"Deus me respeita quando eu trabalho. Mas me ama quando eu canto."

quarta-feira, janeiro 30, 2008

"Um Século de Hipocrisia"


Blog Noblat


O monstro imperialista de Niemeyer


"O ministro da Cultura de Cuba, Abel Prieto, presidio na noite de anteontem o ato de inauguração de uma escultura do arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer na Universidade de Ciências Informáticas de Havana. O monumento, uma estrutura de 9,5 toneladas que representa um monstro com a boca aberta frente a um homem empunhando a bandeira cubana, é, segundo explicou seu autor em mensagem lida durante o ato, uma homenagem ao povo cubano "em defesa de sua soberania contra o monstro imperialista". Leia mais em El Pais (em espanhol)"

&


"UM SÉCULO DE HIPOCRISIA" *

por Rodrigo Constantino

"É divertidíssima a esquizofrenia de nossos artistas e intelectuais de esquerda: admiram o socialismo de Fidel Castro, mas adoram também três coisas que só o capitalismo sabe dar - bons cachês em moeda forte; ausência de censura e consumismo burguês. Trata-se de filhos de Marx numa transa adúltera com a Coca-Cola..." (Roberto Campos)

O arquiteto Oscar Niemeyer completou um século de vida sob grande reverência da mídia. Ele foi tratado como "gênio" e um "orgulho nacional", respeitado no mundo todo. Não vem ao caso julgar suas obras em si, em primeiro lugar porque não sou arquiteto e não seria capaz de fazer uma análise técnica, e em segundo lugar porque isso é irrelevante para o que pretendo aqui tratar.

Entendo perfeitamente que podemos separar as obras do seu autor, e julgá-los independentemente. Alguém pode detestar a pessoa em si, mas respeitar seu trabalho. O problema é que vejo justamente uma grande confusão no caso de Niemeyer e tantos outros "artistas e intelectuais". O que acaba sendo admirado, quando não idolatrado, é a própria pessoa.

E, enquanto figura humana, não há nada admirável num sujeito que defendeu o comunismo a vida inteira.

Niemeyer, sejamos bem francos, não passa de um hipócrita. Seus inúmeros trabalhos realizados para governos, principalmente o de JK, lhe renderam uma vasta e incalculável fortuna. O arquiteto mamou e muito nas tetas estatais, tornando-se um homem muito rico. No entanto, ele insiste em pregar, da boca para fora, o regime comunista, a "igualdade" material entre todos. Não consta nas minhas informações que ele tenha doado sua fortuna para os pobres.

Enquanto isso, o capitalista "egoísta" Bill Gates já doou vários bilhões à caridade.

Além disso, a "igualdade" pregada por Niemeyer é aquela existente em Cuba, cuja ditadura cruel o arquiteto até hoje defende. Gostaria de entender como alguém que defende Fidel Castro, o maior genocida da América Latina, pode ser uma figura respeitável enquanto ser humano. São coisas completamente contraditórias e impossíveis de se conciliar. Mostre-me alguém que admira Fidel Castro e eu lhe garanto se tratar ou de um perfeito idiota ou de um grande safado. E vamos combinar que a ignorância é cada vez menos possível como desculpa para defender algo tão nefasto como o regime cubano, restando apenas a opção da falta de caráter mesmo. Ainda mais no caso de Niemeyer.

Na prática, Niemeyer é um capitalista, não um comunista. Mas um capitalista da pior espécie: o que usa a retórica socialista para enganar os otários. Sua festa do centenário ocorreu em São Conrado, bairro de luxo no Rio, para 400 convidados. Bem ao lado, vivem os milhares de favelados da Rocinha. Artistas de esquerda são assim mesmo: adoram os pobres, de preferência bem longe. Outro aclamado artista socialista é Chico Buarque, mais um que admira Cuba bem de longe, de sua mansão, aqui ou em Paris. E cobra caro em seus shows, mantendo os pobres bem afastados de seus eventos.

A definição de socialista feita por Roberto Campos nos remete diretamente a estes artistas: "No meu dicionário, ‘socialista’ é o cara que alardeia intenções e dispensa resultados, adora ser generoso com o dinheiro alheio, e prega igualdade social, mas se considera mais igual que os outros".

Aquelas pessoas que realmente são admiráveis, como tantos empresários que criam riqueza através de inovações que beneficiam as massas, acabam vítima da inveja esquerdista. O sujeito que ficou rico porque montou um negócio, gerou empregos e criou valor para o mercado, reconhecido através de trocas voluntárias, é tachado de "egoísta", "insensível" ou mesmo "explorador" por aqueles mordidos pela mosca marxista. Mas quando o ricaço é algum hipócrita que prega aos quatro ventos as "maravilhas" do socialismo, vivendo no maior luxo que apenas o capitalismo pode propiciar, então ele é ovacionado por uma legião de perfeitos idiotas, de preferência se boa parte de sua fortuna for fruto de relações simbióticas com o governo. Em resumo, os esquerdistas costumam invejar aquele que deveria ser admirado, e admirar aquele que deveria ser execrado. É muita inversão de valores!

Recentemente, mais três cubanos fugiram da ilha-presídio de Fidel Castro. Eles eram artistas, como o cantor Chico Buarque, por exemplo. Aproveitaram a oportunidade e abandonaram o "paraíso" comunista, que faz até o Brasil parecer um lugar decente.

Eu gostaria de aproveitar a ocasião para fazer uma proposta: trocar esses três "fugitivos" que buscam a liberdade por Oscar Niemeyer, Chico Buarque e Luiz Fernando Verissimo, três adorados artistas brasileiros, defensores do modelo cubano. Claro que não seria uma troca compulsória, pois estas coisas autoritárias eu deixo com os comunistas, que abominam a liberdade individual. A proposta é uma sugestão, na verdade. Acho que esses três comunistas mostrariam ao mundo que colocam suas ações onde estão suas palavras, provando que realmente admiram Cuba. Verissimo recentemente chegou a escrever um artigo defendendo Zapata e Che Guevara. Não seria maravilhoso ele demonstrar a todos como de fato adora o resultado dos ideais dessas pitorescas figuras?

Enfim, Niemeyer completa cem anos de vida. Um centenário defendendo atrocidades, com incrível incapacidade de mudar as crenças diante dos fatos. O que alguém como Niemeyer tem para ser admirado, enquanto pessoa? Os "heróis" dos brasileiros me dão calafrios! Eu só lamento, nessas horas, não acreditar em inferno. Creio que nada seria mais justo para um Niemeyer quando batesse as botas do que ter de viver eternamente num lugar como Cuba, a visão perfeita de um inferno, muito mais que a de Dante. E claro, sem ser amigo do diabo, pois uma coisa é viver em Cuba fazendo parte da nomenklatura de Fidel, com direito a casas luxuosas e Mercedes na garagem, e outra completamente diferente é ser um pobre coitado qualquer lá. Acredito que esse seria um castigo merecido para este defensor de Cuba, que completa um século de hipocrisia sendo idolatrado pelos idiotas."

