira, janeiro 12, 2011

Um discurso para entrar para a História!

Após a leitura, assista o vídeo e observe a verdade, dita por um nordestino, com calma e serenidade ímpar no congresso nacional.

Aos 86 anos, recusa profeticamente a comenda "Dom Helder Camara".

‘ATENTADO’

A atitude do bispo surpreendeu senadores.

Num ataque ao Congresso, o bispo disse que o aumento dos parlamentares deveria ter seguido o reajuste do salário mínimo. Por isso se transformou em um “atentado” aos direitos humanos dos brasileiros.


Discurso de Dom Manuel Edmilson da Cruz, Bispo Emérito da Diocese de Limoeiro do Norte – CE, durante a outorga da Comenda de Direitos Humanos Dom Helder Camara, conferida pelo Senado Federal, no dia 21 de dezembro de 2010

"A surpresa chegou aos meus ouvidos à noitinha, quinta-feira 16 de dezembro. Como o alvorecer da aurora e a vibração cantante de um bom-dia. Mais que surpresa: era como se alguém de extraordinária generosidade tivesse enfocado uma libélula projetando a sua leveza e levando-a a atingir as proporções de um águia ou de um condor.

Passa por esse crivo o meu cordial agradecimento ao senhor Senador Inácio Arruda, aos seus ilustres Pares que o apoiaram e a todo Congresso Nacional.

Pensei, em vista dos meus oitenta e seis anos, em receber essa honraria por meio de um representante. Mas Congresso Nacional merece respeito. Verdadeiro Congresso Nacional é sinal de verdadeira democracia.

A honrosa condecoração, porém, dos Pais da “Pátria”, (como diriam os Romanos “Patres Conscripti”), me faz refletir. Precatórios que se arrastam por décadas; aposentados, idosos com suas aposentadorias reduzidas; salários mínimos que crescem em ritmo de lesmas... depois de três meses de reivindicações e de greves, os condutores de ônibus do transporte coletivo urbano de Fortaleza, dos cerca de 26% de aumento pretendido, mal conseguiram e a duras penas, pouco mais de 6%, quer para a categoria, quer para o povo, principalmente os pobres da quinta maior cidade do nosso Brasil.

Pois é exatamente neste momento que o Congresso Nacional aprova o aumento de 61% dos honorários de seus Parlamentares que em poucos minutos chegam a essa decisão e ao efeito cascata resultante e o impõe ao povo brasileiro, o seu, o nosso povo. O povo brasileiro, hoje de concidadãos e concidadãs, ainda os considera Parlamentares? Graças ao bom Deus há exceções decerto em tudo isso. Mas excetuadas estas, a justiça, a verdade, o pundonor, a dignidade e a altivez do povo brasileiro já tem formado o seu conceito. Quem assim procedeu não é Parlamentar. É para lamentar. Prova disto? Colha na Internet.

Bem verdade é que a realidade não é assim tão simples e a desproporção numérica, um dado inarredável. Já existe – e é de uma grandeza bem aventurada! – o SUS; o bolsa família. Aí estão trinta milhões de brasileiros, que da linha de pobreza, às vezes até da indigência, alcançaram a classe média. É verdade a atuação do Ministério da Saúde. Existe o Ministério da Integração Nacional. É verdade! Mas não são raros os casos de pacientes que morreram de tanto esperar o tratamento de doença grave, por exemplo, de câncer, marcado para um e até para dois anos após a consulta. Maldita realidade desumana, desalmada! Ela já é em si uma maldição. E me faz proclamar em pleno Congresso Nacional, como já o fiz em Assembléia Estadual e em Câmara Municipal: Quem vota em político corrupto está votando na morte! Mesmo que ele paradoxalmente seja também uma pessoa muito boa, um grande homem. Ainda não do porte de um Nelson Mandela que, ao ser empossado Presidente da República do seu país, reduziu em 50% o valor dos seus honorários.
Considerações finais

