
Fonte: Veja
"Deus me respeita quando eu trabalho. Mas me ama quando eu canto."
Vida trancada
Lara Cardoso
Quatro paredes e uma porta,
um pensamento e uma vida;
aqui dentro a vida morta,
lá fora, morre a vida...
Um sonho e um pensamento
O tempo que dilui cada momento,
um mundo que gira correndo,
as horas que passam se perdendo...
Lá fora o sol brilha impertinente,
aqui dentro só escuridão,
o corpo vivo, no pensamento ausente...
a vida, que se perde na razão.
Quatro paredes e uma porta
A quem isso importa?
a porta se abre a cada dia;
quando fecha, apaga a vida vazia!
Ariclê Perez (Campinas, 7 de setembro de 1943 — São Paulo, 26 de março de 2006) foi uma atriz brasileira.Foi casada com o diretor de teatro Flávio Rangel (1934 - 1988). Com carreira predominantemente teatral, Ariclê participou de mais de 40 peças teatrais, boa parte delas dirigidas por Flávio. Estreou na montagem de Electra, em 1967.
Contratada da Rede Globo desde 1988, participou ininterruptamente de várias novelas e minisséries. Alguns de seus papéis mais marcantes foram Elisinha Jordão, da segunda versão de Anjo Mau (1997), a Rosa Maria de Meu Bem, Meu Mal (1990) e a Ametista, de Felicidade (1991). Antes de sua contratação pela Rede Globo, participou de Cortina de Vidro, no SBT e de Como Salvar Meu Casamento, a última novela da extinta Rede Tupi, que não chegou a ter seu final exibido.
Seu último trabalho foi a minissérie JK, onde viveu a mãe de Juscelino, Júlia Kubitschek, na segunda fase da trama. Era uma das atrizes prediletas de Maria Adelaide Amaral, autora da minissérie, havendo trabalhado em praticamente todas as suas tramas desde a novela Anjo Mau.
No dia 26 de março de 2006, logo após o fim da minissérie JK (que terminou dia 24 de março de 2006), Ariclê faleceu, em decorrência da queda da janela de seu apartamento, no bairro de Higienópolis, em São Paulo, onde vivia sozinha. A polícia iniciou as investigações trabalhando sobre a hipótese de suicídio. Ela parecia estar vivendo por um período de depressão. Por uma ironia do destino, em sua última cena na minissérie JK, sua personagem, Dona Júlia, falecia.
Fonte: Wikipédia
Aracy Balabanian, (Campo Grande, 22 de fevereiro de 1942) é uma consagrada atriz brasileira. Os seus pais vieram para o Brasil da Armênia, fugindo do genocídio promovido naquele país pelos turcos otomanos. Nasceu em Campo Grande, capital do atual estado de Mato Grosso do Sul.
Aos quinze anos mudou-se para São Paulo com os sete irmãos. Fez o vestibular para Ciências Sociais e para a Escola de Arte Dramática, vindo a abandonar os estudos de Sociologia para se dedicar ao teatro.
A sua estréia em televisão foi na peça Antígona, de Sófocles, montada pela TV Tupi. Contrário à carreira da atriz, o pai de Aracy só aceitou a opção profissional da filha em 1968, quando ela contracenou com Sérgio Cardoso na novela Antônio Maria.
Se tornou uma das maiores intérpretes do meio. Versátil, é capaz de transitar por inúmeros gêneros e de criar personagens inesquecíveis como a idealista Violeta de O Casarão (1976), de Lauro César Muniz, a sofrida Maria Faz-Favor de Coração Alado (1980/81), de Janete Clair, a ardilosa Marta de Ti Ti Ti (1985/86) e a misteriosa Maria Fromet de Que Rei Sou Eu? (1989), ambas de Cassiano Gabus Mendes, a excêntrica Dona Armênia das novelas Rainha da Sucata (1990) e Deus nos Acuda (1992/93), ambas de Sílvio de Abreu e aquela que talvez seja a sua mais marcante, a fria e autoritária matriarca Filomena Ferreto de A Próxima Vítima (1995), também de Sílvio.
