Battisti livre
“O Supremo Tribunal Federal acaba de decidir que a sua suprema decisão não precisa ser cumprida. Acima do STF, está ele, o Supremo Lula. É supremamente lamentável.”
Fonte: Coturno Noturno
"Deus me respeita quando eu trabalho. Mas me ama quando eu canto."
“O Supremo Tribunal Federal acaba de decidir que a sua suprema decisão não precisa ser cumprida. Acima do STF, está ele, o Supremo Lula. É supremamente lamentável.”
Fonte: Coturno Noturno
Cuidemo-nos, tem mais um PeTralha pronto para dar o bote
Fonte: Lucia Hippolito
Contrariando tudo o que se dizia em Brasília, Antonio Palocci passou raspando no Supremo Tribunal Federal.
Por um apertado placar de 5 a 4, o STF decidiu não abrir um processo penal contra o deputado, por violação do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa.
Os quatro ministros que julgaram que havia, sim, indícios suficientes pelo menos para a abertura de uma ação penal foram Marco Aurélio Mello, Carmen Lúcia, Ayres Britto e o decano Celso Mello.
Nos últimos dias, dizia-se -- e publicava-se -- que a expectativa era de absolvição por unanimidade. Suas excelências estariam apenas tentando encontrar uma saída em juridiquês para livrar o ex-ministro.
Segundo o voto do ministro Gilmar Mendes, não se discute que o sigilo bancário do caseiro foi violado, não se discute que os dados bancários foram parar na revista Época por obra humana.
Ainda bem. De repente, a gente poderia ser levada a acreditar que o ET de Varginha tinha obtido os dados da conta de Francenildo e entregado à revista Época.
Mas segundo o longuíssimo -- e por vezes, maçante -- voto do presidente do STF, não há indícios suficientes que justifiquem a abertura de ação penal contra o deputado.
O STF, a mais alta corte constitucional do país, em plena posse de suas prerrogativas, criou a figura do crime sem criminoso.
Em suma, sobrou para o caseiro.
E para o ex-presidente da Caixa, Jorge Mattoso que, como membro da elite (como classifica o governo Lula a todo mundo que não adere), com toda a certeza vai ser absolvido daqui a 120 anos, quando todos os recursos forem julgados pela Justiça brasileira, mais rápida e ágil de que a de Timbuctu, com todo o respeito ao povo de Timbuctu.
Mesmo tendo se beneficiado do arquivamento do processo, Antonio Palocci ainda está às voltas com o fato de que faltou com a verdade em mais de uma vez, quando compareceu a comissões no Congresso Nacional.
Palocci afirmou reiteradamente que jamais havia frequentado aquela mansão em Brasília, onde imperavam lobistas e garotas de programa.
Jamais tinha presenciado tenebrosas transações e jamais tinha desfrutado de prazeres mundanos.
Foi desmentido mais de uma vez pelo caseiro da mansão, um desses seres "invisíveis", parentes da moça da limpeza, da mulher que serve café ou do rapaz que tira xerox.
Pois o caseiro Francenildo enfrentou o poderoso ministro e afirmou que o vira mais de uma vez na casa dos prazeres.
Isto não foi até hoje contestado.
Como candidato à presidência da República, oops, ao governo de São Paulo, Palocci deverá enfrentar alguns questionamentos.
Palocci livra-se do processo, mas não se livra das suspeitas.
Nada que um bom (e caro) marqueteiro não resolva, nesses tempos de moral elástica que estamos vivendo.
Não sei do que o editor reclama! “Elles” estão ficando um tanto “modestos” em suas aquisições para o bem estar de todos! Afinal, há que se ter um “certo” conforto para trabalhar!
Mãos à obra gente! Quem trabalhar para empresa privada que comunique ao seu patrão que sem conforto, não haverá produção.
O “Carrinho de Compras” traz uma boa lista de curiosidades adquiridas pelos órgãos públicos federais nos últimos dias. O Supremo Tribunal Federal (STF), por exemplo, faz parte da seleção. O órgão da instância máxima da Justiça brasileira empenhou (reservou em orçamento) R$ 822 durante a semana para a compra de um tubo de repelente para pombos e mil quilos de húmus de minhoca, um dos mais ricos adubos existentes. Além de um jardim verdinho, o tribunal também demonstra insatisfação com os pombos, que devem estar habitando o local... Fora do campo natureza, o Supremo também reservou R$ 8 mil para a compra de três sofás para recepção, de três, dois e um lugares.
Quem também comprou móveis foi o Superior Tribunal de Justiça (STJ), que comprometeu R$ 154,1 mil para a compra de 321 cadeiras giratórias para uso dos servidores. Outros R$ 4,5 mil foram empenhados para a aquisição de 120 fones de ouvido com envolvimento da superfície externa da orelha e um microfone. Agora é só sentar, relaxar e trabalhar com os novos equipamentos...
A Câmara dos Deputados também fez algumas aquisições, inclusive relacionadas a jardins. O órgão reservou R$ 7,1 mil para a compra de mais de 1,2 mil mudas de árvores e centenas de gramas de cebolinha, tomate, coentro, salsa, entre outras. A Casa ainda comprometeu R$ 2,7 mil para a compra de 125 vasos sintéticos para plantas ornamentais. O meio ambiente agradece...