Senhores e Senhoras,

Sinto-me primeiro, perplexo; depois, decidido. A condecoração hoje outorgada não representa a pessoa do cearense maior que foi Dom Helder Camara. Desfigura-a, porém. Sem ressentimentos e agindo por amor e por respeito a todos os Senhores a Senhoras, pelos quais oro todos os dias, só me resta uma atitude: recusá-la! Ela é um atentado, uma afronta ao povo brasileiro, ao cidadão, a cidadã contribuintes para o bem de todos com o suor de seu rosto e a dignidade do seu trabalho. É seu direito exigir justiça e eqüidade em se tratando de honorários e de salários. Se é seu direito e eu aceitar, estou procedendo contra os Direitos Humanos. Perderia todo o sentido este momento histórico. O aumento a ser ajustado deveria guardar sempre a mesma proporção que o aumento do salário mínimo e da aposentadoria. Isto não acontece. O que acontece, repito, é um atentado contra os Direitos Humanos do nosso povo.

A atitude que acabo de assumir, assumo-a com humildade. A todos suplico compreensão e a todos desejo a paz com os meus sinceros votos e uma oração por um abençoado e Feliz Natal e um próspero e Feliz Ano Novo! DEUS SEJA BENDITO PARA SEMPRE!"

Fonte: e-mail

terça-feira, janeiro 26, 2010

Para a perpetuação no poder…"tudo".

2010: Cristais quebrados

por Carlos Vereza

carlos-vereza Não é necessário ser profeta para revelar antecipadamente o que será o ano eleitoral de 2010.
Ou existe alguém com tamanha ingenuidade para acreditar que o “fascismo galopante” que aparelhou o estado brasileiro, vá, pacificamente, entregar a um outro presidente, que não seja do esquema lulista, os cargos, as benesses, os fundos de pensão, o nepotismo, enfim, a mais deslavada corrupção jamais vista no Brasil?

Lula, já declarou, que (sic) “2010 vai pegar fogo!”. Entenda-se por mais esta delicadeza gramatical, golpes abaixo da cintura: Dossiês falsos, PCC “em rebelião”, MST convulsionando o país… Que a lei de Godwin me perdoe - mas assistiremos em versão tupiniquim, a Kristallnacht, A Noite dos Cristais que marcou em 1938 o trágico início do nazismo na Alemanha.

E os “judeus” serão todos os democratas, os meios de comunicação não cooptados (verificar mais uma tentativa de cercear a liberdade de expressão no país: em texto aprovado pelo diretório nacional do PT, é proposto o controle público dos meios de comunicação e mecanismos de sanção à imprensa). Tudo isso para a perpetuação no poder de um partido que traiu um discurso de ética e moralidade ao longo de mais de 25 anos e, gradativamente, impõe ao país um assustador viés autoritário. Não se surpreendam: Há todo um lobby nacional e internacional visando a manutenção de Lula no poder.

Prêmios, como por exemplo, o Chatham House, em Londres, que contou com “patrocínios” de estatais como Petrobras, BNDES e Banco do Brasil, sem, até agora, uma explicação convincente por parte dos “patrocinadores”; matérias em revistas estrangeiras, enaltecendo o “mantenedor da estabilidade na América Latina”. Ou seja: a montagem virtual de um grande estadista…
Na verdade, Lula, é o übermensch dos especuladores que lucram como “nunca na história deste país”.

Sendo assim, quem, em perfeito juízo, pode supor que este ególatra passará, democraticamente, a faixa presidencial para, por exemplo, José Serra, ou mesmo Aécio Neves?

Pelo que já vimos de “inaugurações” de obras que sequer foram iniciadas, de desrespeito às leis eleitorais, do boicote às CPIs, como o da Petrobras, do MST e tantos outros “deslizes”, temos o suficiente para imaginar o que será a “disputa” eleitoral em 2010.
Confiram.

Fonte: e-mail

sexta-feira, janeiro 15, 2010

Por quê será?...