Curiosamente atuou pouquíssimo no cinema nacional. No teatro, pode-se ressaltar seus desempenhos em peças dirigidas por Ademar Guerra, como Hair, de 1968 e interpretando Clarice Lispector em Clarice Coração Selvagem, encenada em 1998.
Fonte: Wikipédia,
A cara de pau de Sarney
O presidente do senado pede que Tarso Genro investigue quem investiga Jarbas. Por que não pergunta ao senador Renan e poupa tempo e dinheiro público?
Fotomontagem Toinho de Passira
Fonte: Estadão
Ninguém imagina que o presidente do Senado, José Sarney, sabe quem está investigando o senador Jarbas Vasconcelos, desde que ele fez aqueles comentários “desagradáveis” sobre a existência de pessoas pouco correta nos quadros do PMDB, por coincidência o seu partido.
Por isso ele mandou a Polícia Federal de Tarso Genro, investigar. Quer uma “investigação rigorosa”, e pediu a Romeu Tuma que ajude, e talvez ainda solicite aos senadores Renan Calheiros e Romero Jucá, que usem suas influências dentro do governo e no submundo da espionagem para descobrir quem está fazendo isso com o senador Jarbas.
Sarney com os seus bigodes tingidos, nada quer saber que não seja ético ou correto durante a sua presidência.
Quando a senadora Ideli Salvati disse que havia sido até desrespeitada na eleição da comissão de Infraestrura, onde acabara de ser comparada a uma galinha, pelo senador Fernando Collor, Sarney saiu em sua defesa, reprovando quem quer que tivesse desrespeitado a “ilustre senadora”.
Neste instante em algum lugar de Gothan City Renan Calheiros e Fernando Collor tinham crises de risos.
Não é fácil ficar sem saber nada, quando tantas coisas acontecem ao seu redor. Louva-se o esforço do Presidente do Senado, para manter-se longe dessas coisas embora delas se beneficie. Elogie-se também a sua capacidade de fingir seriedade e circunspeção, quando manda investigar quem está incomodando o colega do senado Jarbas Vasconcelos. Coisa para Oscar!
Por sinal, ele disse que não assistiu o discurso de Jarbas na última terça-feira, porque compromissos inadiáveis no seu gabinete, o obrigaram a sair instantes antes.
Só não dá cupim na cara do senador José Sarney por que ele passa muito óleo de peroba.
Transcrito de: “the passira news” Permalink
Discordo do jornalista que publicou a matéria: não dá cumpim na "cara" desse nosso-ex-presidente da República, porque vivemos, de fato, em "república de bananas", dito em áureos tempos! Hoje poderáimos traduzir para: "Banana para todos! Venha à nós e ao Vosso Reino..."
Anita Catarina Malfatti (São Paulo, 2 de dezembro de 1889 – São Paulo, 6 de novembro de 1964), pintora, desenhista, gravadora, ilustradora e professora. O início de sua instrução artística e cultural foi iniciada por sua mãe, a americana Betty Malfatti, professora de pintura e línguas. Por causa de uma atrofia no braço e na mão direita, Anita transformou-se em canhota, utilizando a mão esquerda para pintar.Em São Paulo, estudou no Mackenzie; na Alemanha, estudou na Academia Real de Belas Artes de Berlim. Em Nova York, teve aulas de pintura, desenho e gravura com diversos artistas na Arts Students League of New York, na Independent School of Art e trabalhava fazendo ilustrações para as revistas Vanity Fair e Vogue.
Passou a ser conhecida após uma de suas exposições (organizada por Di Cavalcanti), quando o escritor Monteiro Lobato fez uma crítica destrutiva da artista que quase acabou com sua fabulosa carreira. Após essa época, alterou sua temática, produzindo, naturezas-mortas, retratos, paisagens e cenas populares.