Além disso, a Câmara optou por contemplar participantes de um curso de pós graduação do Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento dos servidores da Casa (Cefor). Comprometeu R$ 4,5 mil para a compra de 200 pastas destinadas aos alunos do curso. Os responsáveis pela condução e manutenção dos veículos oficiais do órgão também não passaram despercebidos. A Câmara empenhou R$ 539,2 mil para o pagamento dos terceirizados do setor. O valor serve para atender os dois primeiros meses de contrato, incluindo o 13º salário.
O Senado, por sua vez, preferiu contratar empresas do ramo de buffet e viagens. O órgão empenhou R$ 11 mil para o pagamento de buffets e R$ 35 mil para pagar agência de viagem que prestará serviços de hospedagem “aos senhores senadores e pessoas não residentes na cidade de Brasília, convidadas ou convocados pelo Senado, durante o corrente exercício”. Sem esquecer de embelezar o ambiente, o Senado reservou ainda R$ 820 para contratação de empresa para serviços de decoração.
Por fim, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) recorreu a um meio de transporte velho conhecido dos brasileiros, principalmente moradores do interior do país. O órgão comprometeu R$ 508 para a compra de uma bicicleta cargueira, de alumínio, aro 26. Resta saber quem vai montar na bike...
Clique aqui para ver as notas de empenho citadas no texto.
Isenção no jornalismo?
“É impressionante como não conseguimos nos livrar do autoritarismo.
Quando não é o próprio que entra em nossas vidas, nós o criamos no nosso subconsciente. O que diz Carlos vereza é algo que seria censurado, sem dúvida, no tempo da ditadura. Hoje em dia não existe mais censura oficial, mas parece que sentimos saudade dela, e a criamos onde ela nem existe.
E nem precisa censurar. Antigamente a censura era para que não tivéssemos conhecimento das falcatruas que eram cometidas nos altos escalões. Esse povo descobriu que não precisa. Pode fazer as falcatruas a seu bel prazer, elas podem ser denunciadas, fica por isso mesmo.
Mesmo assim ainda há alguns que ainda continuam a praticando. Nosso Supremo Pilantra Federal (não, ele não é o maior pilantra nacional, ele apenas ocupa o cargo de presidente do Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, dono de um currículo prá lá de suspeito, é dono de um institutozinho de fachada, o IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público) que emprega um jornalista da Rede Globo, Heraldo Pereira. Na função de jornalista, que se quer isento, isso é falta grave: não pode haver relação de subordinação de um jornalista a personalidades públicas, sob pena de colocar sob suspeita as informações dadas. Pois esse IDP anunciou um curso em que o Haroldo é professor. Denunciado por um blog bem tendencioso, o Cloaca News, mas que nesse caso está sendo bem objetivo, o IDP retirou a propaganda do curso, agora a página está em branco: censuraram a própria notícia!”
Notícia recebida por e-mail de C.R.
STJ reserva R$ 18 mil para compra de três mil litros de sabonete cremoso
(Essas "comprinhas" estão bem discretas!)
Em tempos de gripe suína, lavar as mãos é uma das recomendações... Pensando nisso, ou não, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) empenhou (reservou em orçamento) R$ 18 mil para a compra de três mil litros de sabonete cremoso para as mãos, incluindo as respectivas saboneteiras. A compra atende a seção de administração de edifícios do STJ.
Outros R$ 83 mil foram reservados para pagar dois cursos destinados a servidores do tribunal: R$ 75 mil para pagar treinamento e aperfeiçoamento do programa de reciclagem anual destinado aos servidores da secretaria de segurança do órgão e R$ 8 mil para custear despesas referentes a evento em Brasília. O dinheiro será usado para pagar “hospedagem em Brasília para a delegação espanhola; dois almoços de trabalho em Brasília para sete pessoas e três jantares de trabalho, para sete pessoas”. Resta desejar boa estadia no Brasil aos espanhóis.
Já o Supremo Tribunal Federal (STF) demonstrou preocupação em manter uma certa distância de segurança.... O tribunal empenhou R$ 3,4 mil para pagar o aluguel de “alambrado disciplinador”, que atende a seção de segurança patrimonial e instalações. E que ninguém se aproxime... O Supremo também reservou R$ 66,8 mil para a compra de 20 scanners de mesa. Os funcionários agradecem!
Quem uniu o útil ao agradável foi o Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE-SE). O órgão comprometeu, na última quarta-feira, R$ 2,5 mil para pagar a inscrição de dois servidores do tribunal em um curso de “gestão de frota de veículos”. Detalhe, o curso será realizado em Salvador, na Bahia, nos dias 1º e 2 de junho. Boa viagem e boa aula aos dois sortudos escolhidos...
A Presidência da República (PR), por sua vez, reservou R$ 974,00 para a compra de 100 pacotes com 500 compressas de gaze cada. Fora o aspecto médico, a PR empenhou R$ 4,2 mil para a compra de três ótimas televisões LCD de 32 polegadas.
Por fim, na contramão de itens luxuosos, o Comando do Comando Militar da Amazônia se preocupou com o estoque de alimentos para seus cães. A unidade comprometeu R$ 2,2 mil para a compra de 380 quilos de ração, sendo 80 quilos para filhotes. E o Escritório de Representação do Ministério das Relações Exteriores no Rio de Janeiro “cortou as asinhas” das árvores na sua localidade: R$ 7,7 mil foram empenhados para pagar a poda das espécies no local, centro do Rio.
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Fonte: Contas Abertas