"Deus me respeita quando eu trabalho. Mas me ama quando eu canto."

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

'Não há ideologia que justifique'

Por Cora Rónai

Eu ainda acredito, como diz o Millôr, que imprensa é oposição, o resto, armazém de secos e molhados (para quem chegou ontem: pequena loja de bairro, precursora dos supermercados). Acho o jornalismo uma das mais nobres profissões, sobretudo em sua filosofia básica; o mesmo eu poderia dizer da filosofia da profissão médica, por exemplo, embora, numa e noutra profissão, muitos nem percebam a glória do que fazem, tornando-se indignos da "missão" que exercem.

Pode ser efeito colateral do joelho quebrado, pode ser ataque de saudosismo, mas o fato é que já vivi um tempo em que o, digamos, “ecossistema”, me dava mais alegrias. É claro que havia, como sempre houve, jornalistas a favor – há quem diga a soldo -- do governo. Bajular os poderosos dá lucro, quando não prestígio, que tantos perseguem.

Mas as águas de então estavam bem divididas: eles eram “eles”, nós éramos “nós”. Havia um inimigo comum. Além do que, e não é pouco!, tínhamos menos de 30 anos, às vezes pouco mais de 20. “Eles” tinham colunas e empregos públicos, candidatavam-se, enveredavam pela política sem constrangimento. “Nós” acreditávamos, sem duvidar, que o papel da imprensa era combater a ditadura, e que, derrotada esta, estariam derrotadas também a corrupção e a impunidade. Ganhávamos pouco, às vezes ridiculamente pouco. Não chegávamos, como a Amélia, a achar bonito não ter o que comer -- mas não faltava muito para isso.

Até que, um dia, apareceu um agrupamento político chamado PT, e o meio de campo começou a embolar. Isso não ficou claro à primeira vista, pelo menos não para aqueles de nós que ou éramos mais ingênuos, ou já não andávamos diretamente envolvidos em política. Eu me enquadrava nas duas categorias, e ia em frente. Mas minha ficha caiu quando, um dia, voltando de uma feira de tecnologia, com a jaqueta enfeitada com lindos pins e buttons de sistemas operacionais e de chips, levei um dedo no nariz de uma estagiária do JB que, até então, me parecera boa pessoa:

— Por que não está usando o button do PT?!

Levei um susto. Aquele gesto e aquela voz autoritária podiam ter saído de qualquer zona histórica "alienígena", sinistra.

— Exatamente por causa disso, respondi, mas acho que ela não entendeu. Eu, porém, entendi. Não havia mais "nós" e "eles". Havia patrulha e rancor, também entre "nós". Não havia mais o bom combate ou o livre pensar; havia apenas uma ideologia, como todas muito cômoda, construída com bloquinhos de lugares comuns que não exigiam grande raciocínio de ninguém. Ai de quem não compactuasse.
* * *
Quando Lula ganhou as eleições, achei que o mundo das redações voltaria à normalidade. Poder é poder. Imaginar que existe poder "de esquerda" é de uma ingenuidade que não combina com o cinismo e a desconfiança que, em tese, andam de mãos dadas com o jornalismo. Mas, obviamente, maior ingenuidade ainda é supor que quem se ajeita a uma bitola ideológica, por interesse ou por idealismo, guarda alguma capacidade de pensar por conta própria. Sobretudo quando a tal bitola começa a se mostrar lucrativa.
* * *
Já me prometi mil vezes não falar mais nisso e esquecer que hay gobierno soy contra, até porque o governo não está nem aí para o que nós, imbecis também conhecidos como contribuintes, achamos ou deixamos de achar. Quando o sangue me ferve nas veias (vale dizer todos os dias, quando pego o jornal), brinco de faz-de-conta: tento acompanhar o noticiário como se morasse em outra galáxia. O diabo é que há coisas que não há Star Trek que resolva. Agora mesmo, não sei o que me deixa mais perplexa e indignada na farra dos cartões corporativos, se o roubo descarado do nosso dinheiro, ou o contorcionismo mental de colegas, que já considerei gente de boa reflexão, tentando defender essa nojeira.

