"Deus me respeita quando eu trabalho. Mas me ama quando eu canto."

quinta-feira, junho 26, 2008

Partiu, também



A cantora Sylvinha Araújo, da Jovem Guarda, morreu aos 56 anos, na noite desta quarta-feira (25) em São Paulo. Ela lutava contra um câncer de mama e estava internada no Hospital Nove de Julho, na Região Central, desde o dia 4 deste mês.


De acordo com a assessoria de imprensa da cantora, o estado de saúde dela piorou nas duas últimas semanas. Sylvinha era casada desde 1969 com o cantor Eduardo Araújo, também da Jovem Guarda, e deixa dois filhos. A assessoria de imprensa do hospital informou que a paciente morreu às 20h35 e o enterro do corpo será no cemitério Horto da Paz, em Itapecerica da Serra, Grande São Paulo.

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quarta-feira, junho 25, 2008

Amor é rendição

O meu Amor que um jeito manso que é sou seu...


Amor, amar...não é coisa pouca, é dom e bem

Amar é relevar, é estar e conceder

Amar é ficar, é cuidar

O amar é um bem para o bem que o amor nos faz

O meu amor tem um jeito manso que é só seu

que agora me preocupa, porque eu sei que meu amor

está indo como eu.


Ao meu amor, o meu muito amar.


Para minha Bonnie, com muito amor

Brasil em luto



BRASIL - LUTO

DONA RUTH CARDOSO FALECEU

O coração da ex-primeira dama do Brasil parou de bater no início da noite, no apartamento da família em São Paulo, recebera alta do Hospital Sírio Libanês ontem

Foto: Arquivo

Ruth Cardoso, uma grande mulher: discreta, elegante, ativa, altiva, estudiosa, generosa, independente e corajosa. Honrou as mulheres, os brasileiros e sua geração

Toinho de Passira

Fonte: Blog do Noblat , Veja online, O Globo

Ruth Vilaça Correia Leite Cardoso, Dona Ruth Cardoso, mulher do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, morreu, às 20h40, em seu apartamento em São Paulo.

Ela havia feito, ontem, um cateterismo ("método diagnóstico pelo qual é possível avaliar a presença ou não de entupimentos nas artérias e/ou veias coronárias"). E implantado dois stents ("próteses metálicas posicionadas no interior de artérias coronarianas obstruídas por placas de gordura, com o objetivo de normalizar o fluxo sanguíneo").

Na última quinta-feira havia sido internada no Hospital Sírio-Libanês com angina (“dor ou desconforto no peito quando os músculos cardíacos não recebem sangue suficiente”).

Dona Ruth morreu com 77 anos. Faria 78 no próximo dia 19 de setembro.

O ex-presidente Fernando Henrique completou 77 anos no último dia 18. Os dois estavam casados há 53 anos

Nascida em 1930, na cidade de Araraquara, interior de São Paulo, Ruth Correa Leite Cardoso era antropóloga e foi professora da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisadora do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap).

Em 1972, obteve o título de doutora em Antropologia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Anos depois, concluiu pós-doutorado na Universidade de Columbia, em Nova York, e também foi professora em universidades americanas e inglesas, tais como Faculdade Latino-americana de Ciências Sociais (Flacso/Unesco), Universidade do Chile (Santiago do Chile), Maison des Sciences de L'Homme (Paris), Universidade de Berkeley (Califórnia) e Universidade de Columbia (Nova Iorque).

Ela se casou com o então sociólogo Fernando Henrique Cardoso em 1953. O casal teve três filhos. Durante o mandato de FHC (1995-2003), ela coordenou o projeto Comunidade Solidária. A sociedade civil fez diversas ações de combate à pobreza e à exclusão social. Atualmente, fazia parte do conselho diretor da Oscip (organização da sociedade civil de interesse público) Comunitas, criada para para dar continuidade aos projetos do Comunidade Solidária.

Entre os cargos de destaque, dona Ruth presidiu o conselho assessor do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) sobre Mulher e Desenvolvimento, foi membro da junta diretiva da UN Foundation e da Comissão da OIT (Organização Internacional do Trabalho) sobre as Dimensões Sociais da Globalização e da Comissão sobre a Globalização.

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Ontem ela se foi

Uma "dama", que, embora não gostasse do título:

"Primeira Dama"





terça-feira, junho 24, 2008

Hoje é dia

Dia de São João


A Festa de São João, relembra São João ou João Batista, o homem que nasceu em 24 de junho e, através de suas atitudes na vida, trouxe a mensagem de que "devemos mudar nossos rumos para encontrar a luz", sugerindo que o caminho para isso é a meditação, a interiorização, a reflexão, pois São João nos ensina que todas as respostas estão e serão encontradas dentro de nós.

