"Deus me respeita quando eu trabalho. Mas me ama quando eu canto."

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sexta-feira, setembro 02, 2011

ENTERRO DO PAI DA LOIRA...

O pai da loira morreu. A amiga da loira, Ana
Paula, foi chamada para ajudar a cuidar dos preparativos.
- Beth, seu pai não pode ser enterrado com esta roupa.
Vá comprar um terno para ele.
- Amiga, eu não tenho dinheiro!
- Não tem importância. Eu pago.
E lá se foi a loira, em busca de um terno para enterrar seu
genitor.
Feito isto, após o entêrro, ela procurou a amiga:
- Preciso de dinheiro para pagar o terno.
- Quanto é?
- Duzentos reais.
Ela deu o dinheiro, como prometeu.

Passou um mês e a loira a procurou, novamente.
- Preciso de dinheiro para pagar o terno.
- Quanto é?
- Duzentos reais.
Por ter prometido, a amiga não questionou e deu a grana.

Mais um mês se foi e a loira voltou a procurar a amiga.
- Preciso de dinheiro para pagar o terno.
- Beth, em quantas prestações você comprou este terno?
- Heloooouuuuu. Nenhuma...
É que o terno era muito caro,
então ao invés de comprar,
eu aluguei...

quarta-feira, abril 27, 2011

“Programa de Reeducação de Terroristas”

presidiários 
Uma senhora americana escreveu um punhado de cartas à Casa Branca, queixando-se do tratamento dispensado aos 'insurgentes presos' (terroristas), sob custódia do seu governo na baía de Guantanamo. Ela recebeu a seguinte resposta do governo:



CASA BRANCA
Pennsylvania Avenue
Washington,D.C. 20016

Cara e preocupada cidadã:

Muito obrigado pelas suas recentes cartas contendo críticas ao modo como tratamos elementos do Talibã e da Al Qaeda presos atualmente nas prisões da baía de Guantanamo, em Cuba.

Nossa administração trata tais assuntos com seriedade e a sua opinião foi ouvida em alto e bom som aqui, em Washington.

A senhora adorará saber que graças às preocupações de cidadãos, como a senhora, nós estamos criando uma nova divisão do Programa de Reeducação de Terroristas que vai chamar-se 'PROGRAMA DE ACEITAÇÃO LIBERAL E ESPONTÂNEA DE RESPONSABILIDADE MORAL POR ASSASSINOS', ou seja, ''terrorista adotivo'.

De acordo com as premissas desse novo programa, decidimos alojar um terrorista sob seus cuidados pessoais.

Seu prisioneiro pessoal foi selecionado e o seu transporte, até a sua casa, foi programado para ser feito, sob escolta pesadamente armada, na próxima segunda-feira. Ali Mohammed Ahmed bin Mahmud (pode chamá-lo simplesmente de Ahmed) está destinado a ser tratado pela senhora com o sentido de se obter os padrões que a senhora pessoalmente tanto exigiu em suas cartas.

Provavelmente será necessário que a senhora contrate alguns vigilantes para assisti-lo.

Faremos inspeções semanais para nos certificarmos de que os seus padrões de tratamento estão compatíveis com os que a senhora tão veementemente recomendou em suas cartas.

Muito embora Ahmed seja um sociopata extremamente violento, esperamos que a sua sensibilidade ao que descreveu como seu 'problema de atitude' possa superar tais falhas de caráter.

Talvez a senhora esteja certa ao descrever estes problemas como meras 'diferenças culturais'. Compreendemos que a senhora certamente planeja oferecer-lhe aconselhamento e escolaridade.

Seu 'terrorista adotivo' é extremamente proficiente em combate corpo a corpo e pode tirar uma vida humana com coisas tão simples como um lápis, um prego ou um clipe.

Aconselhamos que a senhora não peça a ele para demonstrar tais habilidades ao grupo de ioga a que pertence.

Ele também é perito em produzir uma ampla variedade de mecanismos explosivos a partir de produtos domésticos comuns, de modo que a senhora, talvez, deseje guardar esses itens em local bem trancado, a menos que, em sua opinião, isto possa ofendê-lo...