Os argumentos são espantosos. Aquela ex-ministra racista, que acha tão normal negros odiarem brancos, está, obviamente, sendo vítima de pessoas que não a conhecem; ora, se até o Zé Dirceu já garantiu que ela não agiu por má-fé! Roubou sem querer, a coitada, e a Grande Imprensa, branca e machista, lá, nos seus calcanhares. O outro comprou uma tapioca de míseros oito reais, e a Grande Imprensa, uivam os jornalistas amestrados, dá o fato em manchete. Como se o que estivesse em discussão não fosse o como, mas o quanto. Para não falar na eterna ladainha do governo, repetida como um press-release que, a essa altura, sequer tem o benefício da novidade: “na época do FhC era a mesma coisa”. Mas, perdão: não foi para isso que a atual corja foi eleita?! Para mudar tudo o que estava errado?! Para implantar um sentido ético no trato da coisa pública?!
* * *
O pior é que tanto faz quanto tanto fez. Enquanto o nosso dinheiro paga qualquer leviandade protegido pelo manto putrefato da “Segurança Nacional”, enquanto jornalistas arrastam a profissão na lama defendendo a corrupção, os poderosos, às nossas costas, se entendem. As famiglias ficarão a salvo.

“Eles” venceram.
.

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Para Sempre Campeão

A derrota para o argentino Carlos Berlocq, na primeira rodada do Aberto do Brasil nesta terça-feira, deixou Gustavo Kuerten, ex-número um do mundo, extremamente emocionado.
DESPEDIDA NACIONAL DE GUGA


Com o apoio da torcida desde o início do jogo, Guga pegou o microfone ao final do jogo, perdido por 2 sets a 0, 7-5 e 6-1, e, como num título ganho, agradeceu ao público e, especialmente, ao técnico Larri Passos, que o acompanhou por quase toda carreira. Chorando, o catarinense lembrou dos seus momentos na carreira também. "Antes mesmo de sonhar com Roland Garros, ou Wimbledon, eu nunca poderia imaginar todo mundo vindo aqui para me ver jogar. Isso nunca passou pela minha cabeça. Quero agradecer minha família, minha namorada e um cara que é muito mais gênio que eu...que é o Larri", declarou Guga ainda na quadra central do complexo.

O Aberto do Sauípe é o primeiro torneio de despedida do brasileiro na temporada. Depois da Bahia, ele deve jogar em Miami, challenger de Santa Catarina, Monte Carlo, Roma ou Hamburgo, e, por fim, Roland Garros.

Muito emocionado já, Guga fez uma síntese do seu sentimento naquele momento. "Não é que eu não queira jogar mais, é que não consigo mais", afirmou ao público depois de jogar uma partida apertada no primeiro set, quando teve chances de vencer e forçou sua contusão no quadril.

Após falar, Guga viu o técnico Larri descer à quadra e dar o seu depoimento também. "Bom, pessoal, é um momento muito difícil. Eu só queria agradecer a vocês todos, a todo publico brasileiro. Vocês colocaram ele lá [no topo]. Muito obrigado pelo carinho e por continuar lembrando do Guga", disse o treinador.

Guga e Larri estiveram juntos desde a adolescência do tenista. Apenas no final da carreira é que o catarinense abriu mão do técnico por um período de um ano. No final de 2006, os dois retomaram a parceria, que levou Kuerten a treinar mais forte e chegar a disputar alguns torneios no início de 2007.Após um novo tratamento para a contusão crônica, Guga jogou duplas no final do ano passado, e no começo deste ano, decidiu que fará um tour de despedida no circuito da ATP.

Guardado no Coração
.

À Minha Estrela

Estrela
Poema de Sunny Lóra

"Há uma estrela nova brilhando,
Surge com encanto, ao chegar
Do horizonte, em ritmo lento
Procura lugar seguro para ficar...

Pede licença à Lua,
Ainda tímida, a pensar…

Tudo que quer a pequena
É aumentar o brilho surgido
No encontro de seu perfeito par.

Em sonho de ser feliz
A estrelinha buscou esperança
E neste novo espaço, bem perto
Quer continuar criança…

E quando sentir saudade,
Promete à Lua, visitar…

Agora, é aqui que deseja ficar."

