"Deus me respeita quando eu trabalho. Mas me ama quando eu canto."
domingo, outubro 14, 2007
sábado, outubro 13, 2007
Homenagem a Paulo Autran em" Retrato" de Cecília Meireles
Nem considero o melhor momento de Paulo Autran.
Poema maravilhoso - "Retrato"...de Cecilia Meireles,
Mas "Eles" serão eméritos por todo o sempre...
Foi com eles que aprendi a amar.
Louvaveis, para sempre, seus talentos!
Suas forças, talento e beleza,
não postado em "Retrato", mas em suas riquesas.
Que se possam estar banhando nessa imenssidão!
Paulo Autran - O Senhor dos Palcos
*1922 † 2007"Sou apenas um homem de teatro. Sempre fui e sempre serei um homem de teatro. Quem é capaz de dedicar toda a sua vida à humanidade e à paixão existentes nestes metros de tablado, esse é um homem de teatro."
sexta-feira, outubro 12, 2007
...que saudade que tenho...

Meus Oito Anos
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias
Do despontar da existência!
— Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é — lago sereno,
O céu — um manto azulado,
O mundo — um sonho dourado,
A vida — um hino d'amor!
Que aurora, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d'estrelas,
A terra de aromas cheia
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!
Oh! dias da minha infância!
Oh! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minhã irmã!
Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberta o peito,
— Pés descalços, braços nus
— Correndo pelas campinas
A roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo.
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!
Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
— Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
A sombra das bananeiras
Debaixo dos laranjais"
Casimiro de Abreu
O coco se desgruda do coqueiro. Por 45 dias...
Blog Reinaldo Azevedo
A íntegra do pronunciamento
"Na noite de hoje, decidi me licenciar da Presidência do Senado Federal, pelo prazo de 45 dias, a fim de demonstrar, de forma cabal e respeitosa, à Nação e a todos os ilustres senadores, que não precisaria do cargo para me defender. Agindo assim, afasto, de uma vez por todas, o mais recente e injusto pretexto usado para tentar dar corpo à inconsistência das representações enviadas, sem qualquer indício ou prova, ao Conselho de Ética.
Com este meu gesto, que é unilateral, preservo a harmonia no Senado Federal, deixo claro o meu respeito pelos interesses do País e homenageio as altas responsabilidades das funções que exerço, contribuindo decisivamente para evitar a repetição dos constrangimentos ocorridos na Sessão do dia 09 de outubro.
Reafirmo que enfrentarei os processos, como fiz até agora, à luz do dia, com dignidade e sem subterfúgios. Não lancei mão das prerrogativas de Presidente do Senado em meu benefício ou contra quem quer que seja. A minha trincheira de luta sempre foi a inflexível certeza da inocência, a qual, estou convicto, prevalecerá com a verdade, como aconteceu na minha absolvição.
O poder é transitório enquanto a honra é um bem permanente, que não sacrifico em nome de nada. Resistirei firme na minha defesa, honrando a confiança da minha família, do povo de Alagoas, dos meus amigos, dos meus colegas do Senado Federal e daqueles que, mesmo sem me conhecer, com seu apoio e suas mensagens e orações me deram forças. A estes certamente não decepcionarei.
Aguardarei serenamente que a Justiça e verdade prevaleçam.
Brasília-DF, 11 de outubro de 2007
Senador RENAN CALHEIROS"
Elemento forte, frase bonita:
"O poder é transitório enquanto a honra é um bem permanente, que não sacrifico em nome de nada."
Uma pena que vinda de quem veio, seja totalmente inveridica.
quinta-feira, outubro 11, 2007
Essa foi ótima!
Blog Ricardo NoblatRenan "Coco" Calheiros negociou para salvar o mandato
José Agripino Maia (RN), líder do DEM no Senado, foi procurado, ontem, por dois emissários de Renan Calheiros (PMDB-AL) - um deles, Romero Jucá (PMDB-RO), líder do governo.
Sondado sobre se um eventual pedido de licença de Renan do cargo de presidente do Senado poderia ser trocado pela certeza da absolvição dele, Agripino Maia respondeu:
- Licença, em hipótese alguma. Renúncia definitiva ao cargo, seguida de algum tipo de punição como a suspensão do mandato durante certo tempo, pode ser. Mas não garanto.
Em seu aniversário a sua devoção.
Henry David Thoreau
quarta-feira, outubro 10, 2007
Como no poema

terça-feira, outubro 09, 2007
Então, Esses Somos Nós!?
À imagem e semelhança de Renan
De Dora Kramer:
O senador Renan Calheiros usou a cadeira de presidente da Casa para se defender de uma acusação de caráter individual e ninguém na Casa estranhou.