Por quê em "indisponível"?

Liguei para o suporte ao assinante e descobri que é "assim mesmo", o capítulo do mesmo dia só estará acessível ao assinante no dia seguinte. Em sendo assim, qualquer pessoa poderá ter acesso ao "merchã" que foi feito no capítulo de ontem (vide post abaixo) sobre o filme de Luis Inácio, "o filho de todos nós".

Em se tratando da novela em questão, tenho observado seus "merchandising" - (não sei como colocar isso no plural) e os referidos tem sido lastimáveis! Houve um da "Natura" que ocupou quase todo um bloco da novela, mau interpretado, mau inserido - a empresa não repetiu o investimento.

Na falta de melhores opções houve outros com empresas (certamente cariocas) de jardinagem e decoração com visibilidade para seus carros de trabalho e seus proprietários em cena. Na mesma epóca, ainda nov/dez/2009 a volúpia por dinheiro foi tanta, que diante da falta de investidores de mais peso, como instituições bancárias, colocaram no Hospital da novela o nome de uma "Nossa Senhora X", de novena que corria "vendida" pela Internet desde 2008 - eu pensei que aquilo houvera sido o máximo da pequenez, mas na semana passada fui surpreendida por algo ainda mais tosco, senão cruel!

Deixo claro que esta é a minha opinião, até porque vivo um momento em que sei e percebi isso, porque os elementos que mencionarei abaixo, tem feito parte de minha vida nos últimos quatro meses.

E o "merchã" foi assim:

Estando em cena uma das médicas com sua paciente portadora de cancer, a médica explica ao marido da paciente porque sua esposa ficará internada e como ela, médica, fará para reverter a situação de baixa imunidade na qual se encontra a "esposa-paciente". Estaria tudo certo e tudo bem para o bom telespectador, se a médica não tivesse mencionado, e com ênfase, e com todas as letras, o nome do medicamento que ia aplicar à paciente e que a tiraria - quase que de imediato da situação em que se encontrava - é positivamente um
"merchandising" em favor do laboratório Roche, produtor do medicamento mencionado na cena e que custa próximo de 5 salários mínimos a aplicação, cuja liberação para um paciente no estado em que estava a paciente da novela, o governo requer além de inúmeros documentos e relatórios médicos, uma semana de prazo para a liberação - ...se houver disponibilidade!

Por quê decantar os benefícios de um medicamento que não está ao alcance de qualquer paciente que o necessite? O medicamento é tão "caro" que nem os nossos "planos de saúde" nos facilitam o acesso! Eu passei por essa experiência ainda em dez.2009!

Fazer
"merchandising" do filme de Luis Inácio, o nordestino coitadinho, que venceu em São Paulo e tornou-se o nosso "feitor" é bobaginha para uma Rede de Televisão que aceita dinheiro seja de quem for, para o que for, sem qualquer ética ou seleção eletiva.

Aos seus "funcionários" a Rede Globo impõe, como se pode observar no vídeo abaixo, e eu duvido que se a atriz se recusasse, não fosse penalizada! Não seria um caso de "direitos humanos"!? Que "LIS" tome providências contra a sua "divulgadora"!

Ana Maria

quinta-feira, janeiro 14, 2010

Rede Globo em “indisponível”!

viver_a_vidaFonte: Coturno Noturno

“Acaba de sair um merchã do filme do Lula na novela das 20 horas, da Rede Globo. Cada ação custa no mínimo R$ 500 mil. Será que agora vai? Vai para quem? Quem paga? É BV da Petrobras ou do BB? Este país virou uma PuTaria!

Se ainda existe oposição no Brasil, deve entrar com uma ação para saber quem pagou e quanto custou o merchandising do filme do Lula na novela das 20 horas da Rede Globo. Ou vão ficar com medo da Globo?”