Ahmed não irá querer interagir com a senhora ou com suas filhas (exceto sexualmente), uma vez que ele considera as mulheres como formas sub-humanas de propriedade.

Este é um ponto particularmente sensível para ele e, por isso, ele é conhecido por seu comportamento violento em relação às mulheres que não conseguem se submeter ao seu código de vestuário, que ele recomenda como o mais apropriado a ser adotado.

Estamos certos de que vai apreciar a anonimidade proporcionada pela 'burka' com o passar do tempo.

Lembre-se apenas de que tudo faz parte do: 'respeito à sua cultura e às suas crenças religiosas'! Não foi assim que a senhora colocou o problema?

Obrigado, mais uma vez, pelas suas cartas.

Nós realmente apreciamos quando pessoas, como a senhora, nos mantém informados sobre a melhor maneira de conduzirmos o nosso trabalho. Dispense ao Ahmed o melhor dos seus cuidados - e lembre-se: estaremos de olho!

Boa sorte!

Cordialmente,

Seu amigo
Donald Rumsfeld
Secretário de Defesa do EUA

presidiários 2

Comentário:

"O Comando Vermelho, PCC, MST e Menores Criminosos, aguardam com grande expectativa a implantação no Brasil, desse programa que irá atender os "bandidos adotivos". Como os defensores dos "direitos" humanos, Deputados e Senadores, que legislam a favor dessa "sofrida" classe social, serão os primeiros a adotá-los.

Os brasileiros honestos e cumpridores da lei, terão que entrar na fila, em função do elevado número de defensores desses coitadinhos, carinhosamente chamados de excluidos, que só entraram nessa vida porque tinham "muita fome" e sérios problemas de visão, pois não conseguiam ler as placas dos canteiros de obras, onde dizia: "HÁ VAGAS !"


Fonte: e-mail (autor comentário: fonte)

Ocupado

Está muito pior do que eu!

quarta-feira, março 23, 2011

Coisas da Bahia

Como Maria Bethânia, coisas que só o baiano tem!

2011-03-19_ObamaSe, em sua visita ao Brasil, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, passasse por Salvador, seus tradutores teriam dificuldade em explicar o outdoor de boas-vindas produzido pelo Instituto Maria Preta. A placa estampa um "Digaí Negão", em letras garrafais, ao lado da imagem do presidente da nação mais rica do mundo.

Abaixo, enfim, a "tradução":Welcome President Barack Obama. ONG voltada à divulgação da cultura negra, o Instituto Maria Preta veiculou o outdoor como forma de tematizar, pelo viés da luta racial, a vinda do presidente americano ao Brasil.

Uma saudação não apenas para Obama, mas também para o universo de possibilidades que esta visita traz à população de origem africana. Para tanto, nada melhor que um "Digaí Negão", expressão típica de Salvador. 

Obama já estampou outro outdoor, produzido pela Agência de Publicidade Maria Comunicação, mantenedora do Instituto Maria Preta, quando ainda disputava as prévias do Partido Democrata com a ex-primeira dama americana Hillary Clinton e às vésperas de tornar-se o primeiro presidente negro dos Estados Unidos.
Fonte: Bahiaja

terça-feira, março 22, 2011

SÍNTESE DEFINITIVA

DAILY MÍLLOR

Se você conseguir juntar todo material sobre psicologia, psicanálise e psiquiatria já publicado pelos mais sábios, mais responsáveis e mais respeitados especialistas do mundo,
se você pegar todo esse material, livrá-lo de toda e qualquer complicação verbal, de todo e qualquer pernosticismo,
se você, depois disso, estudar profunda e apaixonadamente tudo o que sobra, verificando com calma, paciência e deliberação o que é essencial e o que é periférico,
se, uma vez feito isso, você reunir os analistas mais frios, mais simples, mais honestos e mais capazes, e reduzir todo esse material ao que é existencialmente essencial , você deverá obter uma definição clássica, possível de ser transmitida a todo mundo e capaz de ser compreendida por qualquer um, definição que fatalmente será esta:
VIVER NÃO É BISCOITO.
millor 4

sábado, março 20, 2010

Essa não dá para deixar passar!