No fim da década de 10, em São Paulo, estudou pintura no ateliê do artista plástico Pedro Alexandrino, onde conheceu Tarsila do Amaral. Lecionou desenho na Escola Americana, na Universidade Mackenzie, na Associação Cívica Feminina e em seu próprio ateliê (este frequentado por inúmeros artistas).
Ganhou pelo Pensionato Artístico do Estado de São Paulo uma bolsa de estudos em Paris.
Fundou com Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Menotti Del Pichia o Grupo dos Cinco, em 1922, e participou da Semana de Arte Moderna. Anos mais tarde, integrou na Sociedade Pró-Arte Moderna (SPAM), na Família Artística Paulista (FAP) e participou do Salão Revolucionário.
Em 1942, foi presidente do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. Sua primeira retrospectiva aconteceu no Museu de Arte de São Paulo, em 1949. Expôs também no 1º Salão Paulista de Arte Moderna e na 1ª Bienal Internacional de São Paulo.
Após a morte de sua mãe, Anita se afastou do meio artístico por algum tempo, no entanto, quando regressou oficialmente em uma exposição individual de 1955, a artista apresentou suas obras produzidas nesse período de reclusão. Seu novo tema, era exclusivamente a arte popular brasileira, opção esta, considerada por ela e por diversos profissionais sua melhor e mais pura fase.
Fonte: PINTURABRASILEIRA.COM
Ana Paula Arósio, iniciou sua carreira de modelo aos doze anos de idade, quando foi descoberta por uma caça-talentos em um supermercado; sua estréia se deu através da Agência Stilo, coligada da Agência Galharufas e coordenada pelo fotógrafo Paulo Sadao. Depois de aparecer em centenas de capas de revistas e comerciais de televisão, partiu para a carreira de atriz, o que aconteceu com o filme ítalo-brasileiro Forever, do diretor Walter Hugo Khouri, com participação de Ben Gazzara. Suas primeiras aparições em telenovelas ocorreram no SBT. Foram três produções a partir de 1994: Éramos Seis, Razão de Viver e Os Ossos do Barão.
O estrelato veio em 1998, quando protagonizou a minissérie da Rede Globo Hilda Furacão , da autora Glória Perez.
Em 1998, ganhou o prêmio Melhores do Ano - Domingão do Faustão, na categoria Revelação do Ano como: a prostituta Hilda na minissérie Hilda Furacão.
A seguir, atuou em duas telenovelas da mesma emissora, Terra Nostra e Esperança, ambas do autor Benedito Ruy Barbosa e com foco na imigração italiana no Brasil. Além disso, fez outras minisséries e diversas participações especiais na televisão, ao mesmo tempo em que desenvolvia uma carreira também no teatro. Sua peça mais importante foi Casa de Bonecas, de 2002.
Em 2004, ganhou o prêmio de melhor atriz coadjuvante pelo filme Celeste & Estrela, de Betse de Paula, no 3º Festival de Cinema de Varginha.
Em 2005, atuou no filme O Coronel e o Lobisomem, do diretor Maurício Farias, ao lado de Selton Mello e Diogo Vilela.
Sua primeira telenovela contemporânea foi Páginas da Vida, do autor Manoel Carlos, exibida entre 2006 e 2007. Até então, só havia feito telenovelas de época.
Em 2008, ela mais uma vez protagoniza uma novela de época, Ciranda de Pedra, que é uma releitura da novela de 1981.
Ganhou três vezes o Troféu Imprensa, na categoria Revelação do Ano como Hilda Hilda Furacão em 1998 e na categoria Melhor Ariz como a italiana Giuliana de Terra Nostra em 1999 e como a judia Camille de Esperança em 2002.
Fonte: Wikipédia
Foi como se fosse um desconhecido. Nem vaias, nem palmas. Nada. E nada é pior do que qualquer coisa |
Rubem Alves
Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória.