Essa mensagem nos leva ao conteúdo da festa que é a Sabedoria, a capacidade de aprender algo a partir de nós mesmos. Devemos trabalhar em nós a coragem para um julgamento interior consciente; visando nosso amadurecimento como pessoa.

Na época da Festa de São João, no nosso hemisfério, vivemos o inverno e o frio que favorece o recolhimento, a meditação, a necessidade de ficar quieto e em silêncio e se respeitarmos os momentos de recolhimento natural das crianças, tomando o cuidado para que o ambiente da casa esteja aconchegante, então estaremos permitindo que a criança viva intensamente esta festa.

Na Festa de São João existe o costume de acender a fogueira, imagem em que a luz simboliza a sabedoria, a luz interior e o calor do amor, representando o movimento da sabedoria capaz de iluminar o pensamento, aquecendo o coração.

Dentro da Pedagogia Waldorf também temos o costume de acender lanternas feitas pelas próprias crianças e adultos. Elas representam a luz interior de cada um, a sabedoria oferecida para iluminar o mundo.

Depois de viver a Sabedoria o homem se prepara para a próxima festa.

Nesse momento o inverno vai deixando nosso hemisfério e a primavera vai se apresentando,. Toda a natureza, como um ato de coragem, começa a florescer.

O homem também desperta, o sol começa a puxá-lo para fora, ele agora deve atuar.

sábado, junho 21, 2008

quinta-feira, junho 19, 2008

Posso ter defeitos

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.


Pedras no caminho?


Guardo todas, um dia vou construir um castelo…


(Fernando Pessoa)

quarta-feira, junho 18, 2008

Foi muinto pouco para o Muinto que vi








Juiz multa Folha, Abril e Marta Suplicy por causa de entrevistas

da Folha Online

"O juiz auxiliar Francisco Carlos Shintate acolheu duas representações propostas pelo Ministério Público Eleitoral e decidiu multar a pré-candidata do PT à Prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy, a Folha e editora Abril. O juiz considerou entrevistas realizadas com a ex-prefeita como "propaganda eleitoral" antecipada. Leia a íntegra da decisão.

Marta terá de pagar R$ 42.564, enquanto o valor da multa para a Folha e a editora Abril será de R$ 21.282.

Segundo a decisão, os veículos publicaram matérias que "exorbitaram do mero interesse jornalístico, exercida a liberdade de informação de modo inadequado, a ponto de caracterizar propaganda eleitoral extemporânea". A propaganda eleitoral somente é permitida a partir de 6 de julho do ano da eleição.

Nas entrevistas, Marta teria indicado sua pretensão de se candidatar a prefeita, apresentando-se com as melhores qualidades e criticando os concorrentes. As matérias foram publicadas pela Folha em 4 de junho e na revista "Veja" na edição de 4 a 11 de junho.

"Embora a liberdade de imprensa esteja elevada à categoria de princípio constitucional, não se pode esquecer que, além desta garantia, por igual vigora outro princípio, da mesma hierarquia, que garante a igualdade dos candidatos no pleito, apresentando-se como limite da liberdade de imprensa quando a mesma usa espaço de entrevista para a realização de propaganda no período pré-eleitoral", afirmou o juiz na decisão.

Jornalismo

A Folha argumenta que a entrevista publicada não é propaganda, mas material jornalístico, e questiona artigos da legislação eleitoral usados pela Promotoria na acusação, por eles serem específicos para rádios e TV, não se aplicando a jornais.

O jornal sustenta que, assim, "não há impedimento legal para a publicação de entrevistas com eventuais candidatos a prefeito de São Paulo ou de qualquer cidade do país".

Marta, por sua vez, afirmou que irá recorrer da decisão, que considerou "equivocada" e "sem parâmetros". "Nós estamos recorrendo e acredito que a situação vai ser esclarecida. Acredito que a situação vai ser esclarecida e que nós não vamos ter que pagar uma multa que seria absolutamente improcedente de acordo com o país democrático em que vivemos, e com a democracia em que vivemos."

A editora Abril afirmou na edição desta semana da revista "Veja" ter apresentado em sua defesa o argumento de que a reportagem é material jornalístico, portanto de interesse público, e não viola a legislação eleitoral em vigor."