MARISA FASHION
O vestido da Primeira Dama merece uma CPI

por “the passira news”

Alguém precisa investigar quem comete esses atentados contra a mulher do presidente Lula, principalmente nessas ocasiões mais solenes, como aconteceu há poucos dias no jantar que a família real da Jordânia ofereceu ao casal brasileiro
Lady Marisa sucumbe ante a simplicidade majestática da rainha Rania

Toinho de Passira

Como dissemos em outras ocasiões não queremos, com nossos comentários, ridicularizar, nem mesmo debochar de Dona Marisa, pelo contrário, quem a veste dessa maneira é que a está pondo numa situação vexatória.

A primeira Dama é uma pessoa simples, e como tal não está obrigada a conhecer as futilidades do mundo fashion e da alta costura. Dona Marisa já comprovou, muito antes, quando escolheu o companheiro, que bom gosto não é o seu forte.

Até se pode perdoar que nos primeiros eventos ela tenha se atrapalhado e não tenha se apresentado a altura do que se pode exigir da mulher que representa diplomaticamente o Brasil, nesses encontros internacionais, tão exageradamente fartos, nesse governo Lula.

Mas agora depois de sete anos de batente, não se pode perdoar que a própria primeira dama, o marido dela, alguma amiga, alguém do cerimonial do Itamaraty, não possa ter interferido positivamente por as coisas no devido lugar.

Como quase sempre Dona Marisa exagerou. O seu vestido balofo e estratosférico foi posto no pior momento, justamente ao lado de uma das mulheres mais elegantes, bonitas e discreta do mundo, a rainha Rania, esposa do rei da Jordânia, Abdullah II.

Postas lado a lado, de corpo inteiro, a evidencia do mau gosto da nossa primeira dama fica mais gritante. A rainha que sempre coloca em seu blog fotos das mulheres que visitam o seu país, poupou a nossa primeira dama do vexame e "esqueceu" de registrar sua passagem pela Jordânia.

Precisa ser preso, numa cela de segurança máxima, sem direito a cateterismo, estilista, homem ou mulher, que ao ver dona Marisa nesse vestido, tenha exclamado falsamente: “DES-LUM-BRAN-TE!” (Estilistas sempre separam as sílabas quando estão enganando a cliente.)

Não temos dúvidas que esse vestido foi muito caro. Também não temos dúvidas que foi pago com cartão corporativo. Portanto foi com nosso dinheiro que essa coisa “hor-ro-ro-sa “, foi comprado e nos representou naquela noite de gala no Palácio de Amã. Sentimo-nos envergonhados e humilhados pelo vexame que ela passou.

Fonte: the passire news”

Em concordância, acrescento: Eita povo que gosta de "tirar uma onda" com esse casal! Se há gente que abriga cobras e as cria, é a família "Luis Inácio da Silva"!

Só se pode achar que - dona Marisa, A Inútil, matém em seu palácio bons inimigos, que restam por detrás dela a gargalharem, e, Marisa, "A Inocente inútil" é tão simples, mas tão "simples" que nem se dá conta das peripécias de suas(seus) inimiga(o)s.

Mas ai eu pergunto: e precisam? Preocupações tolas e "fúteis" não frequentam nem a massa encefálica do marido e muito menos de sua digna primeira dama! Estão de "malas prontas e muito bem feitas"! Haverão de viver o que lhes resta de vida, como o "povão", que eles adoram mencionar, diz: "numa boa"!

O mal que um fez ao país e o "nada" que a outra prestou para a Nação...eles nem tem consciência disso! Muito menos ela, porque, do contrário, haveria de ter aprendido ao menos o mínimo - vestir-se corretamente.

E vamos combinar: a mulher tem mais sorte do que dá a parecer! Talvez porque já conhecesse a "lenda D. Marisa do Brasil", a rainha vestiu-se tão simplesinha, mas tão simplesinha, que eu até compreendo que ela não tenha publicado em seu blog o "favor" que fez para a "primeira dama do Brasil"

Sinceramente? Marisa mais se parece a um abajur que se ganha de uma tia já idosa...Aquela coisa que você se pergunta: "Onde isso cabe, onde posso colocar isso?" Sinceramente? Gargalhei com o modelito!!


quarta-feira, dezembro 23, 2009

A mala do ano ou a musa do apagão

Conheça os dez mais votados na eleição mais tradicional da temporada de prêmios

by Artur Xexéo

Quem disse que Dilma Roussef não é boa de voto? Pois dobre a língua. Depois de uma carreira política inteirinha construída em gabinetes, a ministra participa de sua primeira eleição verdadeiramente democrática e sai vencedora. Este ano não teve para mais ninguém. Deu Dilma na cabeça.