* Recebido por e-mail em 25.12.07

Dia da Saudade

30 de Janeiro - Dia da Saudade


No dia 30 de janeiro se comemora o Dia da Saudade. A palavra vem do latim solitate, que na tradução literal quer dizer solidão. Mas em nossa língua ela adquiriu um significado bem mais romântico, como nos mostra o Dicionário Aurélio:

Saudade: Substantivo feminino - Lembrança nostálgica e, ao mesmo tempo, suave, de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de tornar a vê-las ou possuí-las; nostalgia.


Este sentimento sempre foi tema de músicas, poemas, filmes e não há quem já não o tenha sentido.

Temos saudades de pessoas, de momentos, de situações, de lugares. Sentimos falta de tudo o que nos faz bem. E, como dizem que relembrar é viver, a saudade nos transporta para um tempo em que fomos mais felizes, trazendo, muitas vezes, lembranças doloridas.

E para desejar a todos um Dia da Saudade cheio de boas lembranças, nos apropriamos de um poema do grande Mário Quintana:

Saudade

na solidão na penumbra do amanhecer.
Via você na noite, nas estrelas, nos planetas,
nos mares, no brilho do sol e no anoitecer.

Via você no ontem , no hoje, no amanhã...
Mas não via você no momento.

Que saudade...


Mário Quintana

"Ética Pública ladeira abaixo"

por Lucia Hippolito

Aquilo que se temia aconteceu: a Comissão de Ética Pública da Presidência da República está sendo inteiramente desautorizada.

Há sete meses recomendou ao ministro do Trabalho, Carlos Lupi, que escolhesse entre ser ministro e ser presidente do PDT, atividades incompatíveis, segundo entendimento da Comissão.

Primeiro, Lupi fez cara de paisagem, depois desprezou as advertências da Comissão e finalmente partiu para o confronto, agredindo o presidente da Comissão, como se fosse uma implicância pessoal contra ele, Lupi.

Não custa lembrar: a Comissão de Ética Pública da Presidência da República elaborou o Código de Conduta da Alta Administração Pública, que as autoridades se comprometem a respeitar quando assumem um cargo.

Segundo entendimento da Comissão, Lupi desrespeita o Código ao acumular a presidência do PDT com o exercício do cargo de ministro do Trabalho.

Mas Lupi iniciou uma queda de braço com a Comissão. Declarou que não sai da presidência do PDT e que, do ministério, só o presidente Lula tem poder para demiti-lo.

A Comissão, então, solicitou ao presidente da República que demita o ministro, mas o pedido dorme na mesa de Lula desde o final do ano passado. (Ver post aqui publicado em 20.12.2007).

O problema é que o desprezo às recomendações da Comissão se alastra pelo governo. Outras autoridades também se julgaram no direito de desafiar a Comissão.

O Carnaval vem aí. Anualmente, a Comissão de Ética relembra às altas autoridades a proibição de aceitarem convites para camarotes de empresas privadas – cervejarias, por exemplo.

Pois neste ano, o elegante ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, já desafiou a Comissão, declarando que vai, sim, freqüentar todos os camarotes para os quais for convidado, públicos ou privados. E que espera ser convidado para muitos.

Agora, a Comissão decidiu enviar à Controladoria Geral da União o processo contra a ministra da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, que gastou apenas em 2007 mais de 180 mil reais na farra dos cartões corporativos, outro escândalo da República, para o qual parece que ninguém dá bola.

Com isso, a Comissão de Ética demonstra um certo recuo, uma tendência a não entrar em conflito com mais um ministro.

E assim, de desautorização em desautorização, de desafio em desafio, a Comissão de Ética Pública vai sendo desmoralizada.

E caem por terra os esforços para moralizar o comportamento das altas autoridades públicas brasileiras.

Uma pena.
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Vamos combinar: não é uma pena, é uma Vergonha!
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Ah, o Novo Tempo...

Inversão de Valores

por Maria Lucia Dalh

Clique sobre a imagem e leia essa reflexão atrozmente verdadeira.
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terça-feira, janeiro 29, 2008

Raquel Querida!

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Legalizando


Após passar uma década tentando combater a pirataria de músicas pela internet, parte da indústria fonográfica decidiu liberar, a partir desta segunda-feira, o acesso gratuito a mais de 25 milhões de canções pela internet.

O serviço de música online Qtrax anunciou, neste domingo, uma parceria com grandes gravadoras, incluindo EMI, Sony BMG, Universal Music e Warner Music, que vai possibilitar que usuários baixem de graça títulos dos mais variados gêneros, desde grandes hits da atualidade até clássicos e raridades.

O anúncio foi feito pela empresa americana durante a abertura da 42ª edição do Midem (Mercado Internacional do Disco e da Edição Musical), a feira mundial da música, em Cannes, na França.

Para acessar as músicas, o usuário terá de ir ao site da Qtrax e baixar um software específico. Atrelada à nova ferramenta, está o software Digital Rights Management (gerenciamento de direitos digitais, em tradução livre), que permitirá às gravadoras checarem quantas vezes suas músicas foram baixadas e tocadas.

O serviço será disponibilizado por meio de uma rede "peer-to-peer" (P2P) de compartilhamento de arquivos pela internet.

Ipod

Como parte do acordo, artistas e gravadoras serão pagos conforme o número de acessos às suas músicas e ainda receberão uma fatia do que for arrecadado com os anúncios publicitários feitos na página da Qtrax.

Empresas como Microsoft, Mc Donald’s e Ford já revelaram que serão alguns dos anunciantes.

As músicas que poderão ser baixadas pelo Qtrax não serão compatíveis - pelo menos em um primeiro momento - com o iPod. Mas a empresa, que passou os últimos cinco anos desenvolvendo a nova ferramenta, já anunciou que está estudando uma “solução para o iPod”, a ser disponibilizada em 15 de abril.

Cerca de US$ 30 milhões (R$ 53 milhões) foram investidos pela Qtrax na nova tecnologia.

O chefe-executivo da empresa, Allan Klepfisz, disse que os consumidores “agora poderão compartilhar música legalmente pela internet”.

“Nós queremos poder disponibilizar música de graça num ambiente de total legalidade que permitirá que os artistas sejam pagos”.