No que não acredito.
Por quê será que essa senhora deseja voltar a ser "prefeita" ?
Uma senhora já um tanto "acabada ser "prefeita?
Alguém feita e tantas vezes "refeita"?
Há de ter motivos "argentanos" para se postar para tanto.
Desfeito, não confio e desconfio
Não há um lapso de verdade em seu rosto
nem ao menos o sorriso.
Ela é o manto do mito e do muito "minto".
Ana Maria Cordovil


terça-feira, junho 17, 2008

"ESSELENTÍSSIMO JUIZ"

Ao transitar pelos corredores do fórum, o advogado (e professor) foi chamado por um dos juízes:

- Olha só que erro ortográfico grosseiro temos nesta petição.

Estampado logo na primeira linha do petitório lia-se: 'Esselentíssimo Juiz'.

Gargalhando, o magistrado lhe perguntou:

- Por acaso esse advogado foi seu aluno na Faculdade?

- Foi sim - reconheceu o mestre. Mas onde está o erro ortográfico a que o senhor se refere?

O juiz pareceu surpreso:

- Ora, meu caro, acaso você não sabe como se escreve a palavra excelentíssimo?

Então explicou o catedrático:

- Acredito que a expressão pode significar duas coisas diferentes.

Se o colega desejava se referir a excelência dos seus serviços, o erro ortográfico efetivamente é grosseiro. Entretanto, se fazia alusão à morosidade da prestação jurisdicional, o equívoco reside apenas na junção inapropriada de duas palavras.

O certo então seria dizer: 'esse lentíssimo juiz'.

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Em verdade, a morosidade do Judiciário é mais o resultado da dedicação dos magistrados e promotores aos processos não ser exclusiva. Ficam lecionando em faculdades e cursinhos, dando palestras, escrevendo artigos e livros e fazendo cursos. Como o dia só tem 24 horas, acaba sobrando pouco tempo para fazerem os serviços pelos quais nós os pagamos, com nossos impostos suados e sofridos. Até os nomes dos Ministros do STF são vistos, volta e meia, nas propagandas dos preparatórios para concursos. Ai, realmente, fica difícil...
Repasse essa mensagem, pois trata-se de uma verdade ainda pouco sabida e é preciso movimentar a opinião pública contra tantas barbaridades.
Ex: um processo levar anos para ser concluído nos Juizados Especiais, que foram criados para serem rápidos.
Juízes e promotores estão no topo da folha remuneratória pública não é para ainda ficarem fazendo bicos, é para trabalharem mais e melhor que os demais servidores. Em achando que os seus subsídios são, ainda, insuficientes para os padrões de vida que pretendem, devem deixar o serviço público para buscarem as fontes de renda que entenderem satisfatórias, como o exercício da advocacia e do magistério.

LUGAR DE JUIZ E DE PROMOTOR É NO FORUM !!!
PASSE A IDÉIA.

segunda-feira, junho 16, 2008

quinta-feira, junho 12, 2008

"Casados, Eternos Namorados!"


Não precisa casar. Sozinho é melhor

Entrevista: Flávio Gikovate

O psiquiatra decreta a morte do amor romântico e diz que a vida de solteiro é um caminho viável para a felicidade

Duda Teixeira


"Para os meus pacientes, eu sempre digo: se você tiver de escolher entre o amor e a individualidade, opte pelo segundo."

Com 41 anos de clínica, o médico psiquiatra Flávio Gikovate acompanhou os fatos mais marcantes que mudaram a sexualidade no Brasil e no mundo. Por meio de mais de 8.000 pessoas atendidas, assistiu ao impacto da chegada da pílula anticoncepcional na década de 60 e a constituição das famílias contemporâneas, que agregam pessoas vindas de casamentos do passado. Suas reflexões sobre o amor ao longo de esse tempo foram condensadas no seu 26º livro, Uma História de Amor... com Final Feliz. Na obra, a oitava sobre o tema, Gikovate ataca o amor romântico e defende o individualismo, entendido não como descaso pelos outros e sim como uma maneira de aumentar o conhecimento de si próprio. Tendo sido um dos primeiros a publicar um estudo no país sobre sexualidade, atuou em diversos meios de comunicação, como jornais e revistas e na televisão. Atualmente, possui um programa na rádio, em que responde perguntas feitas por ouvintes. Aos 65 anos, ele atendeu a reportagem de Veja em seu consultório no elegante bairro dos Jardins, em São Paulo.

"Os solteiros que estão mal são os que ainda sonham com o amor romântico. Pensam que precisam de outra pessoa para se completar. Como Vinicius de Moraes, acham que que 'é impossível ser feliz sozinho'. Isso caducou. Daí, vivem tristes e deprimidos."