Ela é a minha, a sua, a nossa Mala do Ano.

Justiça seja feita: Dilma fez uma campanha impecável. Quando o concurso mal tinha começado, quando ainda não havia favoritos, Dilma arrumou um apagão, deixou o país quase todo às escuras e ainda deu uma série de declarações minimizando o desastre. Não deu outra. Ficou em primeiro lugar desde a primeira apuração. E, agora, quase no finzinho, quando seu nome já estava praticamente sendo superado por outras malas de destaque, ela foi a Copenhage para dizer que “o meio ambiente é uma ameaça ao desenvolvimento”.

Dilma ganhou o pódio definitivamente.
Daqui para a frente, ela pode perder todas as outras eleições a que se candidatar. Já tem um vitória. É a mala do ano, primeira e única. Pesada e sem rodinha.

A vitória por maioria absoluta de Dilma só foi ameaçada pela força que Caetano Veloso tem nessa área. Ninguém aguenta mais ouvir Caetano tendo opinião formada sobre tudo. E, nas poucas vezes neste 2009 em que o leitor pensou que passaria uma semana inteira sem ouvir falar em Caetano Veloso, o cantor dava um jeito de levar um tombo no palco, e começava tudo outra vez. O número de votos no baiano, por sinal, foi uma síntese da predileção do eleitorado pelo voto na baianada da música brasileira. Caetano tornou-se vicecampeão, mas ele representa Claudia Leytteh (sei que ela não é baiana de nascimento, mas é baiana na alma), Ivete Sangalo, Carlinhos Brown... É o voto-axé. É a mala regional.

O terceiro posto ficou com um personagem que ainda não tinha aparecido em nossa lista anual. Ele é empresário, ele é rico, ele cuida da cidade, ele é mala: Eike Batista, o homem dadivoso que Madonna ainda não tinha encontrado em lugar algum do mundo. Vamos combinar que, desde os tempos em que tinha o nome na coleira da Luma, Eike merecia estar no Top Ten. Mas escapou. No entanto, a superexposição — como todo mundo sabe, superexposição é credencial VIP para entrar na lista dos dez mais — dos últimos tempos não permite que ele fique de fora. Eike conquistou um honroso terceiro lugar. É mala de rico. É uma Louis Vuitton legítima.

No quarto lugar apareceu uma mala que tinha tudo para ser a mais votada do ano, mas dividiu a preferência do eleitorado com o campeão.
É o ministro Edison Lobão, aquele que, quando soube do apagão, achou que nem era com ele, que não tinha nada a ver com aquilo.

Como já vimos, o apagão influenciou muito os votos deste ano. Mas, falando sério, é uma mala sem charme. Lobão é uma mala apagada.

Logo depois do ministro do apagão aparece uma mala pequenininha, do tamanho de uma minissaia: Geyse Arruda. A aluna da Uniban que criou, em pleno século XXI, um caso com cara de anos 50. Num primeiro momento, Geyse até teve a simpatia do eleitorado. Mas não resistiu ao primeiro flash. Aproveitou os 15 minutos de fama para ir ao programa de Luciana Gimenez, para dizer que tinha recebido convites da “Playboy”, para virar notícia em sites de fofoca, para passar por transformação em programas vespertinos da TV... Geyse é mala. Injustiçada, mas mala. Perseguida, mas mala. Vítima de preconceito, mas mala.

Devido ao tamanho de sua minissaia, virou a pochette do ano.