O senador Renan Calheiros admitiu ter usado a intermediação de um lobista para pagar a pensão alimentícia da filha por caminhos paralelos ao sistema bancário e o Senado como um todo não viu nada de anormal, considerou um “problema pessoal” do qual “ninguém está livre”.
O senador apresentou documentação comprobatória sem provas e com irregularidades, estas sim comprovadas em perícia da Polícia Federal, e o colegiado suportou.
O senador atropelou os ritos de tramitação dos processos por quebra de decoro parlamentar e a maioria de seus colegas agiu como se ele estivesse no seu direito legítimo de presidente da Casa.
O senador Renan Calheiros espalhou ameaças explícitas e implícitas a outros senadores e os não atingidos aquietaram-se.
O senador manobrou desde as primeiras reuniões do Conselho de Ética, usando para isso, de um lado um homem doente e subserviente e, de outro, o líder do governo como dublê de porta-voz e menino de recados e, nem o senador Epitácio Cafeteira, nem o senador Romero Jucá viram nada em prestar-lhe seus serviços.
O senador Renan Calheiros disse que não dispunha de documentos para provar os depósitos na conta bancária da mãe de sua filha, foi desmentido no dia seguinte pelo advogado Eduardo Ferrão que prometeu os extratos e, quando apresentados, os depósitos não combinavam com os saques, mas o Conselho de Ética não se interessou por uma investigação mais profunda sobre a produção daqueles documentos.
O senador Renan Calheiros passou a ser alvo de três outras acusações, duas delas com testemunhas dispostas a depor, mas o Conselho de Ética continua a trabalhar apenas com as alegações de defesa e a atuar a reboque de notícias publicadas na imprensa, sem produzir um único dado decorrente de investigação.
O presidente do Senado encomendou pareceres jurídicos da assessoria da Casa conforme suas conveniências e a ninguém ocorreu repudiar com objetividade a manipulação.
O senador Calheiros nomeou presidentes do Conselho de Ética um após o outro e não houve reação que pudesse impedi-lo.
O senador usou mais de uma vez a tribuna para desafiar os colegas e eles continuaram a chamá-lo de “excelência”.
O senador Calheiros reivindicou sigilo para prestar seu depoimento ao Conselho de Ética e teve aceitas suas condições.
O presidente do Senado foi alvo de uma única investigação “in loco” por parte do corregedor Romeu Tuma. As informações colhidas em Alagoas permaneceram inéditas sem que ninguém cobrasse a divulgação de um relatório.
O senador foi acusado por um funcionário da Mesa de intimidação, conseguiu calar Marcos Santi e arquivou-se o assunto.
Com tudo isso e sem que lhe fosse imposto paradeiro em momento algum, o senador Renan Calheiros foi a julgamento em sessão secreta no dia 12 de setembro e recebeu a absolvição.
O senador Calheiros, depois disso, tripudiou sobre a minoria que o condenou, ameaçou os arrependidos, continuou a montar dossiês, deixou digitais em esquema de espionagem, cassou a voz de senadores na Comissão de Constituição e Justiça e agora o Senado teme pelo destino de todos.
Ao se perceber moldado à imagem e semelhança do presidente, o Senado agora promete reagir, mas pode ser tarde.
É como no poema de Eduardo Alves da Costa dedicado ao russo Maiakovski: “Na primeira noite eles colhem uma flor do nosso jardim e não dizemos nada/ na segunda, pisam as flores, matam nosso cão e não dizemos nada/ até que um dia, o mais frágil deles arranca-nos a voz da garganta e, porque não dissemos nada, já não podemos dizer nada”.
Que Rei Sou Eu?
Blog Ricardo Noblat
Tempos ingênuos, aqueles. O deputado era um bobalhão. Acreditou no fotógrafo que prometeu fazer a foto da cintura para cima. Apesar das reclamações de que, se fosse da UND, Barreto teria escapado, a rapidez com a qual ele foi punido sugere que há 60 anos a quebra de decoro era falta grave.
Hoje, para onde quer que se olhe há fotos, vídeos, transmissões ao vivo do senador Renan Calheiros sem roupa. E nada acontece.
Ele está despido no programa Casseta & Planeta, onde aparece toda terça-feira como personagem de humorístico de TV agarrado à cadeira da presidência do Senado, um lugar que virou alvo da galhofa nacional, para o qual não se pode olhar sem cair na gargalhada. Em pelo é como está o senador Renan nesse filme pornô dirigido por outro comediante de chanchada cujo nome é um insulto a si próprio: escórcio.
Na operação de expulsão dos senadores Pedro Simon e Jarbas Vasconcelos da Comissão de Constituição e Justiça, Renan está sem as vestes, escondido, por tanto, atrás da bancada de onde falam os parlamentares.