Feliz Aniversário minha estrelinha!
Brilhe muito e por muito tempo.
.

terça-feira, fevereiro 12, 2008

'Reação do Lider sobre Cartões Corporativos'

Assim mesmo é que deve ter se passado


Assista e divulgue.

Campus Party

Blogueiros marcam presença na Campus Party

Fonte: Info Online

SÃO PAULO – Nomes conhecidos da blogosfera brasileira apareceram no primeiro dia da Campus Party.

A feira, que acontece nesta semana no pavilhão da Bienal do Ibirapuera, em São Paulo, traz um setor especial só para os blogueiros. Chamado de Campus Blog, o espaço reúne nomes conhecidos, como o Mr. Manson, do Cocadaboa, a blogueira Nosferatt, dos blogs Blosque e Deusário, e Manoel Netto, do Tecnocracia.

Além de rever seus colegas blogueiros, Wagner Martins, o Mr. Manson, acredita que a Campus Party trará mais uma vez o debate sobre os rumos da blogosfera no Brasil. "Acho importante discutir se deve haver uma profissionalização dos blogs, se eles podem ser considerados mídia ou não etc.", afirma Martins.

Mr. Manson lembra que já existem muitos autores brasileiros que conseguem ganhar dinheiro com seus blogs, mas que não conseguem tê-los como única fonte de renda. "Ainda há um grande caminho a percorrer. Nem a grande mídia, nem os próprios blogueiros entenderam ainda o real papel dos blogs", diz Manson.

A blogueira Nosferatt é de opinião similar. No seu Blosque, ela dá dicas a outros blogueiros de como tornar seus endereços mais atrativos, desde quais widgets usar até como melhorar o texto. "Estamos longe de chegar ao nível da blogosfera em inglês. É possível ter um bom rendimento, mas é um processo muito lento", comenta.

Ela é uma das figuras excêntricas que circulam pela Campus Party. Sem dinheiro para vir a São Paulo, a blogueira "vendeu seu corpo na internet". Nosferatt mandou fazer um colete repleto de anúncios de outros blogs. No total, 17 colegas internautas ajudaram a bancar a estadia de uma semana na Campus Party.


segunda-feira, fevereiro 11, 2008

Saiba o que é o "M.S.T."

E veja um pouco da devastação que eles causam.

...era uma vez...

Yma
por Rivkah



"O que é uma filha sem o amor de sua mãe?
- É uma flor cheia de espinho
Para se defender do que "a vida lhe fez".
É procurar desesperadamente um rosto
É não sentir na boca nenhum gosto
e ter que dizer a si mesma
...era uma vez..."





Recebido por e-mail acompanhada pela melodia
"Intermezzo Cortazar acortado34"

em homenagem ao dia de ontem, 10.02.08

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Duas Caras?

Não, "Dois Pesos & Duas Medidas"
By myself

Não pretendo analisar a obra do Autor de "Duas Caras", Aguinaldo Silva, transmitida pela Rede Globo.

Bem antes do carnaval eu deixei de acompanhar essa trama, por conta de não encontrar nela a relevância que existe nas estórias de ficção em bons romances .

Há algumas obras televisivas, populares, que correspondem à bons momentos literários, mesmo que raramente, existe. Não vi nessa trama, até enquanto a acompanhei, nada que me prendesse a continuar acompanhando seu desenrolar, o que não significa que ela seja um fracasso, que não seja uma bela obra televisiva, que não seja muito popular e que não esteja fazendo jus a um ótimo "ibope" - segundo o autor.

Entre coisa e outra descobri que o Autor, Aguinaldo Silva, iniciou um blog para comentar sua novela, sua vida, as críticas que recebe (não mencionando os nomes dos seus críticos). Passei a ler o blog de Aguinaldo, e a deixar posts com minhas opiniões sobre a trama, sobre as apresentações dos capítulos, coisas tais. Claro, havia elogios, havia críticas em meus comentários.

Eu creio que quando alguém se dispõe a escrever através desse maravilhoso veículo, que é a Internet, sabendo que poderá ser lido por milhões de pessoas (considerando que me refiro a um escritor conceituado, a um "Global"), ele deverá saber que se expõe a críticos, queixosos e antagonistas (mesmo que sejam eles meros seres comuns e anônimos como eu), ou, ao menos deveria saber.