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sábado, janeiro 26, 2008

Reflexões

"Mandaram-me esta interessante sequência de Cartoons, com a frase "Cartoons para reflectir". Digo-vos que me "atinjiram" mais que muitas outras sequências de fotografias terrivelmente reais (imagens de fome, de guerra, de abandono, de sofrimento...) que tenho tendência a fechar, rapidamente.
Aproveitem mesmo estes excelentes Cartoons, aparentemente muito menos "agressivos" que a visão do que se passa à nossa volta, neste pequeno Planeta. Como são menos "agressivos", talvez olhemos melhor, e melhor captemos a mensagem que transmitem.
Um abraço, com Amizade"
Recebido por e-mail de MC

sexta-feira, janeiro 25, 2008

São Paulo...Parabéns!

Catedral da Sé - Marco Zero de São Paulo



Criação: Marilene Laurelli Cypriano

quinta-feira, janeiro 24, 2008

Sonho Impossível II

...ou os "homis de las manchas"

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Sonho Impossível

Sonho Impossível

Sonhar
Mais um sonho impossível
Lutar
Quando é fácil ceder
Vencer
O inimigo invencível
Negar
Quando a regra é vender
Sofrer
A tortura implacável
Romper
A incabível prisão
Voar
Num limite improvável
Tocar
O inacessível chão

É minha lei, é minha questão

Virar esse mundo
Cravar esse chão
Não me importa saber
Se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer
Por um pouco de paz
E amanhã, se esse chão que eu beijei
For meu leito e perdão
Vou saber que valeu delirar
E morrer de paixão
E assim, seja lá como for
Vai ter fim a infinita aflição
E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chão




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terça-feira, janeiro 22, 2008

"O que te faz Melhor"

Breve diálogo entre o teólogo brasileiro Leonardo Boff e
Dalai Lama.

Leonardo Boff explica:

"No intervalo de uma mesa-redonda sobre religião e paz entre os povos, na qual ambos participávamos, eu, maliciosamente, mas também com interesse teológico, lhe perguntei em meu inglês capenga:

- "Santidade, qual é a melhor religião?"

Esperava que ele dissesse: "É o budismo tibetano" ou "São as religiões orientais, muito mais antigas do que o cristianismo."

O Dalai Lama fez uma pequena pausa, deu um sorriso, me olhou bem nos olhos - o que me desconcertou um pouco, por que eu sabia da malícia contida na pergunta - e afirmou: - - "A melhor religião é a que mais te aproxima de Deus. É aquela que te faz melhor."

Para sair da perplexidade diante de tão sábia resposta, voltei a perguntar:
- "O que me faz melhor?"

Respondeu ele:
- "Aquilo que te faz mais compassivo (e aí senti a ressonância tibetana, budista,
taoísta de sua resposta), aquilo que te faz mais sensível, mais desapegado, mais amoroso, mais humanitário, mais responsável... A religião que conseguir fazer isso de ti é a melhor religião..."

Calei, maravilhado, e até os dias de hoje estou ruminando sua resposta sábia e irrefutável."

Sinalização viária para a Copa do Mundo no Rio de Janeiro...

Clique sobre a imagem para ler as placas
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domingo, janeiro 20, 2008


Há vários de ti em ti
um para cada pensamento...


Há o de discernimento,


o de conhecimento,


o de aborrecimento,


o de sofrimento,


o de fingimento,


o de constrangimento


o de lamento...


O melhor ou pior?


O respeito de ti mesmo em cada momento!


Silvana Cervantes
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sábado, janeiro 19, 2008

Como A Noite É Longa...

Como a noite é longa!
Toda a noite é assim...
Senta-te, ama, perto
Do leito onde espero.
Vem pra'ao pé de mim...

Amei tanta coisa...
Hoje nada existe.
Aqui ao pé da cama
Canta-me, minha ama,
Uma canção triste.

Era uma princesa
Que amou... já não sei...
Como estou esquecido!
Canta-me ao ouvido
E adormecerei...

Que é feito de tudo?
Que fiz eu de mim?
Deixa-me dormir,
Dormir a sorrir
E seja isto o fim.
Fernando Pessoa

sexta-feira, janeiro 18, 2008

Não duas vezes


"Todo o bem que eu puder fazer,

toda a ternura que eu puder demonstrar

a qualquer ser humano,

que eu os faça agora,

que não os adie ou esqueça,

pois não passarei duas vezes pelo mesmo caminho. "

James Greene
*

quinta-feira, janeiro 17, 2008

A evolução do ensino de Matemática no Brasil

"Semana passada comprei um produto que custou R$ 1,58. Dei à
balconista R$ 2,00 e peguei na minha bolsa 8 centavos, para evitar
receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou
olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que
fazer.
Tentei explicar que ela tinha que me dar 50 centavos de troco, mas ela
não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la. Ficou com lágrimas
nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente
continuava sem entender.

Por que estou contando isso?
Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950,
que foi assim:

1. Ensino de matemática em 1950:

Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo
de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de venda.
Qual é o lucro?

2. Ensino de matemática em 1970:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo
de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de venda ou R$
80,00. Qual é o lucro?

3. Ensino de matemática em 1980:

Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo
de produção desse carro de lenha é R$ 80,00. Qual é o lucro?

4. Ensino de matemática em 1990:

Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo
de produção desse carro de lenha é R$ 80,00. Escolha a resposta
certa, que indica o lucro:
( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00

5. Ensino de matemática em 2000:

Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo
de produção desse carro de lenha é R$ 80,00. O lucro é de R$ 20,00.
Está certo?
( )Sim ( )Não

6. Ensino de matemática em 2007:

Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$100,00 O custo de
produção é R$ 80,00. Se você consegue ler coloque um X no R$ 20,00.

( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00


Onde vamos parar ?"

Recebido por e-mail

quarta-feira, janeiro 16, 2008

Lula Antes da Posse

UM GÊNIO QUEM ESCREVEU ISSO ! !


LULA ANTES DA POSSE


Nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar nossos ideais
Mostraremos que é grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo de nossa ação.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manhas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos nossos propósitos mesmo que
os recursos econômicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.