*

Ao tentar acessar o capítulo na íntegra para rever a cena sobre o merchandising, deparei com a seguinte informação: “Conteúdo indisponível” Este vídeo não pertence mais ao catálogo do Globovídeos”

O acesso não é permitido nem para assinantes, que como eu, pagam mensalmente para assistir a qualquer hora, a qualquer dos programas que a Rede transmite, excluso BBB.

Por quê será!?

VV

segunda-feira, janeiro 11, 2010

DEMOCRACIA AMEAÇADA

O decreto do fim do mundo

Matéria imperdível do “the passira news”

Por que exatamente no ano em que ocorreram as eleições para presidente da república, monta-se um clima artificial de instabilidade política no país. O núcleo guerrilheiro e terrorista do governo Lula, usa o pretexto da criação de uma política de direitos humanos, para tentar dar um golpe de estado por decreto, minando ao mesmo tempo e de uma só vez, a sustentação do estado democrático de direito em diversas fontes.

Agência Brasil

CONSPIRAÇÃO - Os principais responsáveis: Lula, Dilma, Vanucchi e Tarso Genro

Fontes: O Globo, Jornal Nacional, Blog Democratas

Alertados dos danos do tal decreto, denunciado no, no dia 31 de dezembro, na nota postada no Blog Democratas e mais tarde num texto de César Maia, que denunciava ter Dilma estuprado a lei de Anistia, fomos de encontro ao decreto publicado no Diário Oficial da União, onde constava o texto aprovado pelo presidente Lula do “Programa Nacional de Direitos Humanos” e ficamos preocupados com a gravidade da situação, que podia ser gerada pela publicação, até então tratada como uma crise militar.

Postamos nossas conclusões preliminares num texto onde entre outras coisas dizíamos, a respeito do tal decreto, que lendo nas entrelinhas, via-se que o projeto de Paulo Vanucchi e Dilma Rousseff era muito mais danoso que aparentava, e que foi concebido conspiratoriamente, nos subterrâneos da desfaçatez, por não respeitar os acordos com os comandos militares.
Ressaltamos o fato dele ter sido publicado sorrateiramente no fim do anos, para dificultar reações, no instante do recesso parlamentar e judiciário, quando todo mundo está focado nas festas natalinas e concluímos que a dupla havia inventado a “guerrilha burocrática” e que a crise que poderia se estabelecer seria não uma crise militar mas uma crise institucional.

Recebemos e-mails, não em forma de comentários, como é normal num blog, senão teríamos publicado, onde nos taxavam de direitista, torturador e até de blogueiro terrorista de direita, que atacamos o projeto pois tínhamos medo da implantação dos direitos humanos no país.

Nos três dias seguintes, muita gente, inclusive o irretocável Reinaldo Azevedo, comprovou que meu pânico inicial, tinha sido fruto de uma leitura apressada, de fim de ano, o problema era bem maior e bem mais grave do que havíamos descortinado.

Vale muito a pena, ler os textos do Reinaldo de Azevedo se quiser se aprofundar no tema:

01. O suposto decreto ...prega um golpe na justiça e extingue a propriedade privada...
02. Decreto... tenta censurar imprensa e movimentos sociais substituindo o congresso
03. Não se mata a democracia em um dia: o PT sabe que se trata de um processo lento

A questão é muito séria, pois demonstra exatamente a verdadeira índole doentia e deletéria do pessoal que quer continuar no governo brasileiro, dos petistas aboletados no poder há mais de sete anos, e que querem eleger, a todo custo, Dilma Rousseff, presidente do Brasil.

Ontem, numa matéria esclarecedora, o jornalista José Casado denuncia o tamanho da falcatrua que representa o tal decreto, que resolvemos transcrever, em parte.

Detalhe da pagina do "O Globo"
“Sob o pretexto da criação de um programa governamental dos direitos humanos, Lula alinhou uma miríade de promessas para este ano eleitoral: da regulação de hortas comunitárias à revisão na Lei de Anistia; da taxação de grandes fortunas às mudanças nas regras dos planos de saúde; da legalização do casamento homossexual à fiscalização de pesquisas de biotecnologia e nanotecnologia.