O sexto e o sétimo lugares devem ser anunciados juntos. Por que um ficou na frente do outro? Por que um é mais mala do que o outro? Tenho minha teoria. Eduardo Paes, o prefeito, ficou com a sexta posição; Sergio Cabral, o governador, com a sétima. Paes, a bem da verdade, começou a eleição com poucos votos. Mas aí implicou até com o coco na praia e, na reta final, posou para quela foto em que simulava pegar uma onda sobre sua mesa de escritório. Foi fatal. Eduardo Paes é mala esportiva. E, na modesta opinião do presidente do Trema — o Tribunal Regional da Mala Eleitoral —, só ficou na frente do governador porque o eleitorado acreditou que, cravando seu voto em Sergio Cabral, corria o risco de ele não aparecer para receber o prêmio. Certamente estaria fora do país. Sergio Cabral é uma mala perdida na esteira do aeroporto.

O espaço está acabando e ainda faltam três malas a serem abertas. São malas cheias, por isso estão ocupando tanto espaço. O oitavo lugar ficou com Jesus Luz, a mala acoplada. O modelo e DJ não falou muito, mas só sua performance de papagaio de pirata (papagaio mudo, que fique claro) já foi o bastante para ele aparecer entre os mais votados.
Em penúltimo lugar, encontramos uma mala da televisão. Neste 2009 não tivemos atrizes de novela ou participantes de reality shows.

Todos os votos sobraram, então, para Luciano Huck. O principal argumento do eleitorado foi o excesso de anúncios em que ele aparece como garoto-propaganda. É justo. Uma mala comercial.
E, por último, ela, a musa da irritação, a protagonista de “Irritando Fernanda Young” que, na verdade, deveria ser chamado de “Fernanda Young irritando”. Aquela que posa para a “Playboy” e ainda faz tese a respeito. É a mala que não foi depilada.

A todas as malas que se sentiram injustiçadas por não estar nesta lista, fica um conselho: não desista. Ano que vem tem mais.

ass. malas rosas byBeto

quinta-feira, setembro 24, 2009

Lidando com a tentação

Duas câmeras escondidas e um desafio pros pequenos: "Estou te dando este marshmallow e vou ali que eu preciso fazer algumas coisas. Se você não comer, quando eu voltar te dou outro."
Hah, pra quê, as crianças ficam enlouquecidas testando o autocontrole, compensa ver até o fim. O vídeo é de Steve V, um filmmaker canadense.

terça-feira, setembro 22, 2009

Vamos "Lular"?

Lular
[Do analfabeto Lula]: Verbo totalmente irregular de estranha conjugação.

1.. Ocultar ou encobrir com astúcia e safadeza; disfarçar com a maior cara de pau e cinismo.

2.. Não dar a perceber, apesar de ululantes e genuínas evidências; calar.

3. Fingir, simular inocência angelical.

4. Usar de dissimulação; proceder com fingimento, hipocrisia.

5. Ocultar-se, esconder-se, fugir da responsa.

6. Tirar da reta, atingindo sempre o amigo mais próximo, sem dó nem piedade (antes ele do que eu).

7. Encobrir, disfarçar, negar sem olhar para as câmeras e nos olhos das pessoas.

8. Fraudar, iludir

9. Afirmar coisa que sabe ser contrária à verdade, acreditar que os fins justificam os meios.

10. Voar com dinheiro alheio.

segunda-feira, setembro 21, 2009

Uma aposentadoria bem planejada

Essa é ótima!!!

England'sbristol Zoo Externamente ao England's Bristol Zoo, existe um parque de estacionamento para 150 carros e 8 ônibus. Por 25 anos, a cobrança do estacionamento era efetuada por um muito simpático atendente.

As taxas eram o correspondente a US$1.40 para carros e US$7.00 para ônibus.

Um dia, após 25 sólidos anos de nenhuma falta ao trabalho, ele, simplesmente, não apareceu.

A administração do Zoo, então, ligou para a Prefeitura e solicitou que enviassem um outro atendente.

A Prefeitura fez uma pequena pesquisa e respondeu que o estacionamento do Zoo era da responsabilidade do próprio Zoo, não dela. A administração do Zoo respondeu que o atendente era um empregado da Prefeitura. A Prefeitura, por sua vez, respondeu que o atendente do estacionamento jamais esteve na sua folha de pagamento.