DEPOIS DA POSSE:

Agora leia o texto acima, DE BAIXO PARA CIMA....LITERALMENTE
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segunda-feira, janeiro 14, 2008

Entre Luz & Escuridão

Essa Mulher

por Joyce & Ana Terra

Fonte: Terra

De manhã cedo essa senhora se conforma
Bota a mesa, tira o pó, lava a roupa, seca os olhos
Ah. como essa santa não se esquece de pedir pelas mulheres
Pelos filhos, pelo pão
Depois sorri, meio sem graça
E abraça aquele homem, aquele mundo
Que a faz assim, feliz
De tardezinha essas menina se namora
Se enfeita se decora, sabe tudo, não faz mal
Ah, como essa coisa é tão bonita
Ser cantora, ser artista
Isso tudo é muito bom
E chora tanto de prazer e de agonia
De algum dia qualquer dia
Entender de ser feliz
De madrugada essa mulher faz tanto estrago
Tira a roupa, faz a cama, vira a mesa, seca o bar
Ah, como essa louca se esquece
Quanto os homens enlouquece
Nessa boca, nesse chão
Depois parece que acha graça
E agradece ao destino aquilo tudo
Que a faz tão infeliz
Essa menina, essa mulher, essa senhora
Em que esbarro toda hora
No espelho casual
É feita de sombra e tanta luz
De tanta lama e tanta cruz
Que acha tudo natural.
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domingo, janeiro 13, 2008

OS DOMINGOS PRECISAM DE FERIADOS


Toda sexta-feira à noite começa o shabat para a tradição judaica. Shabat é o conceito que propõe descanso ao final do ciclo semanal de produção, inspirado no descanso divino, no sétimo dia da Criação.

Muito além de uma proposta trabalhista, entendemos a pausa como fundamental para a saúde de tudo o que é vivo.

A noite é pausa, o inverno é pausa, mesmo a morte é pausa. Onde não há pausa, a vida lentamente se extingue.

Para um mundo no qual funcionar 24 horas por dia parece não ser suficiente, onde o meio ambiente e a terra imploram por uma folga, onde nós mesmos não suportamos mais a falta de tempo, descansar se torna uma necessidade do planeta.

Hoje, o tempo de 'pausa' é preenchido por diversão e alienação . Lazer não é feito de descanso, mas de ocupações 'para não nos ocuparmos'. A própria palavra entretenimento indica o desejo de não parar. E a incapacidade de parar é uma forma de depressão.

O mundo está deprimido e a indústria do entretenimento cresce nessas condições. Nossas cidades se parecem cada vez mais com a Disneylândia. Longas filas para aproveitar experiências pouco interativas. Fim de dia com gosto de vazio. Um divertido que não é nem bom nem ruim.

Dia pronto para ser esquecido, não fossem as fotos e a memória de uma expectativa frustrada que ninguém revela para não dar o gostinho ao próximo..

Entramos no milênio num mundo que é um grande shopping. A Internet e a televisão não dormem. Não há mais insônia solitária; solitário é quem dorme. As bolsas do Ocidente e do Oriente se revezam fazendo do ganhar e perder, das informações e dos rumores, atividade incessante. A CNN inventou um tempo linear que só pode parar no fim.

Mas as paradas estão por toda a caminhada e por todo o processo. Sem acostamento, a vida parece fluir mais rápida e eficiente, mas ao custo fóbico de uma paisagem que passa. O futuro é tão rápido que se confunde com o presente. As montanhas estão com olheiras, os rios precisam de um bom banho, as cidades de uma cochilada, o mar de umas férias, o domingo de um feriado...

Nossos namorados querem 'ficar', trocando o 'ser' pelo 'estar'. Saímos da escravidão do século XIX para o leasing do século XXI - um dia seremos nossos?

Quem tem tempo não é sério, quem não tem tempo é importante. Nunca fizemos tanto e realizamos tão pouco. Nunca tantos fizeram tanto por tão poucos...

Parar não é interromper. Muitas vezes continuar é que é uma interrupção.

O dia de não trabalhar não é o dia de se distrair - literalmente, ficar desatento. É um dia de atenção, de ser atencioso consigo e com sua vida. A pergunta que as pessoas se fazem no descanso é 'o que vamos fazer hoje?' - já marcada pela ansiedade. E sonhamos com uma longevidade de 120 anos, quando não sabemos o que fazer numa tarde de Domingo.

Quem ganha tempo, por definição, perde. Quem mata tempo, fere-se mortalmente. É este o grande 'radical livre' que envelhece nossa alegria - o sonho de fazer do tempo uma mercadoria.
Em tempos de novo milênio, vamos resgatar coisas que são milenares. A pausa é que traz a surpresa e não o que vem depois. A pausa é que dá sentido à caminhada. A prática espiritual deste milênio será viver as pausas. Não haverá maior sábio do que aquele que souber quando algo terminou e quando algo vai começar.

Afinal, por que o Criador descansou? Talvez porque, mais difícil do que iniciar um processo do nada, seja dá-lo como concluído.



* Texto do Rabino Nilton Bonder, da Congregação Judaica

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S.O.S.

Socorro!!! Nosso Amor Está Morrendo!

Morreu Amy, antes dessa morte houve a morte do Respeito, antes dele, mal havia crescido Carinho, e, tão jovem faleceu.

Há um pouco de vida ainda em Amor, mas como Bonnie, idosa, entrada em anos, ele padece de uma grande necessidade da presença de Verdade (que anda por ai, meio esquecida, meio perdida, aliás, onde foi colocada?)...É preciso recuperar Fé - que até onde me recordo, andava pelo quintal de Promessa, para que possamos nos reunir e fazer com que Felicidade junte-se novamente a Esperança, porque antes de qualquer providência, é preciso preservar Generoso, amado irmão, estimado amigo, que tanto lutou e tanto luta e que nunca abandonou a Nossa Causa: nunca abandou Amor.

Acorda Amor! É preciso que você devolva a sua vida para você!

Acorda querida! Dê valor à sua Vida, ela é muito importante para mim!



"...de tudo ao meu Amor serei Atento"

Soneto de fidelidade

De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure

Ao Meu Amor


Ao Meu Amor Tudo.

Ao Meu Amor Meus Votos Demais

Ao Meu Amor desejo o mais belo

e para o Meu Amor espero o mais vívido ser

Por Meu Amor desespero e Em Meu Amor eu Creio

Ao Meu Amor Tudo.

Tudo de Sincero

Tudo de afeto

Tudo de sucesso

Tudo de abraço

Tudo de espaço - para ser e crescer.

Ao Meu Amor, tudo de Fé

Força na tristeza

Crença na beleza...

Tudo para Amar e gracejar

Ao Meu Amor, o meu muito tumultuado Amor

Sempre Amor.


De uma mãe para sua filha Muito Amada.


Ana Maria Cordovil

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Maus hábitos & Notícias Saudáveis

Lamentos de uma fumante inveterada:

Europa me é tão cara!!! Mas sem meus cigarros...

Segundo a mitologia grega, Europa foi uma mulher muito bonita que despertou os amores de Zeus, deus-rei do Olimpo.

"Sofrem Os Que Padecem!"