Veja -
O senhor diria para a maioria das pessoas que o casamento pode não ser uma boa decisão na vida?
Gikovate - Sim. As pessoas que estão casadas e são felizes são uma minoria. Com base nos atendimentos que faço e nas pessoas que conheço, não passam de 5%. A imensa maioria é a dos mal casados. São indivíduos que se envolveram em uma trama nada evolutiva e pouco saudável. Vivem relacionamentos possessivos em que não há confiança recíproca nem sinceridade. Por algum tempo depois do casamento, consideram-se felizes e bem casados porque ganham filhos e se estabelecem profissionalmente. Porém, lá entre sete e dez anos de casamento, eles terão de se deparar com a realidade e tomar uma decisão drástica, que normalmente é a separação.

Veja - Ficar sozinho é melhor, então?
Gikovate - Há muitos solteiros felizes. Levam uma vida serena e sem conflitos. Quando sentem uma sensação de desamparo, aquele "vazio no estômago" por estarem sozinhos, resolvem a questão sem ajuda. Mantêm-se ocupados, cultivam bons amigos, lêem um bom livro, vão ao cinema. Com um pouco de paciência e treino, driblam a solidão e se dedicam às tarefas que mais gostam. Os solteiros que não estão bem são geralmente os que ainda sonham com um amor romântico. Ainda possuem a idéia de que uma pessoa precisa de outra para se completar. Pensam, como Vinicius de Moraes, que "é impossível ser feliz sozinho". Isso caducou. Daí, vivem tristes e deprimidos.

Veja - Por que os casamentos acabam não dando certo?
Gikovate - Quase todos os casamentos hoje são assim: um é mais extrovertido, estourado, de gênio forte. É vaidoso e precisa sempre de elogios. O outro é mais discreto, mais manso, mais tolerante. Faz tudo para agradar o primeiro. Todo mundo conhece pelo menos meia-dúzia de casais assim, entre um egoísta e um generoso. O primeiro reclama muito e, assim, recebe muito mais do que dá. O segundo tem baixa auto-estima e está sempre disposto a servir o outro. Muitos homens egoístas fazem questão que a mulher generosa esteja do lado dele enquanto ele assiste na televisão os seus programas preferidos. Mulheres egoístas não aceitam que seus esposos joguem futebol. Consideram isso uma traição. De um jeito ou de outro, o generoso sempre precisa fazer concessões para agradar o egoísta, ou não brigar com ele. Em nome do amor, deixam sua individualidade em segundo plano. E a felicidade vai junto. O casamento, então, começa a desmoronar. Para os meus pacientes, eu sempre digo: se você tiver de escolher entre amor e individualidade, opte pelo segundo.

Uma Lenda

Unicórnio nascido em cidade italiana faz lenda virar realidade

À primeira vista, parece uma lenda que virou realidade. Uma corça de um único chifre ficou famosa e levou pesquisadores à cidade italiana de Prato, na Toscana. O animal, que tem quase um ano de idade, ganhou o apropriado apelido de Unicórnio.


Corça (_Capreolus capreolus_) nasceu com um único chifre em parque mantido pelo Centro de Ciências Naturais do Prato, na Itália
Corça (Capreolus capreolus) nasceu com um único chifre em parque mantido pelo Centro de Ciências Naturais do Prato, na Itália

Os machos da espécie têm como característica um par de chifres. Mas Unicórnio tem apenas um, que surgiu exatamente no centro da cabeça. Ele tem um irmão gêmeo com dois chifres.

O animal nasceu em cativeiro, dentro do parque mantido pelo Centro de Ciências Naturais de Prato.

De acordo com Gilberto Tozzi, diretor do centro, é possível que uma falha genética tenha causado a anomalia.

"Esta é a prova de que o mítico unicórnio exaltado na iconografia e nas lendas provavelmente não era apenas um ser fantástico, mas um animal real, uma corça ou outra espécie com mutação similar a essa", afirmou Tozzi ao jornal britânico "The Guardian".

Os unicórnios têm lugar na mitologia desde a era pré-romana. Segundo algumas lendas, seu chifre tem o poder de reverter o efeito de venenos.