Completamente nu Renan se apresenta na capa e em várias páginas da revista Playboy que acabou de chegar às bancas. Um lençol, o espaldar de uma cadeira, uma posição mais discreta acabam encobrindo parte do seu corpo. Mas Renan está ali, sem nada por baixo.
O ano mal começava quando o presidente do Senado resolveu despir-se em cada ato público que pratica. Seja a presidência dos trabalhos, um discurso em defesa própria, uma ordem para investigar a prestação de contas de colegas que usariam recursos públicos para pagar notas frias, como se aquilo fosse uma Câmara de Vereadores da Baixada Fluminense.
Não são necessárias provas mais contundentes para tão evidente quebra de decoro. Renan, a exemplo do rei, está nu e ninguém o avisou, ninguém se compadece de seu strip-tease, porque só ele pode descer da mesa da presidência, cobrir-se e ir ocultar a sua vergonha bem longe.
Por José Negreiros é jornalista (www.josenegreiros@terra.com.br)
Ernesto Guevara
Já faz uns dez dias que os meios de comunicação relembram a passagem dessa pessoa pelo nosso mundo.Não entendo porque tanto alarde à respeito disso, de tudo o que sei sobre sua existência a coisa mais branda que penso sobre ele é que era um aventureiro, chamado pelos seus de "porco fedorento". Hoje faz quarenta anos que "foi morto".
Que se cumpra, como em todos as vidas, a vontade e os desígnios de Deus.
Burocratas!? Não, Sanguesugas!

Renan: Essa Pústula
Blog Ricardo Noblat
Rol das manobras (até aqui) de Renan para se salvar
31 de maio
Sem reunião da Mesa Diretora, Renan despacha primeiro processo contra ele ao Conselho de Ética. Mais tarde, processo teria que retornar à Mesa por conta da não realização da reunião entre todos os seus integrantes
13 de junho
Escolhido relator com aval de Renan, Epitácio Cafeteira (PTB-MA) apresenta, sem ouvir nenhuma testemunha, relatório pedindo a absolvição do senador. Oposição pede vista e votação é adiada
20 de junho
Cafeteira deixa o caso e Wellington Salgado (PMDB-MG), aliado de Renan, é nomeado novo relator. No mesmo dia, apresenta relatório confirmando absolvição do senador. Em sessão tensa, votação é adiada, e Salgado renuncia à relatoria
26 de junho
Insatisfeito com a postura de Sibá Machado (PT-AC) na presidência do Conselho de Ética, Renan pressiona o PT para que ele renuncie ao cargo. Deu certo
28 de junho
Com a saída de Sibá, Renan consegue emplacar seu aliado Leomar Quintanilha (PMDB-TO) na presidência do Conselho de Ética
29 de junho
Quintanilha convida Renato Casagrande (PSB-ES) para ser relator. Renan não gosta. Quintanilha desfaz o convite e propõe comissão de três relatores, com Almeida Lima (PMDB-SE), aliado do presidente do Senado, entre eles
2 de julho
Parecer da consultoria legislativa (subordinada a Renan) aponta falhas no processo. Destaca que, como não houve reunião da Mesa, o caso precisa voltar para ter aval dos seus integrantes. E também diz que perícia preliminar da PF é inválida. Novo pedido à polícia somente com autorização da Mesa
12 de julho
O presidente do Senado adia por cinco dias reunião da Mesa para discutir seu processo. Oposição protesta. Reunião foi realizada no dia 17
24 de julho
Secretária-geral, Cláudia Lira, protela entrega de notas taquigráficas de depoimento dado por Renan ao Conselho de Ética no dia anterior
30 de agosto
Baseados num parecer da consultoria legislativa, aliados de Renan tentam impedir, sem sucesso, voto aberto no Conselho de Ética
1º de outubro
Aliado de Renan, Quintanilha tenta unificar os dois últimos processos contra o senador e indicar Almeida Lima (PMDB-SE) para a relatoria. Oposição protesta e presidente do Conselho recua. Processo sobre uso de laranjas em empresas de comunicação está ha 54 dias parado no Conselho de Ética. Quintanilha não indica relator
5 de outubro
Renan consegue, por meio do líder do PMDB, Valdir Raupp (RO), afastar Jarbas Vasconcelos (PMDB-SE) e Pedro Simon (PMDB-RS) da Comissão de Constituição e Justiça
segunda-feira, outubro 08, 2007
Governados pela Escória!