O decreto estabelece para os próximos 11 meses a elaboração de pelo menos 27 novas leis. E cria mais de dez mil novas instâncias burocráticas no setor público (entre ouvidorias, observatórios, órgãos “especializados e regionalizados do sistema de justiça, de segurança e de defensoria pública”, “centros de formação”, bancos de dados, comitês e conselhos federais, estaduais e municipais). Em paralelo, programa para este ano eleitoral duas dezenas de campanhas publicitárias nacionais (entre elas, uma sobre “informação às crianças e adolescentes sobre seus direitos” e outra sobre “direito ao voto e participação política de homens e mulheres”).

O plano foi coordenado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, com aval da Casa Civil, e recebeu contribuições de 17 ministérios. Na essência, tem propostas semelhantes às “diretrizes” sancionadas pelo Partido dos Trabalhadores para o programa de governo do então candidato Lula, no início da campanha eleitoral de 2002.

Seis meses depois, o candidato revogou-as com uma informal “Carta aos Brasileiros”, na qual se comprometia, principalmente, a manter o status quo na economia.

Agora, pela primeira vez em três décadas, Lula não será candidato.

Na reta final do seu mandato, o presidente assinou um decreto determinando o engajamento do governo em iniciativas para dar à Presidência da República meios de exercer o poder à margem do Congresso, via “plebiscitos, referendos, leis de iniciativa popular e de veto popular”.

O decreto tem um pouco de tudo e até mesmo propostas de senso comum, como a edição de legislação reprimindo castigos físicos em crianças. Como plano governamental tem, também, todos os ingredientes necessários para apimentar a campanha presidencial.

Quem adotá-lo poderá subir no palanque eleitoral dizendo-se a favor da taxação das grandes fortunas; da revisão da Lei da Anistia; da flexibilização das regras para reintegração de posse de propriedades invadidas; de mudanças no regime de concessão e outorga de licenças para rádios e televisões; da fiscalização de “projetos implementados pelas empresas transnacionais”, e, até da “fiscalização” dos impactos da biotecnologia e da nanotecnologia na vida cotidiana.

Caso seja adotado por um candidato governista, este poderia ter alguma dificuldade em explicar porque nos últimos 84 meses nada disso foi posto em prática. Mas algumas das propostas de ação contidas nesse decreto presidencial podem até acabar emulando uma boa agenda de debate eleitoral.

É o caso da revisão das regras para planos de saúde, da descriminalização do aborto e do direito ao casamento gay, entre outros.

A abrangência do programa de direitos humanos sancionado pelo presidente contrasta com o modesto desempenho dos projetos da área executados pela Secretaria de Direitos Humanos. Em 2009, por exemplo, a secretaria mostrou-se mais ativa em propaganda do que em ações de proteção aos idosos.

De acordo com dados do sistema de contas governamentais, gastou R$ 8,9 milhões em publicidade, ou seja, dez vezes mais do que no Programa Nacional de Acessibilidade, voltado aos idosos e pessoas com deficiência física.

As 73 páginas do decreto, disponível na página da Presidência da República na internet, requerem de qualquer leitor um pouco mais do que o exercício da paciência: o texto árido corre entre autoelogios e construções extremamente tortuosas, como “a valorização da pessoa humana como sujeito central do processo de desenvolvimento, enfrentando o atual quadro de injustiça ambiental”.

Mas sempre “orientado pela transversalidade” — escreveram os autores—, com foco na “intersetorialidade, ação comunitária, intergeracionalidade e diversidade.

Em resumo eles usam temas como o casamento gay, o movimento dos sem terra e dos sem tetos, a taxação das grandes fortunas, que são de apoio de setores significativos da sociedade, para impor o sonho guerrilheiro de governar o país sem legislativo, sem judiciário e sem imprensa livres e sem oposição debaixo de uma ditadura totalitária, como nunca se viu antes no país, nem se verá, esperamos.

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