Fonte: Folha online

quarta-feira, junho 11, 2008

A arte de viver e de morrer

O professor americano que, enquanto espera a morte, está dando uma lição de vida

Peter Moon

RANDY PAUSCH
O livro que será lançado nos EUA na semana que vem foi feito como uma lição para os filhos

É uma tradição crescente das universidades americanas oferecer a seus alunos uma aula intitulada A Última Lição. Em geral, a honra cabe a um dos professores mais admirados do campus. Pede-se a ele que imagine estar perto de morrer e ser aquela sua última chance de transmitir aos estudantes o que ele aprendeu de mais valioso na vida. No caso da Universidade Carnegie Mellon, em Pittsburgh, Pensilvânia, o escolhido do ano passado foi Randy Pausch, um professor de Ciência da Computação. Um dos mais famosos especialistas em videogame e realidade virtual dos Estados Unidos, Pausch, aos 46 anos, era um dos heróis dos alunos e uma das mais brilhantes estrelas da Carnegie Mellon. O que era para ser um exercício hipotético tornou-se, para Pausch, uma questão existencial. Pouco depois de ter sido convidado para dar “a última lição”, ele foi diagnosticado com câncer de pâncreas, uma das formas mais fatais da doença. “Os médicos me disseram que eu tenho de três a seis meses de vida”, disse, no início do discurso, em setembro. “Isso faz um mês, então vocês podem fazer as contas.”

Os 76 minutos da palestra foram gravados, colocados no site YouTube e podem ser vistos em epoca.com.br. De lá para cá, mais de 10 milhões de pessoas viram e ouviram sua mensagem. Versões editadas da palestra foram vistas por muito mais gente. Desde então, Pausch se tornou uma celebridade. Ele apareceu no Oprah Winfrey Show, o programa de entrevistas de maior sucesso da TV americana, e foi ao Congresso fazer campanha por verbas para pesquisas. Recebeu mais de 10 mil e-mails. Na semana passada, seu nome entrou na lista das cem pessoas mais influentes do mundo, publicada pela revista Time.

Mais do que sua tragédia pessoal, o que vem causando comoção nos Estados Unidos e no mundo é a forma como ele lida com a proximidade da morte. “Não posso mudar as cartas que tenho na mão, mas posso decidir como quero jogá-las”, disse na palestra. “Se não pareço deprimido como deveria, desculpe por desapontá-los. Não sei viver sem ser feliz.”

Sua mensagem deverá reverberar ainda mais a partir do sábado que vem, quando chega às livrarias americanas o livro The Last Lecture (A Última Lição). A editora Hyperion pagou US$ 6,7 milhões para publicar uma versão ampliada do discurso de Pausch. O jornalista Jeff Zaslow, o primeiro a divulgar a palestra e colocar trechos dela na internet, foi contratado para entrevistar Pausch. Durante 53 dias, os dois seguiam uma rotina: Zaslow escrevia no computador e Pausch pedalava sua bicicleta, respondendo às perguntas pelo celular.

Pausch diz que nunca esperou fazer tanto sucesso. Ele achava que falaria no auditório central da Carnegie Mellon para não mais do que 150 pessoas. Apareceram 400, que o aplaudiram de pé no início da sessão (ao que ele respondeu: “Deixem que eu primeiro mereça os aplausos”) e várias vezes durante. Também não esperava ter, depois, tantos milhões de admiradores. Seu recado não era para o público em geral – nem mesmo para os estudantes aos quais se dirigiu. “Esta aula não foi feita para vocês”, disse, no final da palestra, “mas para os meus três filhos.”

Dylan, de 6 anos, Logan, de 3, e Chloe, com quase 2, ainda são muito pequenos para entender o que se passa com o pai. Por isso, ele gravou a palestra. “Quero que eles entendam as coisas nas quais acredito, e todas as maneiras como eu os amo.” Em relação a seu livro, Pausch afirma: “O que me importa são apenas os três primeiros exemplares (reservados aos filhos)”.

A palestra era intitulada Conquistando Seus Sonhos de Infância. Pausch se diz bem-sucedido nesse quesito. Não virou astronauta como sonhava, mas andou no acelerador da Nasa que dá a sensação de falta de gravidade. Trabalhou no projeto de um simulador de tapete voador para o jogo da Disney inspirado no filme Aladin. E conheceu William Shatner, o ator que representa o capitão James T. Kirk em seu seriado favorito: Jornada nas Estrelas. Shatner foi a seu laboratório para entender de realidade virtual, quando escrevia um livro sobre a ciência por trás da série.

“Meus filhos não sabem que em cada encontro com eles eu estou dizendo adeus”

Pausch falou também sobre seu legado. O programa de criação de imagens 3-D da universidade, Alice, que ele ajudou a fazer, registrou 1 milhão de downloads no ano passado. “Como Moisés, cheguei à Terra Prometida, mas não vou poder pisar nela”, afirmou. “Tudo bem. Eu sobreviverei no Alice.”