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sexta-feira, janeiro 11, 2008

Mágico!

Silhueta de pára-quedista do exército sérvio enquanto realiza treinamento em Pancevo


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"O Viajante do Tempo"

Maria Helena Rubinato Rodrigues de Sousa

Viajar no tempo e no espaço sempre foi um desejo do homem. Talvez o primeiro a deixar registro de seu sonho tenha sido Luciano de Salmosata, o satirista grego autor de ‘Vera Historia’, onde descreveu um veleiro que levado por um vento forte, levantou vôo e durante sete dias e sete noites vagou pelo espaço até aterrisar numa ilha redonda e grande, obviamente a Lua. A tripulação encontrou por lá feras estranhas, mas nada sofreu, e acabou por regressar à Terra.

Seguiram-se muitos outros, cada um criando histórias de mundos mais incríveis que o anterior. Mas nada se compara ao Pai da Ficção Científica, Julio Verne; entre outras novelas fabulosas, está "Da Terra à Lua", onde conta que um grupo de cientistas constrói um canhão de 900 pés de comprimento e embarca numa cápsula lançada ao espaço por esse canhão. A viagem é impressionante.

Em seguida veio outro ‘monstro’ da ficção científica, o inglês H. G. Wells, autor de bons livros e muito conhecido pelo seu “A Guerra dos Mundos", onde descreve a Terra sendo invadida por marcianos (o que deu ensejo a uma das transmissões radiofônicas mais famosas de todos os tempos, com Orson Welles lendo esse texto e apavorando Nova York...).

Mas o que me interessa aqui é seu livro “A Máquina do Tempo”. Nele Wells fala do Viajante do Tempo, personagem sem nome que constrói uma máquina do tempo e viaja para o futuro longínquo. Para o futuro, vejam bem. Para o passado nem a fulgurante imaginação de Wells conseguiu viajar.

A ciência espacial hoje é uma realidade e viajar para o futuro parece muito mais real do que imaginaram esses grandes escritores. Para o passado, no entanto, os problemas permanecem. Cientistas de renome já se debruçaram sobre o problema, mas nada conseguiram. Um deles chegou a afirmar que “o que nos falta é densidade negativa, algo de que não dispomos e que talvez seja uma impossibilidade pelas leis da física”. Confesso que copiei isso sem compreender nada: se alguém quiser explicar, agradeço.

O fato é que nenhum homem conseguiu construir uma máquina que nos levasse, ida e volta, claro, ao passado. Isto é, até o advento do Governo Lula.

Hoje, podemos dizer com orgulho, conseguimos voltar para as primeiras décadas do século passado: a febre amarela, ela mesma, voltou às manchetes. Não se preocupem: não é a urbana, é a silvestre. Parece que o mosquito sabe muito bem com quem e onde está lidando. Mato, pode picar. Cidade, alto lá! Mantenha-se afastado.

Dizem que os macaquinhos são os grandes culpados. Tendo sido expulsos de suas árvores pelo desmatamento alucinado que toma conta de nossas florestas, o bicho, muito pouco cidadão, veio parar em áreas urbanas e está assustando meio mundo. Mas só os macacos de 18 estados brasileiros. Os do Rio, não. Parece que os dos morros cariocas, antigamente áreas de floresta verde e hoje carecas, esses não transmitem o temido vírus. Saem para passear, caminham pelos muros e telhados, mas como ainda se recordam dos tempos de Oswaldo Cruz e respeitam o grande homem, com patadas certeiras afastam os mosquitos.

Hoje mesmo vi uma dupla caminhando nos muros de um colégio de freiras aqui ao lado. Simpáticos como sempre, eu no oitavo andar e eles na altura do segundo, vidros fechados, como são engraçadinhos. Mas não deixei de lhes transmitir um abraço do Dr. Temporão.

Nossa máquina avançou um pouquinho e veio para as décadas de 30, 40, e 50 do Rio de Janeiro. Para os tempos do “Tomara que Chova”. Grande marchinha, sucesso do Carnaval seco de 1950. Cantávamos também uma versão do hino da Cidade Maravilhosa: “Rio, cidade que me seduz... de dia falta água e de noite falta luz...”.

Não sei por que me lembrei disso agora. Não há motivo algum. Temos água em abundância, hidroelétricas e usinas a pleno vapor, óleo, gás, somos auto- suficientes em tudo. Não há o que temer. Depois, sabe como é, o dia de São José vem aí, falta pouco. Até lá, chove.

Só não consigo compreender porque os jornalistas teimam em fazer entrevistas sobre esse assunto. Com certeza é porque são fãs de ficção científica. Sugiro uma pauta: aguardem a posse do novo e conceituadíssimo ministro das Minas e Energia e perguntem a ele sobre a invasão dos marcianos. Esse sim, um assunto sério, muito mais de acordo com a sua pasta. Apagão, falta d’ água... cada uma que inventam...

Sursum Corda, brasileiros! Otimismo. Pra frente é que se anda. Vou anotar aqui a frase de um grande (e temido) oficial do exército francês, combatente das duas Guerras Mundiais e da Guerra da Indochina, marechal Lattre de Tassigny. Segundo ele, o otimista é aquele sujeito que planta duas nozes de carvalho e corre na loja para comprar uma rede. Faz lembrar alguém?

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quarta-feira, janeiro 09, 2008

E lá vem Abacaxi!

Comentário do leitor da

Folha Online

Criticar o "BBB" é idiotice, pelo menos no Brasil. O povo adora imbecilidades mesmo, os cultos sabem do que estou falando. A maioria nem sabe o nome do ministro da Educação, mas com toda certeza sabe escalar o time do Ferroviário [Atlético Clube, do Ceará] e sabem o nome até dos reservas. Tudo bem que gostar de futebol é normal, mas o povo pouco ou nada se importa com aquilo que realmente influi diretamente em suas vidas. A Globo realmente é manipuladora a meu ver. Veja a programação, os programas mais interessantes começam às cinco horas da manhã, já as baboseiras têm horário nobre. Graças a Deus, que até nas favelas existe TV a cabo, o que dá para colocar um pouco de opção àqueles menos favorecidos de repudiar essa ofensa a nossa inteligência que são esses trashs como "Faustão", "Gugu", "Leão" e companhia.
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terça-feira, janeiro 08, 2008

Janeiro Promete

2008 começa antes do Carnaval

Blog Lucia Hippolito


Pelo visto, janeiro promete.

O ano político começa mais cedo, encurtando as férias de suas Excelências.

O presidente Lula já desistiu de tirar uns dias de descanso, porque o governo precisa consertar o desastre provocado pela edição do pacote de aumento de impostos – e sobretudo, pela catástrofe que foi o anúncio das medidas.

