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terça-feira, maio 17, 2011

Teste de sangue vai prever quantos anos restam a uma pessoa

Exame criado por empresa espanhola relaciona comprimento de parte dos cromossomos com o envelhecimento do corpo

 

Longevidade: o exame de sangue irá medir o tamanho dos telômeros do cromossomo do paciente. Quanto maior a estrutura, mais anos de vida a pessoa terá 
Longevidade: o exame de sangue irá medir o tamanho dos telômeros do cromossomo do paciente. Quanto maior a estrutura, mais anos de vida a pessoa terá.

Um novo exame de sangue criado pela empresa espanhola Life Length promete calcular quantos anos de vida uma pessoa tem pela frente. Pelo tamanho de uma parte do cromossomo, chamada de telômero, o teste, que deve custar mais de 1.000 reais, indica o ritmo do envelhecimento. Quanto maior o tamanho dessa estrutura, mais anos de vida a pessoa tem pela frente.

Enquete: Você faria um exame para saber quanto tempo vai viver?

Os telômeros são as “tampas” das extremidades do cromossomo, uma forma de proteção similar à presente nas pontas de um cadarço de tênis. Sempre que um cromossomo é replicado para a divisão celular, os telômeros encurtam. Esse encurtamento tem sido visto por diversos cientistas como um marcador biológico do envelhecimento, o relógio que marca a duração da vida de uma pessoa e  sua condição de saúde.

O teste comercial criado pela Life Length, que deve entrar no mercado europeu até o fim deste ano, irá medir o comprimento do telômero de cada paciente. Assim, pelo tamanho da estrutura, os cientistas poderão fazer uma análise da longevidade e da qualidade da saúde do paciente. Se a estrutura for pequena, será sinal de que o estilo de vida ou algum problema de saúde pode estar tirando anos de vida daquela pessoa.

A lógica do teste se baseia em pesquisas anteriores, algumas conduzidas pelos próprios cientistas que criaram o exame, que já haviam apontado que indivíduos mais saudáveis apresentam telômeros mais compridos. Já alguns problemas de saúde, como stress, doenças cardiovasculares, obesidade e Alzheimer, estão diretamente relacionados com a presença de telômeros menores.

“Saber se nossos telômeros estão um em comprimento normal ou não para determinada idade cronológica poderá indicar nosso estado de saúde e nossa “idade” fisiológica antes mesmo de algumas doenças aparecerem”, disse Maria A. Blasco, coordenadora do Grupo de Telômeros e Telomerase do Centro Nacional de Pesquisa sobre Câncer da Espanha e co-fundadora da Life Lenght, em entrevista à revista especializada Scientific American.

segunda-feira, abril 25, 2011

Praticar música na infância deixa adulto mais inteligente

Prática musical ajuda na criação de conexões no cérebro que lidam com os desafios da velhice


Inteligência musical: praticar um instrumento quando criança ajuda a lidar com os desafios da velhice
Inteligência musical: praticar um instrumento quando criança ajuda a lidar com os desafios da velhice (Jupiterimages)

Aprender a tocar um instrumento musical ainda criança pode ajudar a tornar o indivíduo mais inteligente na fase adulta. Um estudo americano analisou pessoas que tiveram aulas de piano, flauta, clarinete e outros instrumentos na infância. Aqueles que praticavam música quando pequenos tiveram desempenho melhor em testes de inteligência do que pessoas que não tiveram contato com a música. E quanto mais tempo os músicos mantiveram praticando até a idade adulta, melhores eram os resultados. O artigo foi publicado no periódico americano Neuropsychology.

Cientistas da Universidade de Kansas (EUA) dividiram 70 adultos entre 60 e 83 anos em grupos dependendo da experiência musical de cada indivíduo. Depois disso, foram aplicados testes de inteligência. Todos que tinham experiência com música começaram a praticar um instrumento quando tinham cerca de 10 anos e eram amadores. Os resultados mostraram que os músicos foram melhores que as pessoas que não tinham experiência com música.

Aqueles que continuaram tocando um instrumento por mais tempo foram ainda melhor nos testes. Contudo, músicos habilidosos, que ainda continuavam praticando na idade adulta, não foram melhores que aqueles que desistiram em uma idade avançada. Isso indica que a duração do estudo musical seria mais importante do que o fato de continuar tocando quando mais velho.

Para os autores da pesquisa, a atividade musical pode servir como um exercício de desafio cognitivo, fazendo o cérebro mais capaz de acomodar os desafios do envelhecimento. "Estudar um instrumento requer anos de prática e aprendizado. É possível que a prática crie conexões alternativas no cérebro que ajudam a compensar a redução cognitiva fruto da velhice", explicou Brenda Hanna-Pladdy, chefe da pesquisa, em entrevista ao jornal inglês Daily Mail.

Brenda acredita que tanto a quantidade de anos praticando música e o período da vida quando isso acontece são importantes. "Existem épocas cruciais na formação do cérebro que amplificam o aprendizado, o que torna mais fácil aprender um instrumento antes de determinada idade e, portanto, tem um impacto maior no desenvolvimento do cérebro".
 Fonte: Veja

quinta-feira, setembro 24, 2009

Lidando com a tentação

Duas câmeras escondidas e um desafio pros pequenos: "Estou te dando este marshmallow e vou ali que eu preciso fazer algumas coisas. Se você não comer, quando eu voltar te dou outro."
Hah, pra quê, as crianças ficam enlouquecidas testando o autocontrole, compensa ver até o fim. O vídeo é de Steve V, um filmmaker canadense.

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