Todo mundo quer aprender a falar... Ninguém quer aprender a ouvir.
Pensei em oferecer um curso de escutatória, mas acho que ninguém vai se matricular.
Escutar é complicado e sutil.
Diz Alberto Caeiro que... Não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores.
É preciso também não ter filosofia nenhuma.
Filosofia é um monte de idéias, dentro da cabeça, sobre como são as coisas.
Para se ver, é preciso que a cabeça esteja vazia.
Parafraseio o Alberto Caeiro:
Não é bastante ter ouvidos para ouvir o que é dito.
É preciso também que haja silêncio dentro da alma.
Daí a dificuldade:
A gente não agüenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor...
Sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer.
Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração...
E precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor.
Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil de nossa arrogância e vaidade.
No fundo, somos os mais bonitos...
Tenho um velho amigo, Jovelino, que se mudou para os Estados Unidos estimulado pela revolução de 64.
Contou-me de sua experiência com os índios: Reunidos os participantes, ninguém fala.
Há um longo, longo silêncio.
Vejam a semelhança...
Os pianistas, por exemplo, antes de iniciar o concerto, diante do piano, ficam assentados em silêncio...
Abrindo vazios de silêncio... Expulsando todas as idéias estranhas.
Todos em silêncio, à espera do pensamento essencial. Aí, de repente, alguém fala.
Curto. Todos ouvem. Terminada a fala, novo silêncio.
Falar logo em seguida seria um grande desrespeito, pois o outro falou os seus pensamentos...
Pensamentos que ele julgava essenciais.
São-me estranhos. É preciso tempo para entender o que o outro falou.
Se eu falar logo a seguir... São duas as possibilidades.
Primeira: Fiquei em silêncio só por delicadeza.
Na verdade, não ouvi o que você falou.
Enquanto você falava, eu pensava nas coisas que iria falar quando você terminasse sua (tola) fala.
Falo como se você não tivesse falado.
Segunda: Ouvi o que você falou. Mas, isso que você falou como novidade eu já pensei há muito tempo.
É coisa velha para mim. Tanto que nem preciso pensar sobre o que você falou.
Em ambos os casos, estou chamando o outro de tolo. O que é pior que uma bofetada.
O longo silêncio quer dizer: Estou ponderando cuidadosamente tudo aquilo que você falou.
E, assim vai a reunião.
Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos.
E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia.
Eu comecei a ouvir.
Fernando Pessoa conhecia a experiência...
E, se referia a algo que se ouve nos interstícios das palavras... No lugar onde não há palavras.
A música acontece no silêncio. A alma é uma catedral submersa.
No fundo do mar - quem faz mergulho sabe - a boca fica fechada. Somos todos olhos e ouvidos.
Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia...
Que de tão linda nos faz chorar.
Para mim, Deus é isto: A beleza que se ouve no silêncio.
Daí a importância de saber ouvir os outros: A beleza mora lá também.
Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto.
Rubem Alves

por Tânia Fusco
Fonte: Blog Ricardo Noblat
Aborto é pecado mais grave que estupro. É pouco ou quer mais?
Pois essa pérola de insensibilidade humana, tão descolada do espírito cristão, é o presente que Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e Recife, oferece às mulheres brasileiras na véspera do Dia Internacional da Mulher.
Diga-se de passagem que o estupro em questão foi perpetrado contra uma menina de nove anos, que dividia a tragédia com a irmã de 14. Duas crianças, a mais velha inclusive é especial. Ou seja, tem também a fragilidade de uma deficiência.
O padrasto estuprador das duas, no entanto, foi qualificado pelo bispo apenas como mais um grave pecador. Já a família da violentada e os médicos que lhe fizeram o humanitário aborto salvador mereceram sumária excomunhão -- pecado sem perdão.