É preciso ainda pacificar a base aliada, em franca rebelião diante da ameaça do governo de cortar as emendas parlamentares.

Justo em ano de eleição municipal. Só na base aliada, cerca de 150 deputados e senadores são candidatos a prefeito. Para estes, as emendas são vitais.

Mas a ameaça do governo é só isso mesmo: ameaça.

O governo pode contingenciar os recursos das emendas parlamentares depois de sua aprovação, para usá-las como moeda na negociação com senadores e deputados -- como, aliás, vêm fazendo todos os governos, desde Pedro Álvares Cabral.

Mas o governo não tem poder de cortar emendas na fase de discussão do Orçamento – esta prerrogativa pertence ao relator da Comissão Mista de Orçamento, deputado José Pimentel (PT-CE).

Portanto, a ameaça do governo é inteiramente gratuita.

E, já ensinava o dr. Tancredo, em política todo ato gratuito é um erro.

O governo federal tem duas preocupações urgentes. Primeira, garantir a aprovação da MP que aumenta a alíquota da CSLL.

Para isso, precisa pacificar a base e parar de afrontar a oposição. Não podemos esquecer que a MP precisa ser aprovada dentro do prazo, na Câmara e no Senado.

A segunda preocupação é com a aprovação do Orçamento, que a oposição ameaça obstruir.

Para isso, é preciso recompor minimamente as pontes de entendimento com a oposição.

Esta, por sua vez, também precisa afinar o discurso e as estratégias para reagir ao governo.Por isso, repito: janeiro promete.

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segunda-feira, janeiro 07, 2008

Kaka "I belong to Hernandes"


Kaká viveu seu auge em 2007, protagonista do super campeão Milan AC da Itália conquistou o campeonato europeu (UEFA Champions League), o campeonato mundial (FIFA Club World Cup Japan 2007) e foi contemplado com todos os prêmios individuais aos quais concorreu com destaque para os de melhor jogador do mundo pela revista France Football e pela FIFA.

A honraria que a entidade máxima do futebol lhe proporcionou serviu para demonstrar que aos 25 anos o jogador não pode ser tido como exemplo pessoal para nenhum dos seus milhares de fãs espalhados pelo mundo. O jogador que possui instrução acima da média para a categoria no Brasil, não é fruto dos bolsões de pobreza espalhados pelo território nacional praticou um ato de fanatismo doando o troféu recebido, símbolo de sua conquista para a Igreja Renascer em Cristo.

Esta instituição possui como fundadores o casal Hernandes, acusados de serem “estelionatários da fé” sempre conseguiram dar um “jeitinho” de driblar a justiça brasileira, mas bastou tentarem entrar nos Estados Unidos com uma quantia de dólares não declarados escondidos em uma bíblia para que a justiça estadunidense os enquadrasse. Réus confessos se revezam em prisão de regime fechado e domiciliar (enquanto um cumpre pena em casa com uma tornozeleira com um GPS outro permanece na cadeia) e pregam por vídeo conferência.Mesmo distantes os Hernandes arrastam multidões ao “templo” da Rua Lins de Vasconcelos, reformado com os recursos de Kaká em 2006 especialmente para o casamento do craque com Caroline Celico. Kaká propaga aos quatro ventos que casou-se virgem assim como sua esposa respeitando os princípios que sua religião prega e agora, pouco mais de um ano após a celebração de seu matrimônio atribui a gravidez de Caroline a uma profecia do “Apóstolo” (título dado pelo próprio) Hernandes.

O ato de Kaká faz cair por terra que apenas pessoas humildes são vítimas dos “estelionatários de fé”, jovem, rico e bem sucedido ele deixou o fanatismo o cegar e é manipulado por bandidos. Sempre que marca um gol Kaká levanta e mostra a camiseta com os dizeres “I belong to Jesus” (Eu pertenço a Jesus), deveria exibir “I belong to Hernandes” já que nada o faz mudar de opinião sobre o polêmico casal.

domingo, janeiro 06, 2008

Hoje é Dia de Reis


Hoje é Dia de Reis Magos, Festa de Reis ou, mais tecnicamente, Epifania. Mas, o que exatamente significa essa data e a celebração ligada à ela? "É o dia em que Jesus se manifesta para outros povos", explica o professor de Teologia da PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) José Roberto Develar.

Diz a tradição que foi nesse dia que os Reis Magos viram a Estrela de Belém no céu e foram ao encontro de Jesus que havia nascido há pouco. Segundo a Bíblia, tendo Jesus nascido em Belém, no tempo do Rei Herodes, os Magos do Oriente chegaram a Jerusalém perguntando: "Onde está o Rei dos Judeus, recém-nascido? Vimos sua estrela e viemos adorá-lo".

"Porém, um Deus ser de todo mundo não era admissível para o povo de Israel", conta Develar. Os judeus almejavam um Deus nacional, que fosse apenas deles, e não alguém como Jesus, que vinha para unir todos os povos e crenças, afirma o teólogo.

A designação "Mago" era dada, entre os orientais, à classe dos sábios ou eruditos. Ignora-se a proveniência dos Reis Magos, mas supõe-se que fossem da Arábia, tendo em conta os presentes ofertados ao Menino Jesus: ouro, incenso e mirra, isto é, prendas que simbolizavam a realeza, a divindade e a imortalidade do novo Rei.

"A Bíblia não diz Reis, ela coloca como os `Magos vindos do Oriente´, e também não diz três, mas como Jesus recebeu três presentes, criou-se a tradição de falar que são três pessoas, cada uma dando um presente", desmistifica o professor.

Segundo a tradição, um era negro (africano), o outro branco (europeu) e o terceiro moreno (assírio ou persa) e representavam toda a humanidade conhecida daquela época. Quanto aos nomes dos três, o professor explica que tudo são suposições sem base histórica ou bíblica. Foi Beda, um cronista inglês que viveu entre 673 e 735 d.C., quem deu nome aos magos: Gaspar, Melchior (ou Belchior) e Baltazar.

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Sempre Tão Caro!

Sempre tão criativo!
Amigo como você é um presente inestimável!
É muito bom pensar que mereci esse presente.

Obrigada querido!
Ana Maria Cordovil

sábado, janeiro 05, 2008

Serás lindo.

video

Amanhã

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Amanhã será preciso retirar - é tradicional, e recolher, todos os enfeites da data Magna de minha religião: o nascimento de Cristo.

Em breve data será de tal forma, elementar, baixar luzes e lastimar a morte do mesmo Jesus Cristo...Será que as pessoas juntam a pessoa de "Cristo" em data e outra?