Em setembro, Pausch gozava de ótima saúde. Exercitava-se, não bebia e jamais fumou. Para sua platéia, fez algumas flexões de braço, e disse: “Antes de sentirem pena de mim, venham aqui e façam algumas”. Um dia antes, sua mulher, Jai, tinha feito aniversário. Ele comandou um “parabéns a você”, enquanto Jai subia ao palco para soprar velinhas e lhe sussurrar no ouvido: “Não morra”. A palestra foi concluída com mensagens curtas e simples. Não se queixem. Trabalhem. Acreditem nas pessoas. Dêem o melhor de si. E estejam preparados, pois “a sorte favorece a mente preparada”, como disse o médico francês Louis Pasteur.

A ida ao Congresso em março cobrou um alto preço para a saúde de Pausch. Seu coração e rins começaram a falhar. Teve de trocar a bicicleta pelo leito hospitalar. O câncer se espalhou para os pulmões e o abdome. Desligado da vida acadêmica, Pausch comprou uma casa na Virgínia e passa a maior parte do tempo com as crianças, filmando tudo. “Há um certo senso de urgência que eu tento não deixar que contamine meus filhos. Eles não sabem que em cada encontro com eles eu estou dizendo adeus”, disse. “As crianças, mais que tudo, precisam saber que seus pais as amam. E os pais não precisam estar vivos para que isso aconteça.”

Fonte: Revista Época


terça-feira, junho 10, 2008

Mudanças em processos penais

Lula sanciona mudanças para agilizar o processo penal

Fonte: UOL


“Hoje é um dia muito importante para a Justiça e para o país. Estamos vivendo um momento histórico da sociedade brasileira”, afirmou.

Entre as mudanças, está a aprovada pelo Projeto de Lei 4203/01, que não permite mais o protesto do réu por um novo júri, caso a pena decretada seja igual ou superior a 20 anos.

Leia mais

Pais Animais

video

segunda-feira, junho 09, 2008

"si deu mal"



Após denúncias de consumidores, Conar pediu suspensão de anúncio de TV; agência diz que propaganda não é ofensiva




Intitulada “Papai-Mamãe Não!!!”, campanha tinha encartes com dicas de “situações excitantes e divertidas” para namorados


A campanha publicitária do Dia dos Namorados da rede de lojas C&A foi retirada dia 07/06/2008 de circulação em todo o Brasil, por ter sido considerada abusiva e erótica por órgãos de defesa do consumidor e pelo Conar (Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária).

A campanha “Papai-Mamãe Não!!!”, formada por três filmes de TV e encartes distribuídos nas cerca de 150 lojas do país, sugeria que o consumidor saísse da “mesmice” e surpreendesse o namorado ou namorada, dando dicas de “situações excitantes e divertidas”.

A C&A informou que retirou a propaganda em virtude da “repercussão”. A agência de publicidade responsável pela campanha, a DM9DDB negou que o material fosse ofensivo.
Anteontem, a partir de denúncias de consumidores, o Conar abriu um processo sobre o anúncio veiculado à noite na TV, em rede nacional. Recomendou a suspensão dos vídeos por conterem “carga erótica abusiva”. As recomendações do Conar não têm poder impositivo, mas são sempre acatadas pelas empresas de publicidade, informou o órgão.

Um dos filmes, produzido pela agência de publicidade DM9DDB, traz a modelo Daniella Sarahyba, dizendo: “Urano na casa de Virgem vibrando vai trazer um Dia dos Namorados bem “papai-mamãe”. Agora, se ao invés de espalhar velas pela casa, usar uma lingerie bem sexy, não vai ter “papai-mamãe” não. Safadinha”.
No Espírito Santo, a campanha foi alvo ontem de ação da Delegacia do Consumidor e do Procon. Todos os encartes e materiais da campanha, como banners e faixas, foram recolhidos nas três lojas da C&A no Estado -duas em Vitória e uma em Vila Velha.

Os três gerentes das lojas foram presos em flagrante por ultraje público ao pudor e propaganda enganosa e abusiva. Foram liberados após pagamento de fiança de R$ 1.000 cada um.
A operação começou após denúncia de dois pais, que disseram ter flagrado filhos de seis e de 11 anos com o encarte. “Os pais encontraram as crianças manipulando dados que vinham com os encartes e que incitavam práticas sexuais”, disse Denise Izaita Pinto, gerente do Procon do Espírito Santo.