Enquanto isso, descansando em sua bela residência em algum lugar da costa da Espanha (ou algo parecido), existe um homem que, aparentemente, instalou a máquina de cobrança por sua conta e, então, simplesmente começou a aparecer, todo dia, coletando e guardando as taxas de estacionamento, estimadas em US$ 560 por dia... por 25 anos!

Assumindo que ele trabalhava os 7 dias da semana, arrecadou algo em torno de US$7 milhões de dólares.
E ninguém sabe, nem mesmo, seu nome...

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Fonte: e-mail

terça-feira, setembro 15, 2009

A serpente ficou sem punição


De Millôr

“Fica frio, amigo, não foi o brasileiro o inventor da corrupção. Baseado no mais profundo ensinamento da minha religião, a corrupção começou no Princípio dos Princípios, justamente no Jardim do Éden. Quando os dois proto-safados, corrompidos pela Serpente, desrespeitaram a Lei do Senhor e comeram o Fruto da Ciência do Bem e do Mal, o desrespeito espantoso ficou conhecido como A Queda. Mas não passou assim pelo Todo (como era conhecido o Todo-Poderoso), que condenou os três culpados por uso indevido de bem público e formação de quadrilha. Logo o Anjo Gabriel, executor das ordens do Supremo, expulsou Adão e Eva do Paraíso, obrigando-os a viver na periferia, a leste do Éden. Mas a Serpente, misteriosamente, nunca foi punida.”

Lula quer trocar sucatão por avião francês

avião frances...

sábado, setembro 12, 2009

CRIANÇA DIZ CADA COISA . . .

Havia, na revista 'Pais e Filhos', um espaço de Pedro Bloch, pediatra e teatrólogo, de coisas engraçadas que as crianças diziam.

anjo e ponei  moldura

1)- Uma menina estava conversando com a sua professora.
A professora disse que era fisicamente impossível que uma baleia engula um ser humano porque apesar de ser um mamífero muito grande, a sua garganta é muito pequena..
A menina afirmou que Jonas foi engolido por uma baleia.
Irritada, a professora repetiu que uma baleia não poderia engolir nenhum ser humano; era fisicamente impossível.
A menina, então disse:
- Quando eu morrer e for ao céu, vou perguntar a Jonas.
A professora lhe perguntou:
- E o que vai acontecer se Jonas tiver ido ao inferno?
A menina respondeu:
- Aí a senhora pergunta.

anjinha com  flor na mão gde

2)- Uma professora de creche observava as crianças de sua turma desenhando.
Ocasionalmente passeava pela sala para ver os trabalhos de cada criança.
Quando chegou perto de uma menina que trabalhava intensamente, perguntou o que desenhava.
A menina respondeu:
- Estou desenhando Deus.
A professora parou e disse:
- Mas ninguém sabe como é Deus.
Sem piscar e sem levantar os olhos de seu desenho, a menina respondeu:
- Saberão dentro de um minuto.

anjo chapéu, coraç

3)- Uma honesta menina de sete anos admitiu calmamente a seus pais que Luís Miguel havia lhe dado um beijo depois da aula.
- E como aconteceu isso? - perguntou a mãe assustada.
- Não foi fácil - admitiu a pequena senhorita - mas três meninas me ajudaram a segura-ló.

anjo pensando - des


4)- Um dia, uma menina estava sentada observando sua mãe lavar os pratos na cozinha.
De repente, percebeu que sua mãe tinha vários cabelos brancos que sobressaíam entre a sua
cabeleira escura.
Olhou para sua mãe e lhe perguntou:
- Porque você tem tantos cabelos brancos, mamãe?
A mãe respondeu:
- Bom, cada vez que você faz algo de ruim e me faz chorar ou me faz triste, um de meus cabelos
fica branco.
A menina digeriu esta revelação por alguns instantes e logo disse:
- Mãe, porque TODOS os cabelos de minha avó estão brancos?

anjo banho gato moldura

5)- Um menino de três anos foi com seu pai ver uma ninhada de gatinhos que havia acabado de nascer.
De volta a casa, contou, com excitação, para sua mãe que havia gatinhos e gatinhas.
- Como você soube disso? - perguntou a mãe.
- Papai os levantou e olhou por baixo - respondeu o menino - acho que ali estava a etiqueta.

Semana - bom findi Mônica

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