Ocorre que a obra de Aguinaldo Silva, em seu blog, não pode ser criticada por meros mortais como eu. Ocorre que Aguinaldo Silva pretende mostrar através dessa obra que (Duas Caras), segundo site da própria Rede Globo, baseia-se nas "duas caras" de José Dirceu (dai meu inicial interesse pela obra), críticas a posições do governo Lula, como cotas raciais, discriminação social (favelados) e alguns outros temas de interesse geral. Ocorre que para meu desgosto, tantos e tão bons temas, não passam de fachada!

Não acontece isso apenas na trama, (por conta da inconsistência de tais temas, eu abandonei o acompanhamento da mesma), ocorre isso também na realidade, ocorre isso no blog de Aguinaldo Silva.

Lá ocorre censura aos comentários, eles são sistemáticamente cortados ou "moderados" e introduzidos (se críticos), como se tudo fosse apenas flôres para o Autor - de alguma forma declarada, visto que ele tem um post onde diz que seu "moderador" é um "nerd"... Com tal "esfarrapo" como tentativa de convencimento, ele proclama sua obra como "prima", ou quase isso, em seus dois últimos posts.

Ela até poderá ser (se é que isso possa ser possível), mas seu blog é um pretencioso censor de seus críticos - sejam eles para a crítica construtiva, ou não.

Até a ficção faz pouco de Nós!

Ana Maria Cordovil

Elegância



quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Aurélio - Novo Verbo

DIZEM QUE A NOVA VERSÃO DO FAMOSO DICIONÁRIO AURÉLIO" REGISTRA UMA PALAVRA NOVA.

Na realidade, é um verbo novo, desconhecido em Portugal, mas muito usado atualmente no Brasil.

Não chega a ser sinônimo de malufar. É um conceito mais abrangente. TRATA-SE DE

Lular. [Do analfabeto Lula]:
Verbo totalmente irregular de estranha conjugação

1. Ocultar ou encobrir com astúcia e
safadeza; disfarçar com a maior cara de pau e cinismo.

2. Não dar a perceber, apesar de ululantes e genuínas evidências; calar.

3. Fingir, simular inocência angelical.

4. Usar de dissimulação; proceder com fingimento, hipocrisia.

5. Ocultar-se, esconder-se, fugir da responsa.

6. Tirar o -- da reta, atingindo sempre o do amigo mais próximo, sem dó nem piedade
(antes ele do que eu).

7. Encobrir, disfarçar, negar sem olhar para as câmeras e nos olhos
das pessoas.

8. Fraudar, iludir

9. Afirmar coisa que sabe ser contrária à verdade, acreditar que os fins justificam os meios.

10. Voar com dinheiro alheio.


Recebido por e-mail

quarta-feira, fevereiro 06, 2008

"Cozinha de Lula=Segurança Nacional"

Coisas que só um cartão compra


Blog Ricardo Noblat por José Negreiros

Nem a mais incompetente oposição, nem o mais populista líder político, como Lula, conseguirá evitar as conseqüências da poderosa propaganda antigoverno que a despensa do Palácio do Planalto acaba de por nas mãos dos adversários para ser usada nas eleições municipais deste ano.

Mensalão, sanguessugas e aloprados eram escândalos complicados demais para o eleitor médio entender, mas a tungada dos cartões, não. Onze mil companheiros tinham cartão de crédito para gastar ou sacar dinheiro para fazer compras.

Para o governo? Não. Para os próprios companheiros, como demonstram os importados da ex-ministra Matilde Ribeiro (Igualdade Racial), o chopinho do ministro Altemir Gregolin (Pesca) e a tapioca do colega Orlando Silva (Esportes).

Se esses três personagens, sobre os quais ninguém ouviu falar, fizeram uma farra de um quarto de milhão de reais, o que não deve estar acontecendo com um ministro de verdade, que tem mesmo contas a pagar?