Por Ricardo Noblat
O que ele tem a perder
Quase escrevi lá para baixo: “O fato é que Renan Calheiros não tem mais nada a perder. É por isso que apertou o botão “dane-se” e continua a superar seu próprio recorde de canalhices, como essa de contar com um assessor capaz de espionar senadores para mais tarde chantageá-los”. Mas aí lembrei a tempo que Renan ainda tem, sim, o que perder – o mandato.
Reparem nos atos espúrios mais recentes cometidos em 15 dias pelo sujeito que substitui o presidente da República na ausência dele, do vice, dos presidentes da Câmara e do Supremo Tribunal Federal. Primeiro Renan designou seu vassalo Almeida Lima (PMDB-SE) para relatar um dos três processos a que responde por quebra de decoro – o da compra às escondidas de um jornal e de duas emissoras de rádio em Maceió em parceria com o usineiro João Lyra.
Depois Renan mandou destituir os colegas Jarbas Vasconcelos (PE) e Pedro Simon (RS) da Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Fundadores do PMDB, respeitados à esquerda e à direita, os dois votaram contra Renan no processo onde ele foi acusado de se valer de um lobista de empreiteira para pagar suas despesas com a ex-amante Mônica Veloso. Vivem cobrando o afastamento de Renan da presidência do Senado. Tornaram-se incômodos para ele.
Antes disso, um assessor de Renan voara a Goiânia com a missão de aliciar arapongas para grampear telefones e filmar embarques e desembarques naquela cidade dos senadores Demóstenes Torres (DEM-GO) e Marconi Perillo (PSDB-GO). O plano era descobrir algo que pudesse comprometê-los e obrigá-los a votar a favor de Renan quando o próximo processo for submetido ao crivo do Conselho de Ética e do plenário.
O tal assessor, de nome Francisco Escórcio, vulgo Chico Escórcio, é figurinha carimbada no Congresso. Transita ali com bastante desenvoltura. Em 1996, por quatro meses, assumiu como suplente a vaga do senador Alexandre Costa (PMDB), seu conterrâneo. Foi então acusado de se envolver com a montagem de quatro emissoras de rádio piratas em São Luís. Em 2002, também por quatro meses, assumiu novamente a vaga de Costa.
Tentou se eleger deputado federal pelo PFL em 2002. Ficou apenas como terceiro suplente. Amigo do senador José Sarney (PMDB-AP), arranjou emprego de assessor especial da Casa Civil da presidência da República. Seu trabalho era oferecer favores a parlamentares em troca de votos para o governo. Fez dobradinha com o célebre Valdomiro Diniz – aquele filmado no Rio de Janeiro tentando tomar grana de um bicheiro.
Escórcio é assessor de Renan desde novembro do ano passado. Ganha um salário bruto de pouco mais de R$ 9 mil. Tem sala no gabinete de Renan – mas não tem dia nem hora certa para aparecer por lá. É visto com freqüência dentro do plenário, aos cochichos com senadores. Ainda não se sabe se foi ele que procurou a Kroll, empresa de Gerenciamento de Riscos, para também bisbilhotar a vida de senadores. A Kroll não topou.
Qual a melhor palavra para definir o comportamento de Renan, empenhado em salvar o mandato a todo custo? Debochado? Não. É pouco. Quer dizer, apenas, devasso, libertino. Espúrio? Significa, apenas, ilegal, ilegítimo. Descabido? Convenhamos, é polido em excesso. Reles? É sinônimo, tão-somente, de ordinário, vil. Por gasta e vulgar, descarto a expressão sem-vergonha. Que tal patife?
Patife quer dizer velhaco, pusilânime ou covarde. Tem a ver com quem manda às favas todos os escrúpulos para alcançar seus objetivos por quaisquer meios - de preferência os ilícitos. O irônico é que quanto mais forte Renan parece estar, mais fraco na verdade se revela. Não se arrisca a desfilar em locais públicos. Não ousa voar em avião comercial. Vive em casa ou no Senado cercado de seguranças bem treinados.
A essa altura, depois de manipular nos últimos cinco meses a maioria dos seus pares e o governo, Renan é um político desmoralizado. Que quer dizer, segundo o dicionário do Aurélio, desacreditado, estragado, pervertido, depravado ou corrupto.
domingo, outubro 07, 2007
Círculo Vicioso
Que minhas palavras-flores entrem pelos teus olhos,
caiam em tua alma
e aí germinem, se multipliquem,
sejam derramadas pelos teus dedos nos poemas de amor
que cantam e encantam,
e entrem em outros olhos,
e caiam em outras almas,
e lá germinem, se multipliquem
e sejam derramadas por outros
dedos em outros poemas de amor...
Maravilhoso círculo vicioso.
Nossas palavras-flores
alimentarão o mundo!..."