Saiba o senhor bispo que as duas coisas são absurdas violências. Mas o aborto, que também fere corpo e alma da mulher, ao menos pode ser uma decisão pessoal. (No caso da menina, nem isso. Porque alguém de nove anos não tem condições sequer de decidir se quer ou não abortar a invasão que lhe gerou fetos gêmeos. Fez por uma decisão médica. Seu útero ainda não tinha maturidade suficiente para suportar uma gravidez. Alguém precisou decidir por ela. Qualquer um com um mínimo de lucidez sabe disso. Menos o senhor arcebispo de Olinda e Recife).
Provavelmente para o senhor Dom José Cardoso Sobrinho também os torturadores são merecedores do mesmo perdão que a Igreja oferece a qualquer pequeno mentiroso. Porque o estupro, caro arcebispo, é uma tortura continuada. Além da indignidade, da dor e da humilhação ainda deixa no corpo violentado o esperma do agressor, que pode resultar na gravidez indesejada, como a da pequena pernambucana.
Gerar, gestar e parir filhos é uma benção da natureza às fêmeas racionais ou irracionais. Entre os irracionais não há o estupro, porque a atividade sexual é conduzida pelo instinto. Com os racionais, senhor arcebispo, o ato sexual tem que ser consensual. Ele pode nem envolver amor e afeto, mais exige o desejo de ambos para não ser agressão, para não ser tortura imposta por um pecador e seu incontido (e perdoável?) desejo animal.
As leis da Igreja ainda consideram o aborto como assassinato. Para parte de nós mulheres cristãs é difícil compreender essa insensibilidade. Mas aceitamos o debate e lutamos para reverter essa posição radical tão distante da realidade. Como decisão e risco pessoal, muitas cristãs enfrentam medo e ameaças e fazem abortos em clínicas clandestinas, sujeitas a toda a espécie riscos, porque a proibição da Igreja não permite que o aborto seja um procedimento médico regular, feito em condições ideais de segurança, higiene, etc.
Essa rigidez da lei católica castiga muito mais as mulheres pobres, senhor arcebispo. Porque as que podem pagar, conseguem fazer seus abortos com bons médicos, com as melhores condições de segurança hospitalar. As carentes, coitadas, vão a aborte iras que, ainda hoje, usam até agulhas de tricô e crochê para provocar a expulsão dos fetos. Muitas morrem nesses procedimentos. Isso acontece cotidianamente pelo mundo afora.
No momento em que escrevo, senhor arcebispo, milhares de abortos estão sendo feitos no Brasil e em todo o mundo. Isso é publico e notório. Só a hipocrisia oficial – santa ou não -- ainda se dá o direito de negar a realidade evidente, explicita e dolorosa.
Todas essas mulheres serão excomungadas? Ou só as que tiverem a infelicidade adicional de, ainda por cima, serem vitimas de tragédias que tornem seus casos públicos, como a da pequena inocente de sua arquidiocese?
Aliás, senhor Dom José Cardoso Sobrinho, não ocorreu ao seu espírito cristão que a menina em questão já foi suficientemente violentada para merecer da Igreja da fé, que muito provavelmente ela professa, ainda a crueldade do castigo máximo da excomunhão aos seus próximos?
Seu confessor lhe dará a absolvição para o pecado público de tão distinto tratamento – a generosidade do perdão ao estuprador e a condenação inapelavelmente aos médicos e à família da pequenina estuprada.? Em que cofre foi confinado sua caridade cristã?
Quem será merecedor do Céu: médicos e família excomungados ou tão radical e insensível pastor de almas?
Tânia Fusco é jornalista
Fonte: e-mail
Peeling Aplicado na Coroa
Programa de Auto-limpeza da Cara
Privilegiar Aparência da Candidata
Programa de Aceleração da Cirurgia
Plástica de Adequação da "Companheira"
Programa de Alavancagem da Candidata
Perfil Aceitável da "Companheira"
Pregas Arregaçadas e Costuradas
Pitanguy Adiante Corrige