Em páginas das 26 folhas do encarte aparecem bonecos que formam um casal. Em cima dos bonecos, que praticam ações como dar as mãos e passear com cães, há um sinal de proibido. Sob cenas de sexo há sinais de exclamação. “Isso foi caracterizado como uma publicidade que ofende a moral e os costumes”, disse o delegado Darcy Arruda, titular da Delegacia do Consumidor.

Ao final do encarte, há “games do amor”, com dadinhos recortáveis. Em um dos dados há verbos como beijar e massagear. No outro dado, há partes do corpo, como a boca e os seios. Há também um caça-palavras para localizar expressões como orgasmo múltiplo.
Ontem, por volta das 15h, trechos da campanha ainda estavam no site da C&A. Às 17h, já não estavam mais na página.

O Procon elaborou um auto de infração contra as lojas, que terão dez dias para se defender. Ao final do processo, a C&A pode receber multa de R$ 500 mil a R$ 5 milhões. O delegado Arruda diz que irá ouvir representantes nacionais da C&A.

Fonte: Folha Online

Cadê o Padrão de Qualidade?

Zileide Silva paga mico na apresentação do ‘Jornal Hoje’


Fonte: Tevê Notícias



A jornalista Zileide Silva passou por algumas saias-justas quando apresentava o Jornal Hoje, ao vivo, neste sábado.
No início do noticiário, o tele-prompter - monitor no qual o apresentador lê as notícias a serem exibidas no jornal - falhou e ela não soube o que fazer. Sem conseguir encontrar em seus papéis o texto que deveria ler, ela disse: “me perdi”.

A saia-justa continuou por cerca de 10 segundos e, depois de olhar para outras câmeras com os olhos arregalados, ela ainda afirmou: “gente, não dá”.

Quando o tele-prompter voltou a funcionar, ela sorriu e continuou apresentando. Uma nova falha, porém, aconteceu minutos depois. Zileide anunciou uma reportagem e o vídeo exibido foi de outro assunto. Ela explicou a troca quando voltou e então a reportagem correta foi exibida.

Antes do final, ela ainda confundiu o horário que aparecia na tela. O relógio marcava 13h39 e ela anunciou 13h30.

sexta-feira, junho 06, 2008

Alerta às mulheres

Fátima Bernardes: 'é importante que estejamos atentas o tempo todo'


Fátima Bernardes ainda está se recuperando de uma cirurgia no seio para retirar dutos mamários que se dilataram. Ela está bem e voltará à bancada do "Jornal Nacional" na semana que vem. A jornalista, entretanto, acha que aprendeu uma lição de saúde. "Uma coisa dessas é importante, faz a gente abrir o olho", diz. Ela escreveu esse texto exclusivamente para o blog. Aliás, escreveu não, ditou, porque até terça-feira, por ordens médicas, Fátima não pode teclar. Nele, ela explica os cuidados que toda mulher deve ter com seu corpo e agradece o carinho que recebeu do público.

"Uma das características mais fascinantes da profissão de jornalista é que a gente passa a vida toda aprendendo. Nos últimos dias, o que aprendi a respeito de saúde da mulher foi muito surpreendente. Por isso me sinto na obrigação de dividir isso com todas as pessoas que souberam da cirurgia a que eu fui submetida - e que se preocuparam comigo. A todas essas pessoas, deixo meu agradecimento sincero. E este alerta.

Na noite de 20 de maio, uma terça-feira, ao me preparar para dormir, notei uma manchinha quase transparente no sutiã - exatamente na direção do mamilo esquerdo. Era a quantidade de uma gotinha, não mais do que isso. Fiquei preocupada e liguei imediatamente para a minha ginecologista. Ainda bem.

A médica marcou uma consulta para o dia seguinte bem cedinho. Ela me examinou e explicou que aquele tipo de secreção podia ser absolutamente inofensivo. Mas também podia ser sinal até mesmo de um tumor. Foi um susto pra mim, porque imaginava que o tom clarinho da mancha seria um dado tranqüilizador. Ela me explicou que, no meu caso, era muito provável que fosse apenas algo ligado a uma dilatação dos dutos mamários, sem maiores conseqüências, porque, afinal, faço regularmente o auto-exame das mamas e meus exames periódicos tinham sido realizados há menos de 3 meses, com resultados normais.

Mas, ainda assim, minha médica me disse que qualquer secreção expelida pela mama deve ser um sinal de alerta. Clarinha ou não, com sangue ou não, o sintoma precisa ser investigado. E foi o que fizemos no mesmo dia.