Infelizmente não se pode mais saber com apenas alguns cliques (pelo menos no caso das despesas de Lula), pois por ordem do general Jorge Félix, encarregado da segurança do presidente, a cozinha de Lula é um problema de segurança nacional. A intervenção do general tem pelo menos a vantagem de mostrar para o contribuinte que o governo tem, sim, algo a esconder.

Por qualquer ângulo que se tente analisar o assunto ele é uma hilariante mistura de corrupção e cara de pau. Em vez de recursos não contabilizados, Matilde chamou os seus R$ 171.500 de “erro” e antes de ser demitida mandou dois assessores embora. A ex-ministra não se enganou. Ao contrário. Acertou em cheio. Só que com o meu, o seu, o nosso. Com isso os aloprados evitaram intermediários e complicadas operações cruzadas. Era só pegar o cartão e sacar.

Desta vez não é preciso sequer investigar, pois os petistas resolveram inovar e criar a caixa preta da roubalheira, que é o site Transparência (www.portaltransparência.gov.br) , de onde o general Jorge, aborrecido com a verdade, mandou tirar os dados das comprar de supermercado de Lula. Até o slogan do horário eleitoral da oposição está incluído: “Existem pouquíssimas coisas que o dinheiro não pode comprar. Para todo o resto existe o cartão corporativo Visa Companheiro!”

José Negreiros é jornalista

Marcha de Quarta-feira de Cinzas

Marcha de Quarta-feira de Cinzas

Composição: Carlos Lyra / Vinicius de Moraes

Acabou nosso carnaval
Ninguém ouve cantar canções
Ninguém passa mais brincando feliz
E nos corações
Saudades e cinzas foi o que restou.
Pelas ruas o que se vê
É uma gente que nem se vê
Que nem se sorri, se beija e se abraça
E sai caminhando
Dançando e cantando cantigas de amor.
E no entanto é preciso cantar
Mais que nunca é preciso cantar
É preciso cantar e alegrar a cidade...
A tristeza que a gente tem
Qualquer dia vai se acabar
Todos vão sorrir, voltou a esperança
É o povo que dança
Contente da vida, feliz a cantar.
Porque são tantas coisas azuis
Há tão grandes promessas de luz
Tanto amor para amar de que a gente nem sabe...
Quem me dera viver pra ver
E brincar outros carnavais
Com a beleza dos velhos carnavais
Que marchas tão lindas
E o povo cantando seu canto de paz.



segunda-feira, fevereiro 04, 2008

Vai Passar

.
Tudo Passa.
Tudo Passará.

*

* "...eles passarão e eu passarinho."

* Mario Quintana
.

Essa é a Sua Escola?

.
"Gr
êmio Recreativo

Escola de Samba

Em Nome do Amor"



Mestre-Sala e Porta-Bandeira - O Amor e a Amizade



Comissão de Frente - A Fé



Fantasias - Nossos Sonhos



Alegorias e adereços - A Esperança



Conjunto - A Amizade



Evolução - A vitória de cada um



Harmonia - O Carinho entre todos nós



Enredo - Eu te amo e te quero feliz!



Bateria - As do nosso coração.



Se esta é sua Escola, já é o 1º lugar!



Reproduzindo e-mail da amiga Gilda(sem autor)


Marchinha desse Carnaval

Autoria de Rômulo Marinho e Gustavo Dourado

sábado, fevereiro 02, 2008

"Cabô a Beleza"

Foto da Ex-Ministra da Igualdade Social, Matilde Ribeiro, durante leitura do comunicado de sua saída do governo Lula.

Com lenço, com documento, mas sem "nosso crédito" para gastar ao seu bel prazer, Matilde Ribeiro, depois de longos e gloriosos cinco anos "beleza", deixa o seu ministério (???), e, embora tenha cometido "erros administrativos", sai, não apenas com carta de referência pública, doada por nosso "presidente", mas
também com o direito de demitir os assessores que
"mal a assessoraram"
para o uso do cartão de crédito corporativo!

Coisas de PT.

*
Eu tenho um amigo europeu, que depois de viver no Brasil por quinze anos, falando quase um bom português, sempre, ao término de algo muito bom, prazeiroso ou lucrativo, dizia:
"Cabô a beleza"

Acabou tarde, minha senhora, já se fazia tempo.


Ana Maria Cordovil

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