Precisarei fazer isso aqui também...lamento, vou sentir falta de meus enfeites, efeitos, mãos que se dão...

Menino Jesus mal nasceu e "logo ali" é findo o seu caminho.

Agradeço a Deus - Pai, Filho & Espírito Santo todo esse caminho e o dia de hoje, não por nada especial, apenas pela Vida, por ser bela e radiosa, porque me permitiu desfrutar desse caminho com pessoas tão especiais.

Obrigada Pai, Filho & Espírito Santo!

Obrigada Mãe.

Foi um Natal feliz!

Ana Maria Cordovil
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Não Estamos Fazendo o Suficiente e tanto Necessário

por Marcelo B

"O abaixo relatado é verídico e não aconselhável para quem não possa sofrer.
Não recomporei a transcrição por respeito ao meu sentimento de solidariedade ao amigo das vítimas.
AMC"


"Bom dia, amigos,

ainda abalado pela morte de uma grande amiga (parada num sinal de
trânsito, de vidros abertos, ela foi brutalmente assassinada,
juntamente a seu filho pequeno, por causa de um celular, sem ter
reagido nem nada), fico pensando no que poderia redigir a respeito.
Porque quero, porque acho que devo, nem que seja como desabafo
solitário.

Não é necessário tentar descrever o trauma dessa família. O marido
escapou mas recebeu na face o sangue de quem tanto amou e no colo o
corpo daquela com quem construiu uma bela história de anos de carinho
e união. A filha, que estava passando o reveillón fora, não conseguia
ser contactada para o enterro, e quando finalmente o foi, tornou-se
mais uma vítima do caos aéreo (aquele "que já acabou", segundo nossas
autoridades): perdeu o enterro de duas das pessoas que mais amou na
vida, entrou em estado de choque e perdeu o bebê que estava esperando
há poucas semanas. Como viverão essas pessoas agora ?

Mas não é sobre isso que quero escrever, e acho que nem é sobre o
drama desta família - entre tantos casos semelhantes - que devemos
pensar, mas como devemos (re)agir diante de fatos como esses, cada
vez mais comuns. Pior: cada vez mais banais. É a velha história do
"acostumar-se", sobre a qual pensadores como Marina Colasanti já
falaram a respeito: "a gente se acostuma, mas não devia".

Não deveríamos mesmo. E não deveríamos tentar repassar a culpa dos
acontecimentos para os outros, ou mesmo para as vítimas, como
costumamos, consciente ou inconscientemente, fazer. Ouvir "ah, mas
ela não deveria estar de vidros abertos num sinal de trânsito" chega
a ser bisonho: não resolve nada, só aguça a dor e nossa própria
incompetência em dirigir o tal mundo dos racionais. Sim, ela não
deveria estar de vidros abertos "no mundo de hoje" (detesto esta
expressão, mesquinha, fatalista, conformista). Não, ela deveria sim
viver num país onde se pode andar de carro com vidros abertos.

Nós mesmos somos os culpados. E, repito, gostamos de repassar essa
culpa. "São os governantes que não fazem nada", mas nós os colocamos
lá. "Ah, mas eu não votei em fulano ou sicrano", mas muita gente ao
seu redor votou. "Nossos órgãos de controle são corruptos e
incompetentes", mas não cobramos competência nem soluções. E por aí
vai.

No fundo, agimos como inconsequentes. Agimos - nós "adultos", "mais
velhos", "maduros" - pior que muitos dos adolescentes que muitas
vezes tanto criticamos por sua irresponsabilidade em atos aqui e ali.
Nós nos colocamos no papel da vítima quando nos convém ("estamos
reféns dos bandidos"), no papel de donos da razão em outras ocasiões,
mas nunca nos colocamos no papel de ativos reconstrutores da
realidade.

No fundo, somos passivos, conformados.

No fundo, somos mais bandidos que os próprios marginais.

Não estou aqui "levantando bandeiras" (outra expressão que detesto,
porque muitas vezes os braços que poderiam mudar a história estão
convenientemente ocupados apenas "segurando os mastros"). Não estou
convocando ninguém para nada. Mas acho que a passividade e o
conformismo vai destruir mais e mais sonhos.

Não critico as rosas ou cruzes plantadas nas areias de Copacabana
periodicamente. Mas não vejo mais rosas plantadas nos corações dos
cidadãos, e veja cada vez mais cruzes cada vez mais pesadas nas
costas de todos. Entre rosas e cruzes, o que vejo são cada vez mais
espinhos. E dor.

O final de ano - e suas comemorações, festas e crenças - é um grande
(e na minha opinião, extremamente necessário) rito de passagem. Nele,
colocamos nossas esperanças traduzidas em roupas novas, orações,
uvas, abraços e desejos de um mundo melhor. Mas nem mesmo essas
intenções são muitas vezes firmes o suficiente para que confiemos
realmente nelas, para que acreditemos que as mudanças que desejamos
possam mesmo acontecer. Não cremos o suficiente. Não fazemos o
suficiente.

Falta fé - e não estou aí falando de religiões nem previsões
futurísticas. Prefiro rimar fé com pé: pé no chão, labuta,
determinação, construção. Comunhão. De esperanças, mas de muito
esforço. Enquanto levarmos a vida como uma roda gigante em que apenas
recebemos a brisa no rosto, nos contentamos em atingir altos (onde
nos cegamos com o sol) e baixos (onde aproveitamos para cuspir) e
voltarmos ao mesmo lugar, não conseguiremos mudar a realidade, nem
permitir que nossos sonhos, mesmo os mais cotidianos, não mais possam
se concretizar.

Pior: vão faltar sonhos.

E não é isso que eu desejo a vocês, a nós todos, em 2008.

Um abraço ainda assim sempre confiante,

Marcelo"

Recebido por e-mail, de Marcelo em 03.01.08

sexta-feira, janeiro 04, 2008

Hoje é Sexta-Feira!


"Isto é Lula"

Dois mil e sete se foi, chegou dois mil e oito...minha voz não mudou, mas o "presidente"... continua o mesmo.



