"Deus me respeita quando eu trabalho. Mas me ama quando eu canto."

sábado, abril 11, 2009

Prazer é tudo

Tudo um prazer: literatura, teatro, cinema, enquanto a televisão...

O ficcionista inglês Nick Hornby personifica o sonho de todo jovem escritor. Seus romances, a começar por Alta Fidelidade (1995), o tornaram imensamente popular. Ele foi adaptado para o cinema, recebeu prêmios e é cortejado para colaborar com revistas e jornais do mundo todo. (...)

Hornby é franco quanto a seus gostos. Não lhe interessam, por exemplo, os autores que se propõem a renovar a linguagem: "Interesso-me pelo que a língua pode fazer por mim e passo muitas horas por dia procurando garantir o máximo de simplicidade à minha prosa". Um populista? Sim, Hornby já foi acusado disso. Mas no caso do escritor inglês não é um populismo enganoso, interesseiro. Trata-se de afeto pela leitura e pelos leitores, um afeto genuíno, que o leva a constatar situações embaraçosas nem sempre mencionadas na crítica: "O tédio, sejamos francos, é um problema que muitos de nós associamos aos livros. E é por isso que muitas vezes escolhemos fazer qualquer coisa, menos ler". O prazer na leitura, diz Hornby, é fundamental.

matéria completa em Vejaclic aqui

2 comentários:

Anita Fernandez disse...

Ola Ana,

Nao conhecia o seu blog, mas achei de muito bom gosto.

Como você gosta de literatura, gostaria de divulgar um belo livro http://www.bookess.com/read/626/entre-chuva-e-tempestade/

Anita

Ana Maria Cordovil disse...

Anita,

Obrigada pela visita e pelo elogio.

Visitarei o seu endereço.

Abraço.

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