Fui encaminhada a um especialista em ultra-sonografia, que notou a dilatação ductal (é este o nome do problema). No mesmo dia, quarta-feira, saí do ultra-som já com hora marcada num mastologista. O médico me examinou, avaliou todos os meus exames e me pediu outros tantos. Exames de sangue, ressonância magnética.

Na semana seguinte, já com os esses dados, o mastologista me explicou que tudo indicava se tratar de um problema benigno. Que havia uma multiplicação de células nos dutos, mas células "típicas". Isso é bom. Significa que as células não apresentavam anomalia nenhuma - e que esta é uma característica sinalizadora de benignidade. Mas o médico me explicou que, pelo sim pelo não, a indicação, em casos assim, é de extração dos dutos mamários para a análise patológica e para evitar futuras inflamações recorrentes na mama. E fui encaminhada ao meu clínico, que conduziu os exames de risco cirúrgico, sempre necessários antes de uma operação.

Na última quarta-feira, dia 4, em questão de 90 minutos, o médico extraiu os dutos mamários e o cirurgião plástico se encarregou de evitar que a mama ficasse com alguma seqüela estética. Voltei para casa no mesmo dia com um curativo - e a recomendação de evitar movimentos laterais com o braço esquerdo. Repouso e cuidado foram os conselhos básicos - que tenho cumprido religiosamente desde então. Já na noite da quinta-feira,dia 5, o resultado do exame patológico assegurou que o problema era benigno. Foi tudo muito rápido, preciso e oportuno.

Hoje, enquanto dito essas palavras (estou proibida de me aproximar do teclado do computador pelo menos até a próxima terça...), vejo como é importante que estejamos atentas o tempo todo. Acho que nunca mais em minha vida vou deixar de dar uma espiada mais cuidadosa no sutiã, no fim do dia. Sinto uma gratidão e um respeito muito grande por todos os profissionais que me atenderam com tanto profissionalismo nesses dias. E sinto, também, que era meu dever deixar um alerta a todas as mulheres sobre mais esta informação preciosa para a nossa saúde.

Obrigada, mais uma vez, pelo carinho de todos. E até a semana que vem".
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Fonte

Razão e Lógica


«Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente e pela
mesma razão.»

Eça de Queiroz
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quinta-feira, junho 05, 2008

Constatação

"...enquanto estamos cá, dentro de nós, sós... "

As coisas tantas do mundo continuam acontecendo, e não são poucas, são muitas.

"Ando meio desligada e quase não sinto meus pés no chão."

Músicas e temas; músicas e dilema..."estou pensando em você."

"...Onde estou eu, onde está você?
Estamos cá, dentro de nós, sós...
Onde estará o meu amor!?"

Onde estará o meu amor?
"Como esta noite findará
E o sol então rebrilhará
Estou pensando em você
Onde estará o meu amor?
Será que vela como eu?
Será que chama como eu?
Será que pergunta por mim?
Onde estará o meu amor?
Se a voz da noite responder
Onde estou eu, onde está você
Estamos cá dentro de nós
Sós...
Onde estará o meu amor?
Se a voz da noite silenciar
Raio de sol vai me levar
Raio de sol vai lhe trazer
Onde estará o meu amor?"
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segunda-feira, junho 02, 2008

YSL

Pessoas que deixam vivas sua Arte

Fonte: UOL

PARIS, 1 Jun 2008 (AFP) - Yves Saint Laurent, um dos grandes estilistas franceses do século XX, faleceu na noite deste domingo, em Paris, aos 71 anos, informou a Fundação Pierre-Bergé-Saint Laurent.

"Yves Saint Laurent faleceu às 23h10 deste domingo [horário local, da capital francesa]", indicou a fonte.

Nascido em 1º de agosto de 1936 em Oran, Argélia, Yves-Mathieu Saint Laurent conheceu a glória desde jovem e se tornou conhecido como o estilista que proporcionou uma nova liberdade às mulheres através de suas criações, especialmente as versões femininas para peças típicas do guarda-roupa masculino, como o terno e o famoso "Le Smoking", apresentado pela primeira vez em 1966.

Saint Laurent chegou a Paris aos 17 anos e logo se tornou colaborador de outro peso pesado da alta-costura, Christian Dior (1954). Virou seu sucessor após a morte do mestre em 1957. Seu primeiro desfile aconteceu em 1958. Em 1961 criou sua própria maison em sociedade com Pierre Bergé.

Em 2002, se despediu das passarelas apresentando no Centro Georges Pompidou um desfile retrospectivo de seus 40 anos de criação.

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