"Gastança populista 1 – Lula amplia gastos do Bolsa Família por meio de MP
Na Folha. Volto depois:

Para driblar restrições da legislação eleitoral, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou, a três dias do final de 2007, uma MP (medida provisória) para ampliar o Bolsa Família, o principal programa social do governo. Lula deu um bônus de R$ 30 reais para adolescentes de 16 e 17 anos. Antes, o benefício era concedido a famílias com crianças de até 15 anos, no limite de até três beneficiadas. A proposta de ampliação do Bolsa Família foi enviada ao Congresso em outubro por meio de projeto de lei. Mas sua tramitação ficou parada porque a Câmara dos Deputados teve a pauta paralisada por outras MPs e pela ordem política do governo de priorizar negociações com a oposição no Senado para tentar aprovar a CPMF até 2011. Como a Câmara não apreciou o projeto, Lula resolveu concretizá-lo via MP ainda em 2007 para evitar questionamentos judiciais com base na legislação eleitoral. Como haverá eleições municipais neste ano, há restrições para gastos do governo. A lei nº 11.300, criada em 2006, proíbe durante todo ano eleitoral a distribuição gratuita de "bens, valores ou benefícios" por parte da administração pública, com exceção dos casos de calamidade pública, estado de emergência ou "programas sociais autorizados em lei e já em execução orçamentária no exercício anterior".

Voltei
Isto é Lula. Tudo feito no escurinho do cinema. E o resto que se dane. Em vez de ampliar o esmolário nacional, ele deveria se empenhar é em ir desmontando o circo. Mas quê... O homem precisa financiar o projeto eleitoral do partido. Em vez de aumentar impostos (ler nesta página) para compensar a perda da CPMF, deveria é cortar despesas. Mas ele as eleva. Taí. Fica, assim, evidenciando que as oposições fizeram mal ao aprovar até mesmo a DRU. Enquanto Lula se fingia de manso com a mão direita, enfiava a esquerda no erário."
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quinta-feira, janeiro 03, 2008

popularidade? sim. Credibilidade? ...

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Analiso: Nosso presidente não quer que se chame "pacote" medidas "econômicas" tomadas por seus companheiros - melhor dizendo: ministros. Medidas essas que deverão, segundo eles, recuperar 10 bilhões dos 40 bilhões que o Governo Federal deixará de arrecadar com a rejeição à continuidade da CPMF.

Não o deve querer mesmo, ficaria tão parecido com ele próprio e certamente ele é um pacote bem mal feito, mal acabado e mal acessorado. Isso guardando a franqueza que me ensinaram a "poupar", porque cá com meus botões eu tenho uma definição um tanto outra para o "pacote" que é o sr. presidente.

O tal pacote, que não é pacote, irá onerar o contribuinte em um percentual maior do que o fazia a "CPMF", e a desfaçatez - ou seria mais coerente dizer, o jubiloso cinismo utilizado pelo ministro Mantega, em seu anúncio sobre o assunto, feito ontem, nos dá a correta medida da consideração que o Governo Federal tem pelo "povo", sim porque "povo brasileiro" somos todos nós, não apenas os "bolsistas do governo", somos uma Nação que é feita de pessoas que teêm muito e outras menos, e muitas, menos ainda, mas mesmo assim, somos o mesmo povo, a mesma Nação.

Um presidente de uma Nação, que não tem palavra, não é mais do que um pacote, senão menos.
Ana Maria Cordovil

Por Paixão

the passira news



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quarta-feira, janeiro 02, 2008

Fenix

Por Walcyr Carrasco

29.12.2007

Vivo criando metas para mim mesmo. Foi assim quando resolvi me dedicar ao projeto de ser escritor. Até então eu era jornalista, tinha um ótimo emprego e grandes chances na carreira. Mas meu sonho era escrever romances, teatro, novelas! O projeto era adiado continuamente, à espera de uma situação ideal. Sou de família humilde. Cresci com medo de ficar sem dinheiro. De ter de economizar no litro de leite, como ocorreu na minha adolescência! Queria armazenar uma poupança para me garantir. Comprar um apartamento. Tudo antes de me dedicar a meu sonho! O tempo passava. Nunca juntava a quantia ideal. Meu pai aconselhava:

– Tome cuidado. Tenha um emprego fixo.

Certa noite, eu trabalhava até mais tarde. A redação estava uma loucura, com mudanças de última hora. De repente, eu parei. Olhei para todo mundo no vaivém. E disse a mim mesmo:

– Se eu dedicasse todo esse esforço a meu projeto pessoal, ia acabar dando certo!

Terminei o trabalho de madrugada. Fui dormir. No dia seguinte fingi que estava doente. Fiquei em casa pensando. No outro pedi demissão. Tive vários empregos depois, porque a necessidade bateu à porta inúmeras vezes. Mas meu projeto de ser escritor tornou-se o principal. Deixava de ir a festas. No fim de semana, me trancava escrevendo. Confesso: ao reler muitos daqueles primeiros textos, me envergonho. Eram muito ruins! Ainda bem que não procurei ninguém para avaliar meu talento! Teria desistido! Tanto que, atualmente, se me perguntam o que é preciso para ser escritor, respondo:

– Teimosia! De todos os meus amigos que pretendiam escrever, nunca fui o melhor. Só o mais teimoso!

Ainda encontro antigos amigos falando de seus projetos, sempre adiados!

Tenho orgulho de viver como escritor. Não acho melhor ou pior do que médico, advogado, jornalista, comerciante, corretor de imóveis, agricultor ou feirante. É melhor para mim, por ser o que eu mais desejava!

Em outros projetos não tive tanta persistência, como perder a barriga. Entra ano, sai ano, e prometo fazer exercícios. Não chafurdar em bolos de chocolate. Ultimamente até perdi alguns quilos, aterrorizado pelo veredicto de um médico:

– Seu tipo de barriga é o pior. Leva a uma série de problemas: hipertensão, diabetes... Tem de sumir com ela!

Ah, que luta árdua!

Agora, na passagem do ano, a gente se enche de boas intenções. Promete isso, promete aquilo. Toma resoluções que depois serão guardadas numa caixinha, até o próximo réveillon. Talvez fosse melhor se concentrar em poucos objetivos. E tentar cumpri-los ao máximo! Outro dia, ouvi a seguinte frase em um filme: "Quem não luta por suas metas vive à base de acidentes". Achei o máximo. A vida acaba se resolvendo em função de golpes de mais ou menos sorte, de acontecimentos fortuitos. E a pessoa reclama:

– Nada dá certo!

Lembro da lenda de Fênix, o pássaro que queima, mas ressurge das próprias cinzas. Muitas vezes eu tive de abandonar coisas de que gostava para seguir meu caminho. E continuo assim. Sempre surgem novos projetos, novas histórias pessoais. Todos nós temos algo de Fênix. É possível se consumir nas próprias cinzas para criar uma nova vida! E nem é tão terrível como a imagem possa parecer. A Fênix retorna como Fênix, com sua identidade preservada e as asas estalando de novas. É assim que eu vejo a passagem do ano: um momento simbólico em que a gente pensa em metas, projetos, em tudo o que quer mudar! Pode ser mais fácil ou difícil. Mas também é a chance de renascer e, como a Fênix, empreender longos vôos!

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